Escondestes estas coisas aos sábios e inteligentes e as destes a conhecer aos pequeninos
Há uma semana partilhei com os membros da equipa mais directamente activa no acolhimento da Família de Afrin e na ajuda às questões do dia a dia. Hoje vi que toda a comunidade paroquial faz parte do mesmo acolhimento. Vi que foi a palavra e o gesto do Papa Francisco que nos levou a acolher. Vi como é grande e magnífico o dom da paz, como disse Nossa Senhora: «Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra».
Pe. António Figueira
Ontem, Quinta-feira, dia semanal do Sacerdócio e da Adoração do Santíssimo Corpo de Cristo na Cruz Quebrada, cheguei de bicicleta para a missa às 9 da manhã ao mesmo tempo que chegava o Senhor Sobhi, empurrando como que a embalar suavemente o seu pequeno neto Jane no carrinho de bebé. Àquela hora da manhã era ainda mais evidente o sentimento embevecido de ternura deste avô que num lugar de paz subia a rampa sem esforço e cheio de esperança no futuro que transportava à sua frente. Ao chegar a entrada, parou e usou o tapete para entrar em casa sem pó nos pés. Eu ia atrás dele. Naquele momento caí em mim: eu nunca tinha usado o tapete daquela maneira, como sinal de respeito. Tudo se refez naquele instante e ergueu-se à minha frente a bela imagem do acolhimento que vocês têm sido como um abraço respeitoso e autêntico, nem imposto, nem formal. Revi e revivi os primeiros encontros no ano anterior, a comunidade, o Santo Padre, a procura de recursos, como quando se prepara o nascimento de um bebe (Jesus nasceu numa manjedoura), os contactos, os contratos, a chegada, a primeira ida a casa, a segunda, a terceira, as crianças da escola, as da catequese, os seus desenhos e mensagens, os sorrisos e olhos francos do Sobhi, da Zanoub, da Fatme e do Jane. Na entrada da Igreja o avô explicou-me: o Jane, quando acorda, já diz «scola», «scola». Mais sorrisos e alegria. Há um ano, onde estava? E como estava esta família ? Dou graças a Deus, e acredito que Ele também esteja contente (há festa no Céu) com o que este grupo de acolhimento semeou, plantou e está a cuidar. Na semana passada, quando estive lá em casa para os acompanhar no luto pelo irmão do Senhor Sobhi, falei em Fátima, nos pastorinhos, e disse que o Papa vem a Portugal. Nós te agradecemos, Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, que desde o nascimento desta terra a tornaste meta, berço e lugar de Paz. Ajudai-nos a ser dignos do chamamento do Vosso Filho. Dai-nos a graça de Vos reconhecermos em Fátima. Intercedei junto do Vosso Filho para que se possam reencontrar em breve e os possa ver como um só o pai e a mãe do pequeno Jane. Ele precisa disso para não crescer como parte quebrada de um todo. Isto o pedimos, para a glória de Deus Pai. E a vós, e às Vossas famílias, abençoe Deus todo poderoso Pai, + Filho e Espírito Santo. Amen.
pe. António figueira
in evangelhoquotidiano.org
Comentário do dia
São Máximo de Turim (?-c. 420), bispo
Sermão 28
«Quarenta dias que nos conduzem ao batismo na morte e ressurreição de Cristo»
«Ouvi-te no tempo favorável; socorri-te no dia da salvação» (Is 49,8). E o apóstolo Paulo continua a citação com as palavras: «É este o tempo favorável; é este o dia da salvação» (2Cor 6,2). Também eu vos tomo por testemunhas: eis os dias da redenção, eis chegado de algum modo o momento da cura espiritual; podemos aliviar todas as nódoas dos nossos vícios, todas as feridas dos nossos pecados, se o rogarmos constantemente ao médico da nossa alma, se […] não negligenciarmos nenhuma das suas prescrições. [..].
O médico é Nosso Senhor Jesus Cristo, que disse: «Sou Eu que faço morrer, sou Eu que faço viver» (Dt 32,39). O Senhor começa por fazer morrer, depois torna a dar a vida. Pelo batismo, Ele destrói em nós adultérios, homicídios, crimes e roubos; depois faz-nos reviver, como homens novos, na imortalidade eterna. Morremos para os nossos pecados pelo batismo, e retomamos a vida no Espírito da vida. […] Entreguemo-nos ao médico com paciência, para recuperarmos a saúde. Ele podará, cortará e retirará tudo o que tiver descoberto em nós de indigno, de manchado pelo pecado, de corroído pelas úlceras, por forma a que, uma vez eliminadas todas as feridas do demónio, só exista em nós o que é de Deus.
Eis a primeira das suas prescrições: consagrar quarenta dias ao jejum, à oração, às vigílias. O jejum cura a frouxidão, a oração alimenta a alma religiosa, as vigílias repelem as armadilhas do diabo. Depois deste tempo consagrado a todas estas observâncias, a alma, purificada e provada por tantos exercícios, chega ao batismo, recuperando as forças pelo mergulho nas águas do Espírito; e tudo o que tinha sido queimado pelas chamas das doenças renasce pelo orvalho da graça do céu. […] Por um novo nascimento, renascemos outros.
