Homilia de Dom Daniel Henriques – 2 dez 2018 – Domingo I do Advento – Ano C

Louvando a Deus pela graça episcopal de Dom Daniel e agradecendo a predilecção da sua visita acolhemos na fé a sua homilia como quem recebe um chamamento (Pe. António Figueira).

Homilia de Dom Daniel Henriques na Paróquia de Cristo Rei de Algés/Miraflores
2 de Dezembro de 2018

Senhor padre António Figueira
Senhor diácono Adelino
Queridos meninos e meninas do quarto ano da Catequese
Estimados irmãos e irmãs

1. Entramos no novo Ano Litúrgico, que se abre em tempo de Advento, preparando o coração e a vida dos fiéis para o Natal do Senhor. A simplicidade na ornamentação da igreja e o roxo dos paramentos, recordam o tom penitencial e de conversão que é caminho obrigatório numa séria preparação para as grandes festa litúrgicas. A centralidade da Palavra, que manifesta a proximidade de um Deus que nos fala e que, “nestes tempos que são os últimos, nos falou por Seu Filho” (Heb 1,2), é muito eloquentemente manifestada na escolha deste tempo para a Festa da Palavra celebrada pelos catequizandos do 4º ano. Estamos em Advento, tempo de Graça, tempo novo que Deus nos oferece, na abundância do Seu amor, nesta peregrinação para a Pátria Celeste.

2. O mundo em que vivemos também nos presenteia com os seus ciclos. Apela ao coração para poder chegar ao consumo, à carteira, ao divertimento fácil. Nestes ciclos repetitivos, caros e vazios, a criatividade surge como estratégia e ilusão de novidade. No Natal, aposta-se tudo: ele invoca o que de mais nostálgico existe em nós: a segurança e aconchego da infância, o ambiente intimista do lar, o conforto da família unida e reunida, a protecção contra o medo e a angústia. Subsiste em nós um desejo íntimo, como que uma sede ardente, de se viver o que nunca se viveu ou de regressar ao que já se perdeu. O espírito comercial, envolvido pelas suas melodias, luzes e cores, aposta tudo em tocar no mais profundo da alma humana para, depois, chegar onde pretende e à única meta a que se destina.

3. As luzes e os sons de Natal criam em nós uma ilusão de segurança, de que tudo está e para sempre estará bem, que podemos ficar tranquilos e sossegados pois nenhum mal nos sucederá. No entanto, a realidade é bem diferente e sentimo-nos frequentemente como crianças indefesas diante daquilo que não dominamos e que todos os dias nos invade como uma torrente assustadora: a doença imprevista, morte repentina, os acontecimentos violentos, catástrofes naturais ou infligidas pelo Homem, a opressão cruel que tantas pessoas sem coração são capazes de impor sobre o seu semelhante, lançando-os em sofrimentos indescritíveis, a mentira como arma de manipulação, a corrupção cínica e descarada, a incerteza cada vez mais angustiante sobre o futuro da humanidade… Mesmo para quem se pretende evadir de um pensamento mais pessimista a uma escala maior, na sua pequena escala pessoal, mais tarde ou mais cedo, a preocupação e a tristeza também lhes baterá à sua porta.

4. “Quando tudo isto começar a acontecer, erguei-vos e levantai a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”. Na parte mais tenebrosa da descrição do evangelho, surge um poderoso sinal de esperança, como quando as nuvens densas e negras são penetradas por um raio do sol. Não se trata de uma mera imagem: este raio de sol é o próprio Filho do Homem, que vem com grande poder e Glória. A Esperança cristã não tem a sua origem na terra, mas desce do Alto. Não se trata de uma ilusão ou de uma mentira reconfortante, mas de uma verdade libertadora. E a verdade, que é a nossa Esperança, é que Deus vem para nos salvar. Como um pai que acorre prontamente diante dos medos e do choro do seu filho, assim Deus nos socorre e nos sustenta. O amor maternal de Deus nunca poderia permitir que sufocássemos no nosso choro e nas nossas lágrimas.

5. Deus, que nos criou para si e deixou em nós este desejo de comunhão e de plenitude que só nele se pode realizar, não nos ilude nem nos engana. Ele oferece-nos um caminho seguro e verdadeiro, onde o nosso coração pode encontrar o alimento salutar e as águas mais puras. Por isso, com toda a confiança a nossa oração, com o salmista, volta-se para o Senhor: “mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos, ensinai-me as vossas veredas. Guiai-me na vossa verdade e ensinai-me, porque Vós sois Deus, meu salvador”. Se é Deus que rasga os Céus para vir ao encontro, cabe-nos a nós este “erguer e levantar a cabeça”, a que o Senhor nos desafia no Evangelho. Esta é a atitude de quem se recusa a ficar prostrado na sua mediocridade e no seu pecado. A inércia e o acomodamento, o ficar-se pelos mínimos, é talvez o nosso maior pecado de omissão. À palavra de Jesus, o cego de Jericó levantou-se de um salto e correu para o Senhor. Seja esta a nossa resposta, pronta e generosa. Somos convidados a levantar a cabeça, pois do Alto nos vem a Salvação. Não o olhar voltado para os nossos sapatos ou para o nosso umbigo, mas para Deus que vem para nos salvar. Podemos associar, retomando as palavras do Senhor no evangelho, mais duas atitudes: “vigiar e orar em todo o tempo”. Orar em todo o tempo não só é possível mas é a condição para esta atitude permanente de vigilância. Significa este confronto constante com o Senhor, agradecendo e louvando, suplicando o perdão e a protecção, pedindo a luz e a força. Nas coisas mais pequenas e aparentemente insignificantes, reportando-as ao Senhor e à sua misericórdia. Não se trata, em primeiro lugar, de interromper o que se está a fazer, mas elevar para Deus cada acção, pensamento ou sentimento. Quem assim faz permanece no Senhor, mantém-se vigilante e saberá reconhecer o Senhor que vem ao seu encontro.

