S. Mateus, Apóstolo e Evangelista – Festa – 21/SETEMBRO/2015

SaoMateusS. Mateus, apóstolo e evangelista: Trata-se de um dos apóstolos, homem decidido e generoso desde o primeiro momento da sua vocação. É também evangelista – o primeiro que, por inspiração divina, pôs por escrito a mensagem messiânica de Jesus. Foi Judeu. Exercia as funções de cobrador de direitos de portagem, ao serviço de Herodes Antipas. Um dia, Jesus saía de Cafarnaum em direcção ao Lago, olhou para ele com atenção e disse-lhe: “Mateus, segue-me”. E Mateus seguiu-o e foi generoso ao seguir o chamamento e agradecido ao mesmo tempo. Acompanhou sempre o Salvador. Foi testemunha da Ressurreição, assistiu à Ascensão e recebeu o Espírito Santo no dia de Pentecostes. A glória principal de S. Mateus é o seu Evangelho, escrito primeiro em aramaico e traduzido pouco depois para o grego (cf.www.ecclesia.pt).

Ef 4,1-7.11-13; Sal 19(18),2-3.4-5; Mt 9,9-13. Continue a ler S. Mateus, Apóstolo e Evangelista – Festa – 21/SETEMBRO/2015

25º Domingo do Tempo Comum – Ano B – 20/SETEMBRO/2015

A_OMaiorEeOServoVigésimo Quinto Domingo do Tempo Comum: A liturgia do 25º Domingo Comum convida os crentes a prescindir da “sabedoria do mundo” e a escolher a “sabedoria de Deus”. Só a “sabedoria de Deus” – dizem os textos bíblicos deste Domingo – possibilitará ao homem o acesso à vida plena, à felicidade sem fim. O Evangelho apresenta-nos uma história de confronto entre a “sabedoria de Deus” e a “sabedoria do mundo”. Jesus, imbuído da lógica de Deus, está disposto a aceitar o projecto do Pai e a fazer da sua vida um dom de amor aos homens; os discípulos, imbuídos da lógica do mundo, têm dificuldade em entender essa opção e em comprometer-se com esse projecto. Jesus avisa-os, contudo, de que só há lugar na comunidade cristã para quem escuta os desafios de Deus e aceita fazer da vida um serviço aos irmãos, particularmente aos humildes, aos pequenos, aos pobres. A segunda leitura exorta os crentes viverem de acordo com a “sabedoria de Deus”, pois só ela pode conduzir o homem ao encontro da vida plena. Ao contrário, uma vida conduzida segundo os critérios da “sabedoria do mundo”, irá gerar violência, divisões, conflitos, infelicidade, morte. A primeira leitura avisa os crentes de que escolher a “sabedoria de Deus”, provocará o ódio do mundo. Contudo, o sofrimento não pode desanimar os que escolhem a “sabedoria de Deus”: a perseguição é a consequência natural da sua coerência de vida (www.ecclesia.pt).

Santos André Kim Taegón, presbítero, Paulo Chóng Hasang e companheiros, mártires, +1846: No início do século XVII, por iniciativa de alguns leigos, entrou pela primeira vez a fé cristã na Coreia. Assim se formou uma comunidade forte e fervorosa, sem pastores, quase só conduzida por leigos, até ao ano 1836, durante o qual chegaram os primeiros missionários, vindos de França, que entraram furtivamente na região. Nas perseguições dos anos 1839, 1846 e 1866, surgiram desta comunidade 103 santos mártires, entre os quais se distinguem o primeiro presbítero e ardente pastor de almas André Kim Taegon e o insigne apóstolo leigo Paulo Chong Hasang. Os outros são quase todos leigos, homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças, que, suportando o martírio, consagraram com o seu glorioso sangue os florescentes primórdios da Igreja coreana.