LEITURAS:
Joel 2, 12-18; Sal 50 (51), 3-4. 5-6a. 12-13. 14 e 17
2 Cor 5, 20 – 6, 2
Mt 6, 1-6. 16-18
* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* Proibidas outras celebrações.
* Dia de jejum e abstinência.
ESTE DIA:
19:15 CRUZ QUEBRADASanta Missa(com a imposição das cinzas)
| hora e local | acção | especificação | (notas) |
| 09:00 CRUZ QUEBRADA | Santa Missa | (com a imposição das cinzas) | |
| 11:30 LAR MADRE MARIA CLARA | Santa Missa | (com a imposição das cinzas) | |
| 16:00 SALÃO PAROQUIAL | Santa Missa | (com a imposição das cinzas) | |
| 17:30 MIRAFLORES | Confissões | ||
| 18:00 MIRAFLORES | Santa Missa | (com a imposição das cinzas) | |
| 18:30 ALGÉS | Catequese com as crianças e as famílias das crianças que frequentam a catequese | Jardim do Parque Anjos, seguindo para a Igreja | |
| 19:00 ALGÉS | Santa Missa | (com a imposição das cinzas) | |
| 19:15 CRUZ QUEBRADA | Santa Missa | (com a imposição das cinzas) |
Faltam poucos dias para o começo do tempo santo da Quaresma. O Papa Francisco, na mensagem já publicada no sítio do Vaticano, para preparar a Páscoa, convida-nos a um novo começo, sabendo que o outro é um dom, que o pecado nos cega e, finalmente, que a Palavra é um dom. É a parábola por uma lado, do homem rico, cujo nome se não conhece, vazio de identidade humana, afastado de Deus e, por outro, acolhido no seio de Abraão eternamente, do pobre Lázaro, cujas feridas eram lambidas pelos cães na sua vida terrena.
Transcrevemos do sítio Vaticano o texto integral da belíssima mensagem do Papa Francisco:
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA A QUARESMA DE 2017
A Palavra é um dom. O outro é um dom
Amados irmãos e irmãs!
A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).
A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.
1. O outro é um dom
A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.
A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).
Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.
2. O pecado cega-nos
A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).
O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.
Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).
O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.
Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).
3. A Palavra é um dom
O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).
Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.
Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.
Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).
Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.
Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.
Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016.
FRANCISCO
FESTA DA CADEIRA DE SÃO PEDRO, APÓSTOLO
in evangelhoquotidiano.org
Comentário do dia
São Leão Magno (?-c. 461), papa, doutor da Igreja
Sermão para o aniversário da sua ordenação episcopal
«Sobre esta pedra, edificarei a minha Igreja»
Irmãos, quando tenho de cumprir os deveres do meu cargo episcopal, descubro que sou fraco e cobarde, carregado com a fragilidade da minha própria condição, embora deseje agir com generosidade e coragem. No entanto, bebo a minha força na intercessão incansável do Sacerdote todo-poderoso e eterno que, semelhante a nós mas igual ao Pai, humilhou a sua divindade até ao nível do homem e elevou a humanidade até ao nível de Deus, encontrando uma justa e sã alegria nas disposições que Ele tomou. Com efeito, delegando em numerosos pastores o cuidado do seu rebanho, Ele não abandonou a guarda das suas ovelhas bem-amadas. Graças a esta assistência fundamental e eterna, recebi eu mesmo a proteção e o apoio do apóstolo Pedro, que também não abandona as suas funções. Este sólido alicerce, sobre o qual se eleva a Igreja em toda a sua altura, não se cansa nunca de sustentar a massa do edifício que sobre ele repousa.
A firmeza desta fé, pela qual o primeiro dos apóstolos foi louvado, nunca desfalece. Assim como permanece tudo o que Pedro professou, de igual modo permanece o que Cristo estabeleceu em Pedro, e permanece a disposição querida pela vontade de Deus. S. Pedro persevera na solidez que recebeu: não abandonou o leme da Igreja, que foi deixado nas suas mãos. Eis, meus irmãos, o que obteve aquela profissão de fé inspirada por Deus Pai ao coração do apóstolo: este recebeu a solidez de uma pedra que nenhum assalto pode deslocar. Em toda a Igreja, Pedro proclama dia após dia: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo».
LEITURAS:
1 Pedro 5, 1-4
Sal 22 (23), 1-3. 4. 5. 6
Mt 16, 13-19
ESTE DIA:
| hora e local | acção | especificação | (notas) |
| 09:00 CRUZ QUEBRADA | Santa Missa | ||
| 10:30 CONFHIC | Reunião de Vigararia | ||
| 16:00 SALÃO PAROQUIAL | Santa Missa | ||
| 17:30 MIRAFLORES | Confissões | ||
| 18:00 MIRAFLORES | Santa Missa | ||
| 18:30 ALGÉS | Confissões | ||
| 19:00 ALGÉS | Santa Missa | ||
| 19:45 ALGÉS | Atendimentos em vista do Matrimónio | (prévia marcação) |
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