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4 OUT 2017

SÃO FRANCISCO DE ASSIS memória obrigatória

Nasceu em Assis, no ano 1182. Depois de uma juventude leviana, converteu se a Cristo, renunciou a todos os bens paternos e entregou se inteiramente a Deus. Abraçou a pobreza para seguir mais perfeitamente o exemplo de Cristo e pregava a todos o amor de Deus. Formou os seus companheiros com normas excelentes, inspiradas no Evangelho, que foram aprovadas pela Sé Apostólica. Fundou também uma Ordem de religiosas e uma Ordem Terceira para seculares; e promoveu a pregação da fé entre os infiéis. Morreu em 1226.

PRIMEIRA LEITURA Ne 2, 1-8

Leitura do Livro de Neemias
No mês de Nisã do ano vinte do reinado de Artaxerxes, em que eu era o copeiro-mor, tomei o vinho e servi-o ao rei. Como eu nunca me apresentara triste na sua presença, o rei perguntou-me: «Porque tens o rosto abatido? Não estás doente; mas certamente tens o coração angustiado». Eu assustei-me, mas respondi ao rei: «Viva o rei para sempre! Como não havia de andar tão triste, se a cidade onde estão os túmulos dos meus pais está em ruínas e as suas portas devoradas pelo fogo?». O rei disse-me: «Então que desejas fazer?». Eu invoquei o Deus dos Céus e respondi ao rei: «Se te agrada, ó rei, e estás contente com o teu servo, manda-me ir a Judá para reconstruir a cidade onde estão os túmulos dos meus pais». O rei, que tinha a rainha a seu lado, perguntou-me: «Quanto tempo durará a tua viagem? Quando voltarás?». Marquei uma data. O rei concordou e deixou-me partir. Eu disse ainda ao rei: «Se parecer bem ao rei, dêem-me cartas para o governador da província ocidental do Eufrates, a fim de me deixarem passar, até eu chegar a Judá, e também uma carta para Asaf, intendente do parque florestal, a fim de me dar madeira para reconstruir as portas da cidadela do templo, as muralhas da cidade e a casa onde vou morar». O rei concedeu-mo, porque a mão bondosa do meu Deus estava comigo.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 136 (137), 1-2.3.4-5.6 (R. 6a)

Refrão: Se eu me não lembrar de ti, Jerusalém,
fique presa a minha língua. Repete-se

Sobre os rios de Babilónia nos sentámos a chorar,
com saudades de Sião.
Nos salgueiros das suas margens,
dependurámos nossas harpas. Refrão

Aqueles que nos levaram cativos
queriam ouvir os nossos cânticos
e os nossos opressores uma canção de alegria:
«Cantai-nos um cântico de Sião». Refrão

Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor
em terra estrangeira?
Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
esquecida fique a minha mão direita. Refrão

Apegue-se-me a língua ao paladar,
se não me lembrar de ti,
se não fizer de Jerusalém
a maior das minhas alegrias. Refrão

EVANGELHO Lc 9, 57-62

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, Jesus e os seus discípulos iam a caminho de Jerusalém, quando alguém Lhe disse: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». Depois disse a outro: «Segue-Me». Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus».
Palavra da salvação.

ESTE DIA
HORA E LOCAL ACÇÃO ESPECIFICAÇÃO (NOTAS)
09:00 CRUZ QUEBRADA Santa Missa
09:30 CRUZ QUEBRADA Confissões
16:00 SALÃO PAROQUIAL Santa Missa
17:30 IGREJA MIRAFLORES Confissões
18:00 IGREJA MIRAFLORES Santa Missa
18:30 IGREJA
ALGÉS
Confissões
19:00 IGREJA
ALGÉS
Santa Missa
19:40 IGREJA
ALGÉS
Atendimentos Baptismo e Matrimónio (marcação prévia)

Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral

Para os fiéis que ainda não tivessem tido oportunidade de ler a Carta do Senhor Patriarca para este ano pastoral, aqui a reproduzimos, com a devida vénia, a partir do site do Patriarcado de Lisboa. Recebamo-la com fé.

“Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé”

Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral

Caríssimos diocesanos

1. De novo vos escrevo, no início do ano pastoral. Pode ser útil, entre o muito que há a fazer, quando a vida como que recomeça no espaço social e eclesial. Reabrem-se as escolas, retomam-se os ritmos, preparam-se imediatamente as catequeses e outras atividades paroquiais. Com votos amigos de bom ano pastoral 2017-2018, procuro apenas relembrar o principal da nossa vida conjugada, como Igreja que somos no Patriarcado de Lisboa.
Na exortação apostólica Evangelii Gaudium, inspiração básica do nosso Sínodo Diocesano, o Papa Francisco escreve o seguinte: «Toda a evangelização está fundada sobre esta Palavra escutada, meditada, vivida, celebrada e testemunhada. A Sagrada Escritura é fonte da evangelização. Por isso, é preciso formar-se continuamente na escuta da Palavra. A Igreja não evangeliza se não se deixa continuamente evangelizar. É indispensável que a Palavra de Deus “se torne cada vez mais o coração de toda a atividade eclesial”» (EG, nº 174) – esta última frase é citação da exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini, nº 1, do Papa Bento XVI, documento que não deixaremos de reler ao longo do ano.
Como lembro na introdução ao Programa e Calendário Diocesano, o número 38 da Constituição Sinodal de Lisboa – nosso objetivo específico de 2017-2018 – enuncia-se assim: “Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé”. Detalho depois alguns pontos desse número. Acrescentam-se “Sugestões Programáticas”, apuradas em várias instâncias diocesanas e sistematizadas pelo Secretariado da Ação Pastoral e o Secretariado do Sínodo Diocesano. São relativas 1) à centralidade, 2) ao conhecimento e 3) à transmissão da Palavra. Cumpre agora a cada comunidade concretizá-las do modo mais adequado.
O Domingo 29 de outubro será no Patriarcado de Lisboa o “Domingo da Palavra”, seguindo a indicação do Papa Francisco: «Seria conveniente que cada comunidade pudesse, num Domingo do Ano Litúrgico, renovar o compromisso em prol da difusão, conhecimento e aprofundamento da Sagrada Escritura. […] Não há de faltar a criatividade para enriquecer o momento com iniciativas que estimulem os crentes a ser instrumentos vivos de transmissão da Palavra» (Misericordia et Misera, nº 7). Cada comunidade encontrará certamente o melhor modo de acentuar então o lugar imprescindível da Palavra de Deus para o brotar constante da fé que nos salva.
Tudo isto importa para prosseguirmos em Sínodo, concretizando-o agora nas comunidades e, através delas, na sociedade que têm a missão de fermentar com o Evangelho recebido e transmitido. Sem esquecer que, além do objetivo específico para este ano pastoral, temos de atender ao objetivo transversal do triénio 2017-2020: “Fazer da Igreja uma rede de relações fraternas” (Constituição Sinodal de Lisboa, nº 60). O que requer maior reconhecimento mútuo de carismas, ministérios e serviços, com mais corresponsabilidade institucional e prática a todos os níveis da nossa vida eclesial.