6. Também São Paulo nos exorta a crescermos sempre mais numa caridade em abundância e numa santidade irrepreensível. Progredindo mais e mais. Aos gestos de partilha e solidariedade a que somos constantemente incentivados nesta quadra, saibamos alargar o nosso coração à medida do amor de Jesus para com os nossos irmãos, principalmente os últimos, com que Ele mais se identifica. A santidade crescerá, assim, na atenção aos pequenos gestos e às atitudes de amor e de serviço a Deus e aos irmãos.

7. Queridos meninos e meninas do quarto ano da Catequese.

Depois de terdes feito a primeira comunhão, a Igreja confia-vos este ano a Palavra de Deus. Jesus vem assim ao vosso encontro com este duplo alimento: a Sua Palavra e o Seu Corpo e Sangue. A Palavra de Deus é um verdadeiro alimento. Assim como a alimentação saudável nos ajuda a crescer bem, a estarmos robustos e cheios de saúde, o alimento da Palavra fortalece a nossa fé, guia os nossos caminhos e mantém-nos saudáveis contra a doença do pecado. Quem se alimenta mal, fica fraco e doente. É assim que muitos cristãos se encontram por não se nutrirem da Palavra de Deus: fracos e doentes na sua fé e nas suas atitudes e comportamentos. A paróquia este ano confia-vos a Sagrada Escritura; não porque só agora sabeis ler, que já aprendestes há mais tempo, mas porque agora sois capazes, pela fé, de distinguir a palavra de Deus de outra palavra qualquer. Como dizemos na missa, ela é “Palavra do Senhor” e palavra da “Salvação”. Como quando alguém está perdido e é conduzido a um lugar seguro por alguém que o guia, assim Deus, pela Sua Palavra, nos guia e conduz. Convido os pais, avós e catequistas que, assim com uma mãe que prepara cuidadosamente os alimentos para os seus filhos, ofereçam a Palavra na porção e nos modos que as crianças os consigam assimilar, traduzindo-a para o concreto das suas vidas. Assim se habituarão a procurar a Deus na Sua Palavra e a dela se alimentarem com alegria e gratidão.

8. Estamos em pleno Ano Missionário. Que o Bom Pastor conceda a esta nossa Paróquia a alegria e a ousadia de anunciar o Evangelho, com todas os meios e formas que o Espírito Santo vos inspirar. Enquanto houver alguém que ainda não foi tocado pelo Amor de Deus, que vive como se não fosse imensamente amado e chamado à comunhão com Ele, não podemos ficar sossegados e tranquilos. Que as famílias evangelizem as famílias, os avós os seus filhos e netos e, todos, os amigos, vizinhos e colegas de trabalho. Fazei isto com as palavras que os Espírito vos inspirar mas, acima de tudo, com o testemunho de uma vida alegre, bondosa e carregada de uma feliz Esperança que a todos interpele. Santo Tempo do Advento.

Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo…

2 nov 2018: comemoração de todos os Fiéis defuntos

HORAS DA SANTA MISSA (PARÓQUIAS: CRISTO REI DE ALGÉS E SENHOR JESUS DOS AFLITOS)

Neste dia, somos todos convidados a celebrar a Eucaristia em sufrágio pelos fiéis defuntos. Para facilitar a participação, celebramos a Santa Missa:

— 09:00 Cruz Quebrada e Algés
— 11:30 Lar Madre Maria Clara
— 16:00 Salão Paroquial
— 17:00 Capela Nossa Senhora do Cabo
— 18:00 Miraflores
— 19:00 Algés e Cruz Quebrada

«Em todas as igrejas e oratórios públicos pode ganhar-se, no dia 2 de Novembro, uma indulgência plenária».

PRIMEIRA MISSA

PRIMEIRA LEITURA Job 19, 1.23-27a

Leitura do Livro de Job
Job tomou a palavra e disse:
«Quem dera que as minhas palavras fossem escritas num livro,
ou gravadas em bronze com estilete de ferro,
ou esculpidas em pedra para sempre!
Eu sei que o meu Redentor está vivo
e no último dia Se levantará sobre a terra.
Revestido da minha pele, estarei de pé;
na minha carne verei a Deus.
Eu próprio O verei,
meus olhos O hão-de contemplar».
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 26 (27), 1.4.7 e 8b e 9a.13-14

Refrão: Espero contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Ou: O Senhor é a minha luz e a minha salvação.

