Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
- Domingo, 06 — FI_212_UnidadePastoral — FI_212_Alges
Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
Beata Teresa de Calcutá, religiosa, +1997: Agnes Gonxha Bojaxhiu nome de baptismo da que ficou mundialmente conhecida por Madre Teresa de Calcutá, nasceu na Albânia (então Macedónia) em 1910 e tornou-se cidadã indiana, em 1948. Prémio Nobel da Paz em 1979. Oriunda de uma família católica, aos doze anos já estava determinada a ser missionária. Começou por fazer votos na congregação das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, aos 18 anos, na Irlanda, onde viveu. A sua vida na Índia começou como professora. Só ao fim de dez anos sentiu necessidade de criar a congregação das Irmãs da Caridade e dedicar a sua longa vida aos pobres abandonados e mais desprotegidos de Calcutá. Entre as suas prioridades estava matar a fome e ensinar a ler aos “mais pobres entre os pobres”, bem como a leprosos, portadores de SIDA e mulheres abandonadas. Depois do Prémio Nobel, em 1979, passou a ser muito conhecida e as casas das Irmãs da Caridade contam-se hoje por centenas nos mais diversos países do Mundo. O seu exemplo de dedicação sem temer contrair doenças contagiosas, a sua vida exemplar, sempre na sua fé católica deram-lhe, em vida, a certeza de que era santa. Aguarda-se a sua canonização.
Col 1,21-23; Sal 54(53)3-4.6.8; Lc 6,1-5.
Comentário do dia
Bento XVI, papa de 2005 a 2013
Homilia, Celebração Eucarística, XX Jornada Mundial da Juventude, 21/08/05
Tornar Cristo Senhor do nosso sábado
A Eucaristia faz parte do domingo. Na manhã de Páscoa, primeiro as mulheres, depois os discípulos, tiveram a graça de ver o Senhor. Nesse momento, compreenderam que, doravante, o primeiro dia da semana, o domingo, seria o dia dele, o dia de Cristo. O dia do início da criação tornava-se o dia da renovação da criação. Criação e redenção caminham juntas. É por isso que o domingo é tão importante. É belo que, nos nossos tempos, em tantas culturas, o domingo seja um dia livre ou, com o sábado, constitua mesmo o que se chama o “fim-de-semana” livre. Esse tempo livre, contudo, permanece vazio se Deus não estiver aí presente. Queridos amigos! Às vezes, num primeiro momento, pode tornar-se talvez incómodo ter de prever também a Missa no programa do domingo. Mas, se a tal vos comprometerdes, constatareis também que isso é precisamente o que dá a verdadeira razão ao tempo livre. Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai os outros a descobri-la. Porque a alegria de que precisamos emana dela, devemos aprender a perceber cada vez mais a sua profundidade, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos nesse sentido, porque vale a pena! Descubramos a profunda riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não fazemos a festa para nós mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que nos prepara uma festa.
fonte: evangelhoquotidiano.org
Nossa Senhora Consoladora: A devoção para com Nossa Senhora Consolata (ou Consoladora dos Aflitos) surgiu em Turim (norte da Itália), na metade do século V. Segundo uma tradição alicerçada em sólidos fundamentos, o quadro de Nossa Senhora Consolata foi trazido da Palestina por Santo Eusébio, Bispo de Vercelli, que o doou a São Máximo, Bispo de Turim. São Máximo, por sua vez, no ano 440, expôs o quadro à veneração dos fiéis de Turim, num altarzinho erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André.