2. “Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé”, constitui, de facto, um belo programa. Entendendo também que esta “Palavra” é eminentemente pessoal – na pessoa de Cristo, Verbo encarnado, e na comunhão que gera entre as pessoas que somos e aqueles a quem chegarmos.
Assim o afirma o Catecismo da Igreja Católica em dois trechos esclarecedores: «A fé cristã não é uma “religião do Livro”. O Cristianismo é a religião da “Palavra” de Deus, não duma palavra escrita e muda, mas do Verbo encarnado e vivo» (nº 108). E mais adiante: «A fé […] não é um ato isolado. Ninguém pode acreditar sozinho, tal como ninguém pode viver só. […] Foi de outrem que o crente recebeu a fé; a outrem a deve transmitir. O nosso amor a Jesus e aos homens impele-nos a falar aos outros da nossa fé» (nº 166).
Temos fé num Deus que nos “fala” na criação e Se diz plenamente na vida de Jesus, onde confluem toda a tradição bíblica e toda a indagação humana. Como escreve Bento XVI: «A Palavra eterna, que se exprime na criação e comunica na história da salvação, tornou-se em Cristo um homem, “nascido de mulher” (Gl 4, 4). Aqui, a Palavra não se exprime num discurso, em conceitos ou regras; mas vemo-nos colocados diante da própria pessoa de Jesus. A sua história, única e singular, é a palavra definitiva que Deus diz à humanidade» (Verbum Domini, nº 11).
Creio ser este o ponto central do nosso programa a cumprir. Importa que uma “ecologia integral”, como o Papa Francisco nos propôs na encíclica Laudato si’, nos faça entender e salvaguardar a criação, como primeira Palavra dum Deus que nos ama e por isso mesmo nos cria e sustenta. E que nas nossas comunidades tudo conflua para Cristo, acolhendo e meditando as Escrituras, nele cumpridas e por nós transmitidas na variedade das línguas e situações deste mundo. Toda a catequese, como o próprio vocábulo significa, há de ser “eco” da Palavra que Deus absolutamente profere em Cristo. Todos os encontros comunitários hão de partir dela, para a concretizar no dia-a-dia pessoal, familiar, eclesial e sociocultural.

3. Também a Liturgia há de ser entendida como escuta e cumprimento sacramental da Palavra. É de novo Bento XVI a lembrá-lo, na exortação apostólica pós-sinodal sobre a Palavra de Deus: «Considerando a Igreja como “casa da Palavra”, deve-se, antes de tudo, dar atenção à Liturgia sagrada. Esta constitui, efetivamente, o âmbito privilegiado onde Deus fala no momento presente da nossa vida: fala hoje ao seu povo, que escuta e responde. Cada ação litúrgica está, por sua natureza, impregnada da Sagrada Escritura» (Verbum Domini, nº 52).
Neste sentido, só podemos estar agradecidos ao movimento litúrgico que, com o Concílio Vaticano II, nos restituiu uma Liturgia mais próxima da antiga tradição e isenta de motivos posteriores que a tinham tornado menos clara e expressiva. Como bem sintetiza um dos principais colaboradores do Beato Paulo VI na reforma litúrgica providencialmente empreendida: «No que respeita à Eucaristia, começou por reorganizar-se o quadro da sua celebração. Reencontrou-se dessa forma a disposição dos lugares que fora a da basílica antiga […]: a cadeira da presidência para o bispo ou o presbítero, rodeada pelos bancos dos concelebrantes e dos ministros, o ambão da Palavra de Deus, o altar do sacrifício, que é simultaneamente a mesa do Senhor, disposto de maneira a permitir ao sacerdote celebrar voltado para o povo, favorecendo o diálogo entre o celebrante e a assembleia. O Concílio restaurou a concelebração, que manifesta bem a unidade do sacerdócio, quando ela tinha praticamente desaparecido no Ocidente há mais de mil anos. […] A inovação mais marcante foi o regresso ao uso das línguas vivas, que fora o da Igreja primitiva. […] A Palavra de Deus reencontrou o lugar que ocupava no tempo dos Padres da Igreja. A assembleia dos crentes ouve ler novamente a Lei ou o Profeta, o Salmo, o Apóstolo e o Evangelho. […] A oração eucarística é novamente dita em voz alta, de modo que ninguém assiste mais à Missa sem ouvir da boca do sacerdote o relato da instituição da Eucaristia e sem ter respondido pela sua aclamação à ordem do Senhor: Fazei isto em memória de Mim. […] Na comunhão, cada batizado pode receber o Corpo de Cristo na mão, depois de ter proclamado o seu Amen, como no tempo de Agostinho e de Cirilo em Jerusalém. Também se pode, em certos dias, beber do cálice do Senhor: Bebei todos dele, dissera Jesus aos seus apóstolos. A Eucaristia da Igreja nunca foi mais do que hoje uma reiteração fiel da Ceia de Jesus» (Pierre Jounel, A Missa ontem e hoje, Fátima, Secretariado Nacional de Liturgia, 2016, p. 44-45).
A citação é um pouco longa, mas creio ser oportuno fazê-la, para nos inteirarmos, porventura mais e melhor, da importância da Liturgia – e da Eucaristia em especial – como lugar por excelência da transmissão da Palavra, comunitariamente ouvida, sacramentalmente concretizada e mais de acordo com os primeiros elos da autêntica tradição eclesial.