O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é o protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo?

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:
habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,
para gozar da suavidade do Senhor
e visitar o seu santuário.

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,
tende compaixão de mim e atendei-me.
A vossa face, Senhor, eu procuro:
não escondais de mim o vosso rosto.

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem coragem e confia no Senhor.

SEGUNDA LEITURA 2 Cor 4, 14 – 5, 1

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Como sabemos, irmãos,
Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus
também nos há-de ressuscitar com Jesus
e nos levará convosco para junto d’Ele.

Tudo isto é por vossa causa,
para que uma graça mais abundante
multiplique as acções de graças de um maior número de cristãos
para glória de Deus.
Por isso, não desanimamos.
Ainda que em nós o homem exterior se vá arruinando,
o homem interior vai-se renovando de dia para dia.
Porque a ligeira aflição dum momento
prepara-nos, para além de toda e qualquer medida,
um peso eterno de glória.
Não olhamos para as coisas visíveis,
olhamos para as invisíveis:
as coisas visíveis são passageiras,
ao passo que as invisíveis são eternas.
Bem sabemos que,
se esta tenda, que é a nossa morada terrestre, for desfeita,
recebemos nos Céus uma habitação eterna,
que é obra de Deus
e não é feita pela mão dos homens.
Palavra do Senhor.

EVANGELHO Mt 11, 25-30

«Vinde a Mim…Eu vos aliviarei»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus exclamou:
«Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes
e as revelaste aos pequeninos.
Sim, Pai, Eu Te bendigo,
porque assim foi do teu agrado.
Tudo Me foi dado por meu Pai.
Ninguém conhece o Filho senão o Pai
e ninguém conhece o Pai senão o Filho
e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Vinde a Mim,
todos os que andais cansados e oprimidos,
e Eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo
e aprendei de Mim,
que sou manso e humilde de coração,
e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
Palavra da salvação.

SEGUNDA MISSA

PRIMEIRA LEITURA 2 Mac 12, 43-46

Leitura do Segundo Livro dos Macabeus
Naqueles dias,
Judas Macabeu fez uma colecta entre os seus homens
de cerca de duas mil dracmas de prata
e enviou-as a Jerusalém,
para que se oferecesse um sacrifício de expiação
pelos pecados dos que tinham morrido,
praticando assim uma acção muito digna e nobre,
inspirada na esperança da ressurreição.
Porque, se ele não esperasse
que os que tinham morrido haviam de ressuscitar,
teria sido em vão e supérfluo orar pelos mortos.
Além disso, pensava na magnífica recompensa
que está reservada àqueles que morrem piedosamente.
Era um santo e piedoso pensamento.
Por isso é que ele mandou oferecer
um sacrifício de expiação pelos mortos,
para que fossem libertos do seu pecado.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 102 (103), 8 e 10.13-14.15-16.17-18

Refrão: O Senhor é clemente e cheio de compaixão.
Ou: A salvação dos justos vem do Senhor.

O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade.
Não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas.

Como um pai se compadece dos seus filhos,
assim o Senhor Se compadece dos que O temem.
Ele sabe de que somos formados
e não Se esquece que somos pó da terra.

Os dias do homem são como o feno:
ele desabrocha como a flor do campo;
mal sopra o vento desaparece
e não mais se conhece o seu lugar.

A bondade do Senhor permanece eternamente
sobre aqueles que O temem
e a sua justiça sobre os filhos dos seus filhos,
sobre aqueles que guardam a sua aliança
e se lembram de cumprir os seus preceitos.

SEGUNDA LEITURA 2 Cor 5, 1.6-10

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:
Nós sabemos
que, se esta tenda, que é a nossa morada terrestre, for desfeita,
recebemos nos Céus uma habitação eterna,
que é obra de Deus e não é feita pela mão dos homens.
Por isso, estamos sempre cheios de confiança,
sabendo que, enquanto habitarmos neste corpo,
vivemos como exilados, longe do Senhor,
pois caminhamos à luz da fé e não da visão clara.
E com esta confiança, preferíamos exilar-nos do corpo,
para irmos habitar junto do Senhor.
Por isso nos empenhamos em ser-Lhe agradáveis,
quer continuemos a habitar no corpo,
quer tenhamos de sair dele.
Todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo,
para que receba cada qual o que tiver merecido
enquanto esteve no corpo,
quer o bem quer o mal.
Palavra do Senhor.

EVANGELHO Jo 11, 21-27

«Eu sou a ressurreição e a vida»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
disse Marta a Jesus:
«Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.
Mas eu sei que, mesmo agora,
tudo o que pedires a Deus, Ele To concederá».
Disse-lhe Jesus:
«Teu irmão ressuscitará».
Marta respondeu:
«Eu sei que há-de ressuscitar na ressurreição do último dia».
Disse-lhe Jesus:
«Eu sou a ressurreição e a vida.
Quem acredita em Mim,
ainda que tenha morrido, viverá;
e todo aquele que vive e acredita em Mim nunca morrerá.
Acreditas nisto?».
Disse-Lhe Marta:
«Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus,
que havia de vir ao mundo».
Palavra da salvação.