O povo, a convite do seu Bispo, começou a venerar a efígie daquele quadro com grande fé e devoção. E Maria começou a distribuir muitas graças, inclusive graças extraordinárias, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, o Bispo e o povo começaram então a invocá-la com os títulos de “Mãe das Consolações”, “Consoladora dos Aflitos”, e “Consolata” (Consolata é a forma popular de Consoladora). O quadro de Nossa Senhora Consolata permaneceu exposto à veneração dos fiéis sem sofrer nenhum transtorno, durante quatro séculos consecutivos. Por volta do ano 820 penetrou na cidade de Turim a funesta heresia dos iconoclastas (pessoas que quebravam e destruíam toda e qualquer imagem ou quadro religioso expostos ao culto). Em tal circunstância, temendo que o quadro da Consolata fosse destruído, os religiosos que tomavam conta da igreja de Santo André resolveram tirá-lo do altar do oratório e escondê-lo nos subterrâneos da igreja, esperando que passasse a onde devastadora dos iconoclastas. Mas a perseguição se prolongou por longos anos. As pessoas que haviam escondido o quadro morreram sem revelar o lugar do seu esconderijo. Assim, o quadro ficou desaparecido pelo espaço de um século. Este facto fez com que os fiéis deixassem de frequentar o oratório e perdessem, aos poucos, a lembrança da Virgem Consoladora. Mas a Divina Providência velava. No ano 1014, Nossa Senhora apareceu a Arduíno, Marquês de Ivréia, gravemente enfermo, e pediu-lhe que construísse três capelas em sua honra: uma em Belmonte, outra em Crea e a terceira em Turim, esta última junto às ruínas da antiga igreja de Santo André, cuja torre ainda permanecia de pé. O Marquês Arduíno milagrosamente curado por Nossa Senhora, logo mandou construir as três capelas. Ao fazerem as escavações para os alicerces da capela de Turim, os operários encontraram no meio dos escombros o quadro de Nossa Senhora Consolata, ainda intacto, apesar de ser uma pintura em tela. O facto encheu de alegria a população da cidade e a devoção à Mãe das Consolações renasceu mais forte que antes. Parecia que nunca mais se apagaria, mas não foi assim. As numerosas guerras, as frequentes epidemias que assolavam a região, as invasões, etc., fizeram que muitos habitantes de Turim abandonassem a cidade; com tal situação, a igreja de Santo André e a capela de Nossa Senhora Consolata foram desmoronando aos poucos e tudo acabou novamente num monte de escombros. E o quadro da Consolata, mais uma vez, ficou mergulhado nas ruínas pelo espaço de 80 anos… Deus intervém de novo, e de forma extraordinária. Em 1104 um cego de Briançon (pequena cidade da França), chamado João Ravache, teve uma visão de Nossa Senhora; a Virgem Maria prometeu devolver-lhe a luz dos olhos se fosse a Turim visitar a sua capela que jazia em ruínas… Lutando contra muitas dificuldades o cego chegou a Turim. O Bispo da cidade, Mainardo, acolheu e ouviu o cego; ciente de que se tratava de um facto real, mandou fazer as escavações no local mencionado pelo cego, de acordo com a indicação que Nossa Senhora lhe dera durante a visão. No dia 20 de Julho de 1104, o quadro da Consolata foi reencontrado sob as ruínas, ainda intacto. O cego, conduzido à presença do quadro, recuperou instantaneamente a vista. O numeroso povo que presenciara ao fato rompeu em brados de alegria. O Bispo Mainardo, comovido, ergueu repetidas vezes esta invocação a Nossa Senhora: “Rogai por nós, Virgem Consoladora!” E o povo respondeu: “Intercedei pelo vosso povo!” Este episódio consolidou na alma do povo de Turim a devoção para com Nossa Senhora Consolata. A profunda confiança dos fiéis na poderosa protecção da Mãe das Consolações foi sobejamente premiada ao longo dos séculos. Hoje, depois de 15 séculos, no local do primeiro oratório, surge o devoto santuário da Consolata, que se tornou o coração mariano de todo o norte da Itália. Foi junto àquele santuário que, no primeiro decénio do século XX, o Beato José Allamano fundou o Instituto dos Missionários e das Missionárias da Consolata. Actualmente, a devoção de Nossa Senhora Consolata é conhecida em muitos países de vários continentes.
Santa Rosa de Viterbo, virgem, +1252: Rosa de Viterbo nasceu em Viterbo (Itália), cerce de 1233 e morreu provavelmente em 1252. Terciária franciscana desde 1250, empenhou-se na luta contra os cátaros protegidos pelo imperador Frederico II e, por isso, foi exilada de Viterbo, para onde só pôde retornar após a morte do imperador. Às duas festas da santa, a litúrgica (6 de março) e a popular (4 de setembro), estão ligadas manifestações folclóricas ena sua cidade natal, dentre as quais a dos 62 cavaleiros de Santa Rosa.
Col 1,15-20; Sal 100(99), 1.2.3.4.5.; Lc 5,33-39.