4. Continuando a receção da Constituição Sinodal de Lisboa, dedicaremos depois e especialmente 2018-2019 à vivência litúrgica, como “lugar de encontro” com Deus e com os outros a partir de Deus (cf. CSL, nº 47). E 2019-2010 a “sair com Cristo ao encontro de todas as periferias” (cf. CSL, nº 53).
Entretanto, sobre este último ponto, retomo duas considerações pontifícias sobre a Palavra de Deus e a sua projeção social e evangelizadora. Primeiro, quando Bento XVI escreve e transcreve: «O amor ao próximo, radicado no amor de Deus, deve ser o nosso compromisso constante como indivíduos e como comunidade eclesial local e universal. Diz Santo Agostinho: “É fundamental compreender que a plenitude da Lei, bem como de todas as Escrituras divinas, é o amor […]. Por isso, quem julga ter compreendido as Escrituras, ou pelo menos uma parte qualquer delas, mas não se empenha a construir, através da sua inteligência, este duplo amor de Deus e do próximo, demonstra que ainda as não compreendeu”» (Verbum Domini, nº 103). Na verdade, compreender a Palavra é um exercício de inteligência prática, só cumprido no amor concreto a Deus e ao próximo – e de Deus no próximo. Assim mesmo Jesus Cristo o “disse e fez”.Depois, sobre a “nova evangelização”, que hoje tem necessariamente de complementar a tradicional “missio ad gentes”: «O nosso deve ser cada vez mais o tempo de uma nova escuta da Palavra de Deus e de uma nova evangelização. É que descobrir a centralidade da Palavra de Deus na vida cristã faz-nos encontrar o sentido mais profundo daquilo que João Paulo II incansavelmente lembrou: continuar a missio ad gentes e empreender com todas as forças a nova evangelização, sobretudo naquelas nações onde o Evangelho foi esquecido ou é vítima da indiferença da maioria por causa de um difundido secularismo» (Verbum Domini, nº 122). É bem evidente que no Patriarcado de Lisboa há lugar e urgência, tanto para o fomento da vida cristã nas comunidades constituídas, como para o anúncio mais criativo do Evangelho a quem o esqueceu e para o primeiro anúncio a quem nunca o ouviu.
Na sua exortação programática, base do nosso caminho sinodal em Lisboa, o Papa Francisco estimula-nos a um renovado anúncio evangélico que nos renovará também a nós, como Igreja em missão. Com palavras que nos entusiasmarão decerto, neste começo de ano pastoral, especialmente dedicado à Palavra de Deus – de Deus para nós e de nós para todos: «Um anúncio renovado proporciona aos crentes, mesmo tíbios ou não praticantes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. Na realidade, o seu centro e a sua essência são sempre o mesmo Deus que manifestou o seu amor imenso em Cristo morto e ressuscitado. Ele torna os seus fiéis sempre novos; ainda que sejam idosos, renovam as suas forças […]. Sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo atual. Na realidade, toda a ação evangelizadora autêntica é sempre “nova”» (Evangelii Gaudium, nº 11).

Caríssimos diocesanos: Além de saudar-vos com muita estima, pretendo com esta carta ativar, ainda mais, a receção da Constituição Sinodal de Lisboa, no ano pastoral que iniciamos. Repito que não se trata de fazer necessariamente “mais coisas”. Trata-se sobretudo de prosseguirmos biblicamente inspirados e criativamente conjugados na caminhada que o Espírito impele para a evangelização do mundo, constante “programa” da Igreja. – Nossa Senhora, que inteiramente acolheu, incarnou e ofereceu o Verbo de Deus, nos ensinará a fazê-lo agora!

Convosco, em oração e companhia,

† Manuel, Cardeal-Patriarca

Lisboa, 1 de setembro de 2017

CATEQUESE PAROQUIAL – bem-vindos!

BEM-VINDOS!