TERCEIRA MISSA

PRIMEIRA LEITURA Is 25, 6a.7-9

Leitura do Livro de Isaías
Sobre este monte,
o Senhor do Universo há-de preparar para todos os povos
um banquete de manjares suculentos.
Sobre este monte,
há-de tirar o véu que cobria todos os povos,
o pano que envolvia todas as nações;
Ele destruirá a morte para sempre.
O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces
e fará desaparecer da terra inteira
o opróbrio que pesa sobre o seu povo.
Porque o Senhor falou.
Dir-se-á naquele dia:
«Eis o nosso Deus,
de quem esperávamos a salvação;
é o Senhor, em quem pusemos a nossa confiança.
Alegremo-nos e rejubilemos,
porque nos salvou».
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6

Refrão: O Senhor é meu pastor:
nada me faltará.
Ou: Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
nada temo, porque Vós estais comigo.

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
me enchem de confiança.

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça,
e o meu cálice transborda.

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.

SEGUNDA LEITURA 1 Tes 4, 13-18

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo
aos Tessalonicenses
Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância
a respeito dos defuntos,
para não vos contristardes como os outros,
que não têm esperança.
Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou,
do mesmo modo, Deus levará com Jesus
os que em Jesus tiverem morrido.
Eis o que temos para vos dizer,
segundo a palavra do Senhor:
Nós, os vivos,
os que ficarmos para a vinda do Senhor,
não precederemos os que tiverem morrido.
Ao sinal dado, à voz do Arcanjo e ao som da trombeta divina,
o próprio Senhor descerá do Céu
e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
Em seguida, nós, os vivos, os que tivermos ficado,
seremos arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens,
para irmos ao encontro do Senhor nos ares,
e assim estaremos sempre com o Senhor.
Consolai-vos uns aos outros com estas palavras.
Palavra do Senhor.

EVANGELHO Jo 6, 51-58

«Quem comer deste pão viverá eternamente
e Eu o ressuscitarei no último dia»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
disse Jesus à multidão:
«Eu sou o pão vivo que desceu do Céu.
Quem comer deste pão viverá eternamente.
E o pão que Eu hei-de dar é minha carne,
que Eu darei pela vida do mundo».
Os judeus discutiam entre si:
«Como pode Ele dar-nos a sua carne a comer?».
Jesus disse-lhes:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Se não comerdes a carne do Filho do homem
e não beberdes o seu sangue,
não tereis a vida em vós.
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue
tem a vida eterna;
e Eu o ressuscitarei no último dia.
A minha carne é verdadeira comida
e o meu sangue é verdadeira bebida.
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue
permanece em Mim e Eu nele.
Assim como o Pai, que vive, Me enviou
e Eu vivo pelo Pai,
também aquele que Me come viverá por Mim.
Este é o pão que desceu do Céu;
não é como o dos vossos pais, que o comeram e morreram:
quem comer deste pão viverá eternamente».
Palavra da salvação.

Caros amigos, a Solenidade de Todos os Santos e a Comemoração de todos os fiéis defuntos dizem-nos que somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também levar uma vida a partir da esperança. Se nós reduzirmos o homem exclusivamente à sua dimensão horizontal, àquilo que se pode sentir de forma empírica, a própria vida perde o seu profundo sentido. O homem tem necessidade de eternidade, e para ele qualquer outra esperança é demasiado breve, é demasiado limitada. O homem só é explicável, se existir um Amor que supere todo o isolamento, também o da morte, numa totalidade que transcenda até o espaço e o tempo. O homem só é explicável, só encontra o seu sentido mais profundo, se Deus existir. E nós sabemos que Deus saiu do seu afastamento e fez-se próximo, entrou na nossa vida e diz-nos: «Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá» (Jo 11, 25-26).

Bento XVI, Audiência Geral, 2.11.2011

1 nov 2018, Solenidade de Todos os Santos

b_DiaDeTodosOsSantos_2014O dia 1 de Novembro é Solenidade litúrgica e dia de preceito. A Santa Missa é celebrada às seguintes horas e locais:

Dia 31 de Outubro (missa antecipada da Solenidade):
Miraflores: 18h.
Algés: 19h15.
Cruz Quebrada: 19h00.

Dia 1 de Novembro (o horário é o de Domingo)
Algés: 9h00.
Algés: 11h.
Cruz Quebrada: 11h00.
Miraflores: 12h15.
Miraflores: 18h.
Algés: 19h00.

Indulgência.

«Ao fiel que devotamente visitar o cemitério e nele orar, ainda que só mentalmente, pelos defuntos, concede-se indulgência aplicável somente às almas do Purgatório; esta indulgência é plenária em cada um dos primeiros oito dias do mês de Novembro; nos restantes dias do ano, será parcial» (Manual das indulgências, concessão 13).

«Para ganhar a indulgência plenária, requer-se o cumprimento da obra indulgenciada e das três condiçõeos seguintes: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração segundo as intenções do Sumo Pontífice. É necessário, além disso, que não exista nenhum afecto a qualquer pecado, mesmo venial. Se faltar esta plena disposição, ou se não se cumprem as condições indicadas (…) a oindulgência será apenas parcial» (Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, Norma 7: EDREL 2380).

