SEGUNDA-FEIRA – 13/JUNHO/2016

STO. António nasceu em Lisboa, Portugal, 13/Set./1191. Morreu com 36 anos, dia 13/Junho/1231, cerca de Pádua, na Itália. Por isso, é chamado STO. António de Lisboa e STO. António de Pádua. “Santo do mundo todo” chamou-lhe o papa Leão XIII. Pio XII proclamou-o “Doutor evangélico da Igreja” em 1946.

Ben-Sirá 39, 8-14 ; Sal 18, 8-11 ; Mateus 5, 13-19

“CESSEM, PEÇO, OS DISCURSOS, FALEM AS OBRAS… ” ( Mat. 5,13-19). “É viva a palavra quando são as obras que falam” dizia, nos seus Sermões, S TO António. Pelo domínio da Sagrada Escritura e riqueza da sua pregação, este santo recebeu mesmo o título de “Doutor Evangélico”, e as multidões percebiam que as palavras que proferia estavam amparadas no seu exemplo p essoal. Jesus compara os que O seguem ao sal e à luz, elementos que têm em comum o poder de comunicarem: o sal dá sabor e a luz permite ver todas as coisas, sendo próprio de ambos difundirem-se. O cristão tem de ser “sal”, tem de ser “luz”, tem de “dar exemplo”. Não existe vida cristã que seja exclusivamente individual, sem transcendência, incomunicável. Ninguém pode ser um verso solto. Nenhum cristão é uma ilha ; temos que comunicar alegria, sentido sobrenatural, sentido de responsabilidade, amizade autêntica e as virtudes humanas fundamentais da “integridade”, da “lealdade”, temperança” e “laboriosidade”. Consideremos atentamente o nosso dia-a-dia para vermos se – como STO. António – somos exemplo atraente e vigoroso nos vários ambientes onde nos movemos.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris. Selecção e síntese: Jorge Perloiro.