STA. CATARINA TEKAKWITHA (1656-1680) . Índia “algonquino-mohawk”, nascida no actual estado de Nova Iorque. Aos 4 anos, uma epidemia de varíola dizimou a comunidade e ela ficou orfã, ao cuidado de um tio, com o rosto marcado pela doença e a visão comprometida. Com a derrota dos índios pelos franceses, o tio teve que alojar três missionários jesuítas e ela (com 11 anos) foi encarregada de os servir. Soube então da existência das Irmãs Ursulinas, que faziam voto de castidade como os missionários, votos que também eram tradição nos índios. Assim, recusou o casamento que lhe propunham e, em 1676 , foi baptizada. De imediato se tornou pária na sua aldeia e teve que fugir para a missão de S.Francisco Xavier no Quebec, onde encontrou outra convertida que conhecera a mãe mas concordava que ela se devia casar. Porém, a determinação de Tekakwitha era total, e finalmente fez os votos 1679. A sua devoção era lendária, com jejuns e vigílias que lhe minaram a frágil saúde. Primeira índia venerada na Igreja Católica, após canonização por Bento XVl, em 2012. É padroeira da ecologia.
Actos 13, 14. 43-52 ; Sal 99, 2. 4-6. 11-12 ; Apocalipse 7, 9. 14b-17 ; João 10, 27-30
OBRIGADO À IGREJA PELAS VOCAÇÕES (Jo. 10,27-30) . “A lgreja é a casa da misericórdia, e constitui o Continue a ler IV DOMINGO DA PÁSCOA – 17/ABRlL/2016




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