PRIMEIRA LEITURA Ap 7, 2-4.9-14

Leitura do Apocalipse de São João

Eu, João, vi um Anjo que subia do Nascente,
trazendo o selo do Deus vivo.
Ele clamou em alta voz
aos quatro Anjos a quem foi dado o poder
de causar dano à terra e ao mar:
«Não causeis dano à terra, nem ao mar, nem às árvores,
até que tenhamos marcado na fronte
os servos do nosso Deus».
E ouvi o número dos que foram marcados:
cento e quarenta e quatro mil,
de todas as tribos dos filhos de Israel.
Depois disto, vi uma multidão imensa,
que ninguém podia contar,
de todas as nações, tribos, povos e línguas.
Estavam de pé, diante do trono e na presença do Cordeiro,
vestidos com túnicas brancas e de palmas na mão.
E clamavam em alta voz:
«A salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono,
e ao Cordeiro».
Todos os Anjos formavam círculo
em volta do trono, dos Anciãos e dos quatro Seres Vivos.
Prostraram-se diante do trono, de rosto por terra,
e adoraram a Deus, dizendo:
«Amen! A bênção e a glória, a sabedoria e a acção de graças,
a honra, o poder e a força
ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amen!».
Um dos Anciãos tomou a palavra e disse-me:
«Esses que estão vestidos de túnicas brancas,
quem são e de onde vieram?».
Eu respondi-lhe:
«Meu Senhor, vós é que o sabeis».
Ele disse-me:
«São os que vieram da grande tribulação,
os que lavaram as túnicas
e as branquearam no sangue do Cordeiro».

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 23 (24), 1-2.3-4ab.5-6

Refrão: Esta é a geração dos que procuram o Senhor.

Do Senhor é a terra e o que nela existe,
o mundo e quantos nele habitam.
Ele a fundou sobre os mares
e a consolidou sobre as águas.

Quem poderá subir à montanha do Senhor?
Quem habitará no seu santuário?
O que tem as mãos inocentes e o coração puro,
o que não invocou o seu nome em vão.

Este será abençoado pelo Senhor
e recompensado por Deus, seu Salvador.
Esta é a geração dos que O procuram,
que procuram a face de Deus.

SEGUNDA LEITURA 1 Jo 3, 1-3

Leitura da Primeira Epístola de São João

Caríssimos:
Vede que admirável amor o Pai nos consagrou
em nos chamar filhos de Deus.
E somo-lo de facto.
Se o mundo não nos conhece,
é porque não O conheceu a Ele.
Caríssimos, agora somos filhos de Deus
e ainda não se manifestou o que havemos de ser.
Mas sabemos que, na altura em que se manifestar,
seremos semelhantes a Deus,
porque O veremos tal como Ele é.
Todo aquele que tem n’Ele esta esperança
purifica-se a si mesmo,
para ser puro, como Ele é puro.

Palavra do Senhor.

EVANGELHO Mt 5, 1-12a

Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo,
ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos
e Ele começou a ensiná-los, dizendo:
«Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes,
porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram,
porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa,
vos insultarem, vos perseguirem
e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.
Alegrai-vos e exultai,
porque é grande nos Céus a vossa recompensa».

Palavra da salvação.
 

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE HALLOWEEN

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE HALLOWEEN
Padre Oreste Benzi

Halloween, 31 de Outubro. O que significa? É uma composição de várias palavras em inglês “all saints day even”, véspera de todos os santos.
No século IX o Papa Gregório II quis ajudar o povo cristão a superar os ritos pagãos. O Papa transferiu a festa de todos os Santos do mês de Maio para o dia 1 de Novembro. Naquela noite, na tradição pagã era costume sacrificar as coisas mais valiosas ao deus das trevas que tomava posse da criação no período de inverno, quando as trevas prevalecem sobre a luz.
Os sacerdotes druidas iam de casa em casa para receber a oferta que tinha a finalidade de aplacar os espíritos maléficos, que assim não iriam amaldiçoar ou infligir alguma desgraça aos habitantes. A pergunta era: bênção ou maldição? Os que se recusassem a dar a oferta recebiam retaliações e desgraças.
Mesmo ao longo dos séculos esta combinação ficou entre as mais importantes do calendário satânico, além de o ser para a bruxaria e o espiritismo.
Nestas últimas décadas o mundo do esoterismo transformou este acontecimento em um ritual colectivo altamente propagandista, interessando e envolvendo as crianças e os jovens. A pergunta originária transformou-se em: doce ou travessura? Assumindo um significado cada vez mais ligado ao ocultismo e, portanto, à exaltação do horror e da morte.
Dirijo-me aos pais e a todos os educadores pois aceitando esta celebração promove-se e desenvolve-se a adesão ao mundo satânico que já aprisiona multidões de adolescentes, sobretudo nas faixas urbanas das maiores cidades.
Já vemos na nossa sociedade os sinais nefastos deste mundo obscuro que captura os jovens levando-os a vestir-se de preto, a escutar música satânica, a frequentar locais dark, a tatuar os símbolos do mal.
Queremos que os nossos filhos festejem o Dia de Todos os Santos com os demónios, o mundo de satanás e da morte ou queremos que o celebrem com alegria e paz, vivendo na luz?
Exortem os vossos filhos dizendo-lhes: queres jogar e divertir-se com os demónios e os espíritos do mal ou em vez disso escolhes a alegria e a festa com os Santos que são os amigos simpáticos e maravilhosos de Jesus?