Sab  2,12.17-20; Sal 54(53),3-4.5.6.8; Tiago 3,16-18.4,1-3; Mc 9,30-37 Continue a ler 25º Domingo do Tempo Comum – Ano B – 20/SETEMBRO/2015

Sábado da 24ª semana do Tempo Comum – 19/SETEMBRO/2015

SenhoraDaSaletteNossa Senhora da Salette: A 19 de setembro de 1846, a Santíssima Virgem apareceu sobre uma montanha de La Salette, na França, a duas crianças: Maximino e Mélanie. Várias congregações foram fundadas pela inspiração de La Salette, entre as quais os Missionários e as Irmãos de Nossa Senhora de La Salette, que se dedicam a propagar a mensagem de reconciliação.

S. Januário, bispo, mártir, +305: Foi bispo de Benevente. Durante a perseguição de Diocleciano, sofreu o martírio juntamente com outros companheiros, em Nápoles, onde é especialmente venerado (www.liturgia.pt).

1 Tim 6,13-16; Sal 100(99),2.3.4.5; Lc 8,4-15.

Comentário do dia
São Gregório Magno (c. 540-604), papa, doutor da Igreja
Homilias sobre o Evangelho

Dar fruto pela perseverança

Vigiai para que a palavra que recebestes ressoe no fundo do vosso coração e aí permaneça. Tende cuidado para que a semente não caia ao longo do caminho, e o espírito mau não venha apagar a palavra da vossa memória. […] Tende cuidado para que o chão pedregoso não receba a semente e não produza uma boa acção desprovida das raízes da perseverança. Com efeito, muitos se alegram ao ouvir a palavra e se dispõem a empreender boas obras. Mas mal as provações começaram a apertar, renunciam ao que tinham empreendido. Assim é o solo pedregoso ao qual faltou a água, de tal forma que o germe da semente não chegou a dar o fruto da perseverança. Mas a terra boa dá fruto pela paciência: entendamos por isso que as nossas boas obras podem ter valor se suportarmos pacientemente os inconvenientes que o nosso próximo nos provoca. Aliás, quanto mais avançamos para a perfeição, mais provas temos de suportar; uma vez que a nossa alma abandonou o amor do mundo presente, cresce a hostilidade desse mundo. É por isso que vemos muitos que penam sob um pesado fardo (Mt 11,28), embora as suas obras sejam boa. […] Mas, de acordo com a palavra do Senhor, «produzem fruto pela perseverança» suportando humildemente essas provas, de tal forma que, após terem penado, serão convidados a entrar na paz do céu.

Fonte: evangelhoquotidiano.org

Sexta-feira da 24ª semana do Tempo Comum – 18/SETEMBRO/2015

SaoJoseDeCopertinoS. José de Cupertino, religioso, +1663: São José de Cupertino nasceu em Cupertino, na Púglia, no ano de 1603. Paupérrimo, viveu os primeiros meses de vida num estábulo, porque o pai, endividado, teve de vender tudo. A vida deste santo tem aspectos desconcertantes. Aos 17 anos queria ser frade, mas os frades menores não o aceitaram porque era muito ignorante, e os capuchinhos que o haviam acolhido como irmão leigo, pouco depois impuseram-lhe que depusesse o hábito por causa da sua grande confusão mental. Em lugar algum o queriam de volta, nem a sua própria mãe. Finalmente, os frades menores de Grotella abriram-lhe as portas do convento, confiando-lhe os mais humildes serviços, como cuidar de uma mula. José auto-definiu-se: “irmão burro”, e não obstante isso queria estudar para padre. Nos exames foi sorteada a única questão que ele sabia: comentar o Evangelho. Desde aquele momento começaram a aparecer na vida desse frade esquisito os sinais da predileção divina e fenómenos que atestam a santidade interior (www.catolicanet.com.br).

1 Tim 6,2c-12; Sal 49(48),6-7.8-10.17-18.19-20; Lc 8,1-3. Continue a ler Sexta-feira da 24ª semana do Tempo Comum – 18/SETEMBRO/2015