“Felizes, antes, os que escutam a Palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11,28).

Recomeçou a catequese paroquial. Foi bom, já ontem, reencontrar os catequistas e os grupos. São felizes neste escutar a palavra de Deus, viva e eficaz, e fazer desta palavra a semente da vida verdadeira.

A catequese é este ecoar da palavra no coração que deseja encontrar-se com a verdade que o abraça, que palpita de alegria na presença do olhar de Jesus, que procura, como Maria, meditar e pôr em prática a palavra escutada: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc 1,38).

Cada família e a Paróquia inteira, como família de famílias, encontre na Palavra sempre nova “o lugar onde nasce a fé”, nos Sacramentos da Confissão e da Eucaristia fontes da santidade, em Maria, Mãe do Céu, o modelo sublime, a intercessão forte e a presença suave, mostrando que “a Deus nada é impossível” (Lc 1,37).

PRIMEIRO VOLUME

Para as crianças que pela primeira vez frequentam a catequese no primeiro volume, propomos os seguintes horários de encontro:

  • Domingo 09:45 ALGÉS
  • Domingo 11:00 MIRAFLORES
  • Segunda-feira 18:30 MIRAFLORES
  • Quinta-feira 18:30 MIRAFLORES
  • Sábado 11:30 MIRAFLORES

OUTROS VOLUMES

As crianças e adolescentes que pela primeira vez desejam frequentar a catequese podem encontrar os horários em Algés e Miraflores.

PARA A INSCRIÇÃO

Ficha de Inscrição – 2017-2018

Família de Afrin – nova morada

Saudações e paz.

Por motivos de força maior foi necessário procurar uma nova casa para a Família de Afrin, acolhida na Paróquia de Algés, mediante a colaboração das comunidades de Algés – Miraflores e Cruz Quebrada – Dafundo e do Centro Social Paroquial de Algés.

Graças a Deus a família encontra-se bem e feliz entre nós. Rezemos para que possa chegar o pai do menino, o que ainda não aconteceu.

Com a nova casa dá-se também a nova circunstância de faltar completamente o recheio, enquanto que na anterior, muitas coisas tinham sido deixadas e emprestadas.

Segue a lista dos bens necessários:

Quantidade / Item / estimativa em €

1 Mesa de Jantar Sala 129

4 Cadeiras Sala 116

1 Móvel Sala 139

1 Mesa computador 69,99

1 Televisão 99,99

1 Aparelhagem 44,97

2 Cama Casal 179,98

2 Colchão Casal Quarto Casal Quarto Bebe 159,98

2 Comoda Quarto Casal Quarto Bebe 119,98

1 Candeiro Tecto Quarto 29,99

1 Bengaleiro Corredor 19,99

1 Candeiro Tecto Corredor 14,99

1 Candeeiro Tecto WC 35

1 Máquina Lavar Roupa Cozinha 249,99

1 Fogão com Forno Cozinha 199,99

1 Esquentador Cozinha 199,99

1 Candeeiro Tecto Cozinha 24,99

Contacto para a coordenação de entregas: Ricardo Inácio – 933 364 947

Local para a entrega: Paróquia da Cruz Quebrada, Rua Bento Jesus Caraça 7.

Horario: 8:30 a 17:30

A estimativa global de custos é de 1.673,82€. De boa vontade se recebem ofertas também em dinheiro para serem imediatamente revertidas na aquisição dos items indicados.

Muito obrigado.

“Quem acolher um destes pequeninos em meu nome, a Mim acolhe”.

Com uma oração e bênção

Pe António Figueira

Equipa d’África: Missa de envio

Gostaríamos de vos convidar para a Missa de Envio dos voluntários que este ano irão partir em Missão pela Equipa d’África.

Será no próximo Domingo, dia 30 de Julho, às 19h45 na Igreja da Santíssima Trindade, em Miraflores (Rua Santa Teresinha do Menino Jesus, junto ao centro comercial).

Esperamos contar com a vossa presença para juntos darmos graças por mais um ano que passou e rezarmos pelas missões que se aproximam.

Tamos Juntos – Juntos pela Missão