Artigo escrito pelo Padre Oreste Benzi em 28/10/2007 (a causa de  beatificação deste sacerdote que morreu no dia 2 de Novembro de 2007, começou no dia 27/9/2014).

Dom Daniel Henriques – Carta aos cristãos de Algés

Estimados irmãos e irmãs na fé, queridos amigos

Na impossibilidade de me dirigir pessoalmente a cada um de vós, pedi ao vosso pároco que fizesse chegar a toda a Comunidade algumas palavras da minha parte, eu que fui um dia vosso pároco e agora sou chamado a ser bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa.
O Papa Francisco não cessa de nos surpreender. Mas desta vez a surpresa tocou, e de que maneira, a minha própria carne e a minha história. Como nunca, as palavras de Jesus aos seus discípulos: “quem quiser ser meu discípulo, pegue na sua cruz todos os dias e siga-me” ganham hoje, na minha vida, todo o seu sentido. Sendo para muitos ascensão e glória, a Igreja convida ao novo bispo a abraçar, com amor renovado, a Cruz do Senhor. É nela, e só nela, que está toda a nossa Glória. Na minha fragilidade e indignidade, confio-me para tal à acção do Espírito Santo, à intercessão da Mãe do Céu e à oração do Povo Santo de Deus.
Na paróquia de Cristo – Rei de Algés fui pároco entre 2005 e 2016. Deus foi tecendo a minha vida com os fios de ouro que são aqueles que ele confiou ao meu cuidado pastoral: as crianças, os jovens, os anciãos, as famílias… e com os fios de prata que foram algumas provações e dificuldades. Tudo integrou a minha vida e fez de mim o que hoje sou. Louvado seja o Senhor!
Como bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa exercerei o ministério episcopal na Igreja em comunhão com o senhor Patriarca em favor desta Diocese que muito amo. Permiti-me que, nesta missão, vos exorte à Comunhão e à Missão. Vencendo todo o espírito de divisão e discórdia, de tibieza e inércia, apoiai-vos no Espírito Santo para serdes, na família e na Paróquia, construtores da unidade e luzeiros missionários.
Confio-me às vossas orações para que o Espírito me santifique no exercício do ministério apostólico. Estareis também sempre presentes no meu coração e na minha oração.
Ao padre António e aos sacerdotes que vos servem, acolhei-os sempre como aquilo que são: “o amor do coração de Jesus”, como dizia o santo cura de Ars. Trabalhai em comunhão com eles pela causa do Reino, para estardes assim em comunhão com o vosso Bispo e, nele, em comunhão com toda a Igreja.
Gostaria de vos convidar, a cada um, a estarem presentes na minha ordenação episcopal, no dia 25 de Novembro, Domingo de Cristo – Rei. Assim, cantaremos a uma só voz as maravilhas que o Senhor realiza cada dia na Sua Igreja. A celebração será às 16h00, no Mosteiro dos Jerónimos.

Unidos na mesma fé, nesta grande família diocesana onde a Igreja toda acontece.

Torres Vedras, 20 de Outubro de 2018

D. Daniel Henriques

ANO DA LITURGIA: CALENDÁRIO PARA A FORMAÇÃO LITÚRGICA

Eis o calendário de formação litúrgica para este ano 2018/2019 em todo o Patriarcado para facilitar a participação em cada um dos temas.

I – INTRODUÇÃO À LITURGIA

1 Outubro
 Alcobaça (Benedita, 21h30)
2 Outubro Lisboa I (Igreja do Sacramento, 21h30)
7 Outubro Caldas da Rainha (Santuário do Senhor da Pedra – Óbidos, 15h30)
10 Outubro Oeiras (Salão Paroquial de Nova Oeiras, 21h30)
14 Outubro Vila Franca de Xira (Castanheira do Ribatejo, 15h00, Temas I e II); Amadora (Salão Paroquial, 15h00); Torres Vedras (Centro Pastoral, 15h30)
18 Outubro Lisboa III (Colégio dos Salesianos, Prazeres, 21h30)
19 Outubro Lisboa IV (Igreja de São João de Brito, 21h00)
26 Outubro Sintra (Igreja de Rio de Mouro, 21h00); Mafra (Salão Paroquial, Basílica, 21h15)
28 Outubro Lisboa V (Seminário de Alfragide, 15h30); Sacavém (Centro Social Paroquial da Bobadela, 16h00)
6 Novembro Lisboa II (Igreja da Portela, 21h30)
13 Novembro Alenquer (Sobral de Monte Agraço, Cineteatro, 21h15); Cascais (Igreja da Boa Nova, Estoril, 21h30)
8 Março Lourinhã (Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal, 21h30)
1 Abril Loures-Odivelas (Santo António dos Cavaleiros, 21h30)