Comentário do dia
São Pascácio Radbert (?-c. 849), monge beneditino
Comentário sobre o evangelho de Mateus
«E serão ambos uma só carne. É grande este mistério: refiro-me a Cristo e à sua Igreja» (Ef 5,31)
Uma união estranha e extraordinária teve lugar logo que «o Verbo encarnou» no seio da Virgem e «habitou entre nós» (Jo 1,14). Da mesma forma que todos os eleitos ressuscitaram em Cristo quando Ele ressuscitou, assim também nele foram celebradas núpcias: a Igreja foi unida a um Esposo pelos laços do matrimónio quando o homem-Deus recebeu em plenitude os dons do Espírito Santo e toda a divindade veio habitar num corpo semelhante ao nosso. […] Cristo tornou-Se homem pelo Espírito Santo e, «como um esposo que sai do seu quarto» (Sl 18,6), saiu do seio da Virgem que foi o seu quarto nupcial. Mas a Igreja, renascendo da água no mesmo Espírito, torna-se um só corpo em Cristo, de tal modo que «os dois são uma só carne» (Mt 19,5), coisa que, em relação a Cristo e à Igreja, é um grande mistério (Ef 5,31). Esse casamento dura desde o princípio da Encarnação de Cristo até ao momento em que Cristo virá e em que todos os ritos da união nupcial se realizarão. Então, aqueles que estiverem prontos e que tiverem observado convenientemente as condições de uma tão grande união, entrarão com Ele, cheios de respeito, na sala das núpcias eternas (Mt 25,10). Enquanto espera, a esposa prometida a Cristo caminha para o seu Esposo, e observa a aliança com Ele todos os dias, com fé e com ternura, até que Ele venha.
Fonte: evangelhoquotidiano.org
VIGARARIA DE OEIRAS - 2015/2016 --------------------------------------------------------------
SETEMBRO
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23 Qua 10:30 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
25 Sex --:-- Jornadas nacionais de Catequese (Fátima: 25-27)
29 Ter 21:30 Reunião resp. Paroquiais da catequese
(Linda-a-Velha)
OUTUBRO
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03 Sab 09:00 17:00 Formação de catequistas pela 1ª vez
(Seminário de Alfragide)
09 Sex --:-- Curso de iniciação de catequistas (Queijas:9-11)
21 Qua 10:30 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
31 Sab 09:00 13:00 Catequistas do 1º-6º (Alfragide);
'' ''' 14:00 18:00 Catequistas do 7º-10º (Alfragide).
NOVEMBRO
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06 Sex --:-- Curso de formação geral de catequistas
(Nova Oeiras: 6-8)
14 Sab 09:00 13:00 Catequistas do 1º-6º (Alfragide)
20 Sex 21:30 Conferência do Senhor Patriarca: Evangelização
e cultura - acção vicarial (S. Julião)
20 Sex --:-- Curso de formação geral de catequistas
(Nova Oeiras: 20-22)
24 Ter 21:30 Reunião da equipa vicarial de jovens (Carnaxide)
25 Qua 10:30 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
DEZEMBRO --------------------------------------------------------------- 05 Sex 21:30 Noite de oração vicarial de jovens (Carnaxide)
JANEIRO
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12 Ter 21:30 Reunião resp. Paroquiais da catequese
(Linda-a-Velha)
15 Sex 10:20 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
17 Dom 15:00 17:00 Encontro vicarial de crismandos e crismados
(Outurela)
31 Dom --:-- VISITA DA IMAGEM PEREGRINA
FEVEREIRO --------------------------------------------------------------- 01 Seg --:-- VISITA DA IMAGEM PEREGRINA 02 Ter --:-- ENCERRAMENTO DO ANO DA VIDA CONSAGRADA '' ''' 21:30 Reunião da equipa vicarial de jovens (Porto Salvo) 06 Sab --:-- Retiro Diocesano de Catequistas (Fátima) 14 Dom 09:00 17:00 Jornada Vicarial de jovens (Porto Salvo) 21 Dom --:-- Via sacra Vicarial (Porto Salvo) 23 Ter 10:30 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
MARÇO
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12 Sab 09:00 13:00 Formação de catequistas do 1º-6º (Alfragide)
'' ''' 21:30 Encontro vicarial de coros e arte cristã
22 Ter 10:30 Recolecção de Vigararia (Seminário de Alfragide)
28 Seg --:-- Peregrinação Vicarial do Ano Jubilar a Roma
(28/3-1/4)
ABRIL
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04 Seg 21:30 Reunião resp. Paroquiais da catequese (Algés)
17 Dom --:-- Assembleia Diocesana de Catequistas
25 Seg 09:00 18:00 Encontro vicarial da Pastoral Litúrgica e
renovação de mandato min. Comunhão
30 Sab --:-- Festival Vicarial da canção juvenil (Queijas)
MAIO --------------------------------------------------------------- 03 Ter 10:30 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
JUNHO --------------------------------------------------------------- 10 Sex 10:00 Acção vicarial evangelização. Mexa-se na marginal 20 Seg 21:30 Reunião resp. Paroquiais da catequese (Algés) 21 Ter 21:30 Reunião da equipa vicarial de jovens (Queijas) 28 Ter 10:30 Reunião de Vigararia (CONFHIC)
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