II – A LITURGIA NO TEMPO E NO ESPAÇO 

9 Outubro 
Lisboa I (Igreja do Sacramento, 21h30)
14 Outubro Vila Franca de Xira (Castanheira do Ribatejo, 15h00, Temas I e II)
4 Novembro Amadora (Salão Paroquial, 15h00); Caldas da Rainha (Santuário do Senhor da Pedra – Óbidos, 15h30)
5 Novembro Alcobaça (Benedita, 21h30)
7 Novembro Oeiras (Salão Paroquial de Nova Oeiras, 21h30)
11 Novembro Torres Vedras (Centro Pastoral, 15h30)
13 Novembro Lisboa II (Igreja da Portela, 21h30)
14 Novembro Alenquer (Sobral de Monte Agraço, Cineteatro, 21h15)
15 Novembro Lisboa III (Colégio dos Salesianos, Prazeres, 21h30)
16 Novembro Lisboa IV (Igreja de São João de Brito, 21h00)
18 Novembro Sacavém (Centro Social Paroquial da Bobadela, 16h00)
23 Novembro Sintra (Igreja de Rio de Mouro, 21h00); Mafra (Salão Paroquial, Basílica, 21h15)
25 Novembro Lisboa V (Seminário de Alfragide, 15h30)
11 Dezembro Cascais (Igreja da Boa Nova, Estoril, 21h30)
15 Março Lourinhã (Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal, 21h30)
2 Abril Loures-Odivelas (Santo António dos Cavaleiros, 21h30)


III – A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA AO LONGO DA HISTÓRIA


16 Outubro
 Lisboa I (Igreja do Sacramento, 21h30)
16 Novembro Alenquer (Sobral de Monte Agraço, Cineteatro, 21h15)
20 Novembro Lisboa II (Igreja da Portela, 21h30)
25 Novembro Amadora (Salão Paroquial, 15h00)
3 Dezembro Alcobaça (Benedita, 21h30)
5 Dezembro Oeiras (Salão Paroquial de Nova Oeiras, 21h30)
9 Dezembro Vila Franca de Xira (Castanheira do Ribatejo, 15h00); Torres Vedras (Centro Pastoral, 15h30)
14 Dezembro Lisboa IV (Igreja de São João de Brito, 21h00); Sintra (Igreja de Rio de Mouro, 21h00)
6 Janeiro Caldas da Rainha (Santuário do Senhor da Pedra – Óbidos, 15h30)
8 Janeiro Cascais (Igreja da Boa Nova, Estoril, 21h30)
17 Janeiro Lisboa III (Colégio dos Salesianos, Prazeres, 21h30)
18 Janeiro Mafra (Salão Paroquial, Basílica, 21h15)
20 Janeiro Sacavém (Centro Social Paroquial da Bobadela, 16h00)
27 Janeiro Lisboa V (Seminário de Alfragide, 15h30)
22 Março Lourinhã (Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal, 21h30)
3 Abril Loures-Odivelas (Santo António dos Cavaleiros, 21h30)


IV – MISSA (PARTE I)


23 Outubro
 Lisboa I (Igreja do Sacramento, 21h30)
18 Novembro Alenquer (Sobral de Monte Agraço, Cineteatro, 15h00, Temas IV e V)
6 Janeiro Amadora (Salão Paroquial, 15h00)
7 Janeiro Alcobaça (Benedita, 21h30)
8 Janeiro Lisboa II (Igreja da Portela, 21h30)
9 Janeiro Oeiras (Salão Paroquial de Nova Oeiras, 21h30)
13 Janeiro Torres Vedras (Centro Pastoral, 15h30)
18 Janeiro Lisboa IV (Igreja de São João de Brito, 21h00)
25 Janeiro Sintra (Igreja de Rio de Mouro, 21h00)
3 Fevereiro Caldas da Rainha (Santuário do Senhor da Pedra – Óbidos, 15h30)
10 Fevereiro Vila Franca de Xira (Castanheira do Ribatejo, 15h00)
12 Fevereiro Cascais (Igreja da Boa Nova, Estoril, 21h30)
21 Fevereiro Lisboa III (Colégio dos Salesianos, Prazeres, 21h30)
22 Fevereiro Mafra (Salão Paroquial, Basílica, 21h15)
24 Fevereiro Lisboa V (Seminário de Alfragide, 15h30); Sacavém (Centro Social Paroquial da Bobadela, 16h00, Temas IV e V)
29 Março Lourinhã (Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal, 21h30)
4 Abril Loures-Odivelas (Santo António dos Cavaleiros, 21h30)

V – MISSA (PARTE II)

30 Outubro
 Lisboa I (Igreja do Sacramento, 21h30)
18 Novembro Alenquer (Sobral de Monte Agraço, Cineteatro, 15h00, Temas IV e V)
15 Janeiro Lisboa II (Igreja da Portela, 21h30)
6 Fevereiro Oeiras (Salão Paroquial de Nova Oeiras, 21h30)
10 Fevereiro Amadora (Salão Paroquial, 15h00); Torres Vedras (Centro Pastoral, 15h30)
11 Fevereiro Alcobaça (Benedita, 21h30)
15 Fevereiro Lisboa IV (Igreja de São João de Brito, 21h00)
22 Fevereiro Sintra (Igreja de Rio de Mouro, 21h00)
24 Fevereiro Sacavém (Centro Social Paroquial da Bobadela, 16h00, Temas IV e V)
10 Março Vila Franca de Xira (Castanheira do Ribatejo, 15h00)
12 Março Cascais (Igreja da Boa Nova, Estoril, 21h30)
21 Março Lisboa III (Colégio dos Salesianos, Prazeres, 21h30)
22 Março Mafra (Salão Paroquial, Basílica, 21h15)
24 Março Lisboa V (Seminário de Alfragide, 15h30)
31 Março Caldas da Rainha (Santuário do Senhor da Pedra – Óbidos, 15h30)
5 Abril Lourinhã (Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal, 21h30); Loures-Odivelas (Santo António dos Cavaleiros, 21h30)

CATEQUESE PAROQUIAL 2018/2019

BEM-VINDOS!

No dia do Baptismo dos seus filhos, os pais manifestaram estar conscientes do compromisso de os educar na fé. Esta missão realiza-se através da oração quotidiana em família, da confissão frequente, da participação dominical na Eucaristia, da devoção mariana e na formação através da catequese.

A Paróquia de Cristo Rei de Algés/Miraflores tem vindo a ajudar os pais nesta sua missão, através da organização de grupos acompanhados por catequistas em Algés, no edifício da Igreja Paroquial e em Miraflores, no Centro Paroquial Santa Teresinha.

PRIMEIRO VOLUME

Para as crianças que pela primeira vez frequentam a catequese no primeiro volume, propomos os seguintes horários de encontro:

  • Domingo 12:00 ALGÉS (após a Santa Missa)
  • Domingo 11:00 MIRAFLORES (antes da Santa Missa)
  • Segunda-feira 18:30 MIRAFLORES (após a Santa Missa)
  • Quarta-feira 18:00 ALGÉS (antes da Santa Missa)
  • Quinta-feira 18:30 MIRAFLORES (após a Santa Missa)
  • Sábado 11:30 ALGÉS
  • Sábado 10:15 MIRAFLORES

OUTROS VOLUMES

As crianças e adolescentes que pela primeira vez desejam façam a sua inscrição, indicando o volume, mas aderindo aos horários praticados no volume correspondente.

Em geral, as crianças e adolescentes que frequentaram a catequese paroquial em 2017/2018 mantêm para 2018/2019 o mesmo horário e local de catequese, mas já no volume seguinte, não sendo necessária nova inscrição. Alguma adaptação que se mostre necessária será feita pontualmente.

PARA A INSCRIÇÃO

Ficha de Inscricao 2018-2019

21 jan 2019 «O Noivo está com eles»

TEMPO COMUM – SEMANA II – SEGUNDA-FEIRA

anos ímpares

PRIMEIRA LEITURA Hebr 5, 1-10

Leitura da Epístola aos Hebreus
Todo o sumo sacerdote, escolhido de entre os homens, é constituído em favor dos homens, nas suas relações com Deus, para oferecer dons e sacrifícios pelos pecados. Ele pode ser compreensivo para com os ignorantes e os transviados, porque também ele está revestido de fraqueza; e, por isso, deve oferecer sacrifícios pelos próprios pecados e pelos do seu povo. Ninguém pode atribuir a si próprio esta honra, senão quem foi chamado por Deus, como Aarão. Assim também, não foi Cristo que tomou para Si a glória de Se tornar sumo sacerdote; deu-Lha Aquele que Lhe disse: «Tu és meu Filho, Eu hoje Te gerei», e como disse ainda noutro lugar: «Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec». Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte e foi atendido por causa da sua piedade. Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento e, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna, Ele que foi proclamado por Deus sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedec.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 109 (110), 1.2.3.4 (R. 4bc)

Refrão: O Senhor é sacerdote para sempre. Repete-se
Ou: Tu és sacerdote para sempre,
segundo a ordem de Melquisedec. Repete-se

Disse o Senhor ao meu Senhor:
«Senta-te à minha direita,
até que Eu faça de teus inimigos escabelo de teus pés. Refrão

O Senhor estenderá de Sião
o ceptro do teu poder
e tu dominarás no meio dos teus inimigos. Refrão

A ti pertence a realeza desde o dia em que nasceste
nos esplendores da santidade,
antes da aurora, como orvalho, Eu te gerei». Refrão

O Senhor jurou e não Se arrependerá:
«Tu és sacerdote para sempre,
segundo a ordem de Melquisedec». Refrão

EVANGELHO Mc 2, 18-22

«O Noivo está com eles»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo, os discípulos de João e os fariseus guardavam o jejum. Vieram perguntar a Jesus: «Por que motivo jejuam os discípulos de João e os fariseus e os teus discípulos não je¬juam?». Respondeu-lhes Jesus: «Podem os companheiros do noivo jejuar, enquanto o noivo está com eles? Enquanto têm o noivo consigo, não podem jejuar. Dias virão em que o noivo lhes será tirado; nesses dias jejuarão. Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho, porque o remendo novo arranca parte do velho e o rasgão fica maior. E ninguém deita vinho novo em odres velhos, porque o vinho acaba por romper os odres e perdem-se o vinho e os odres. Para vinho novo, odres novos».
Palavra da salvação.

ALGÉS – MIRAFLORES