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Semana dos Seminários 2016 – 6 a 13 Novembro

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SEMANA DOS SEMINÁRIOS DIOCESANOS 2016

Paróquias:
Cristo Rei e Senhor Jesus dos Aflitos

ORAÇÃO

Maria, Senhora da Mensagem e do Rosário,
profecia do amor misericordioso de Deus,
primícia e figura da Igreja fiel e crente:
intercedei por todas as famílias a Deus Pai
para que nelas resplandeça a fé e a ternura,
a alegria da comunhão e da fidelidade
e sejam fecundas na sua identidade e missão.

Maria, Senhora do Imaculado Coração,
Mãe do Amor belo e da misericórdia,
humilde serva e discípula do Senhor,
intercedei por todos os seminaristas a Deus Pai,
para que, movidos pela misericórdia do Senhor,
respondam com generosidade à sua vocação
no cumprimento da vontade e do amor de Deus.

Maria, Senhora mais brilhante que o Sol,
imagem da Igreja revestida da luz pascal.
Mãe do Evangelho vivente e Mãe da Igreja:
intercedei por todos os sacerdotes a Deus Pai
para que sejam homens de Deus e arautos da fé
e, fiéis no seu ministério sejam servos de todos,
pastores fortalecidos no coração de Cristo, Bom Pastor.

CARTA ÀS FAMÍLIAS, EM PARTICULAR AOS PAIS DAS CRIANÇAS QUE FREQUENTAM A CATEQUESE PAROQUIAL

TERÇO VOCACIONAL

VIGÍLIA DE ORAÇÃO

ORAÇÃO BREVE (PARA IMPRIMIR)

06 nov 2016

in evangelhoquotidiano.org

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XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM

Comentário do dia
Orígenes (c. 185-253), presbítero, teólogo
Comentário à Epístola aos Romanos 4,7; PG 14, 985

«Sendo filhos da ressurreição, são filhos de Deus»

No último dia, a morte será vencida. Depois do suplício da cruz, a ressurreição de Cristo contém misteriosamente a ressurreição de todo o Corpo de Cristo; e assim como este foi crucificado, posto no túmulo e de seguida ressuscitado, assim também todo o Corpo dos santos de Cristo foi crucificado com Ele e já não vive em si próprio.

Desse modo, quando sobrevier a ressurreição do verdadeiro Corpo de Cristo, do seu Corpo total, então os membros de Cristo, que são atualmente ossos ressequidos, reunir-se-ão juntura por juntura (Ez 37,1s), encontrando cada um o seu lugar próprio, «até que cheguemos todos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao homem adulto, à medida completa da plenitude de Cristo» (Ef 4,13). Então a multidão dos membros constituirá um só Corpo, porque todos pertencem ao mesmo Corpo (Rom 12,4).

LEITURAS:

Mal 3, 19-20a; Sal 97 (98), 5-6. 7-8. 9
2 Tes 3, 7-12
Lc 21, 5-19

ESTE DOMINGO:

06 novembro 2016


ANOTAÇÕES


INÍCIO DA SEMANA DOS SEMINÁRIOS


  Convidados a colocar a intenção na oração pessoal, familiar, comunitária: os seminaristas, as equipas formadoras, as famílias onde Jesus chama
EM PREPARAÇÃO DO 50.º ANIVERSÁRIO DA CRIAÇÃO DA PARÓQUIA


Inscrições para o jantar partilhado de 13 de Novembro

(durante a semana)

Quant. pessoas na família, o que partilham (bolos, salgados ou bebidas): para efeitos de organização
09.30 ALGÉS


Santa Missa
11:00 ALGÉS


Santa Missa
12:15 MIRAFLORES


Santa Missa
13:30 MIRAFLORES


Almoço de primeiro Domingo
15:30 RESTELO


Inauguração da estátua de São Nuno de Santa Maria Logo abaixo da Capela de S. Jerónimo
15:30 MIRAFLORES


Encontro de pais e padrinhos (preparação para o Baptismo) Termina às 17:45
16:30 ALGÉS


Preparação para o Crisma
17:00 ALGÉS


Exposição e adoração do Santíssimo Sacramento Intenção vocacional na Semana dos Seminários
18:00 MIRAFLORES


Santa Missa
19:00 ALGÉS


Santa Missa

Acerca da sepultura dos defuntos e da cremação quando associada a ideias contrastantes com a fé da Igreja

Dada a sua actualidade e importância, remetemos para o → texto integral da Instrução Ad resurgendum cum Christo no site vaticano.

Resultado de imagem para seta    Texto para imprimir (folheto)

A instrução lembra que:

A ressurreição de Jesus é a verdade culminante da fé cristã, anunciada come parte fundamental do Mistério pascal desde as origens do cristianismo: “Transmiti-vos em primeiro lugar o que eu mesmo recebi: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze” (1 Cor 15, 3-5).

Enterrando os corpos dos fiéis defuntos, a Igreja confirma a fé na ressurreição da carne, e deseja colocar em relevo a grande dignidade do corpo humano como parte integrante da pessoa da qual o corpo condivide a história. Não pode, por isso, permitir comportamentos e ritos que envolvam concepções erróneas sobre a morte: seja o aniquilamento definitivo da pessoa; seja o momento da sua fusão com a Mãe natureza ou com o universo; seja como uma etapa no processo da reincarnação; seja ainda, como a libertação definitiva da “prisão” do corpo.

Por outro lado, a sepultura nos cemitérios ou noutros lugares sagrados responde adequadamente à piedade e ao respeito devido aos corpos dos fiéis defuntos, que, mediante o Baptismo, se tornaram templo do Espírito Santo e dos quais, “como instrumentos e vasos, se serviu santamente o Espírito Santo para realizar tantas boas obras”.

Igreja missionária, testemunha de misericórdia

in vatican.va

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO
PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES
2016

 

Tema: Igreja missionária, testemunha de misericórdia

 

Queridos irmãos e irmãs!

O Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que a Igreja está a viver, proporciona uma luz particular também ao Dia Mundial das Missões de 2016: convida-nos a olhar a missão ad gentes como uma grande, imensa obra de misericórdia quer espiritual quer material. Com efeito, neste Dia Mundial das Missões, todos somos convidados a «sair», como discípulos missionários, pondo cada um a render os seus talentos, a sua criatividade, a sua sabedoria e experiência para levar a mensagem da ternura e compaixão de Deus à família humana inteira. Em virtude do mandato missionário, a Igreja tem a peito quantos não conhecem o Evangelho, pois deseja que todos sejam salvos e cheguem a experimentar o amor do Senhor. Ela «tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho» (Bula Misericordiae Vultus, 12), e anunciá-la em todos os cantos da terra, até alcançar toda a mulher, homem, idoso, jovem e criança.

A misericórdia gera íntima alegria no coração do Pai, sempre que encontra cada criatura humana; desde o princípio, Ele dirige-Se amorosamente mesmo às mais vulneráveis, porque a sua grandeza e poder manifestam-se precisamente na capacidade de empatia com os mais pequenos, os descartados, os oprimidos (cf. Dt 4, 31; Sal 86, 15; 103, 8; 111, 4). É o Deus benigno, solícito, fiel; aproxima-Se de quem passa necessidade para estar perto de todos, sobretudo dos pobres; envolve-Se com ternura na realidade humana, tal como fariam um pai e uma mãe na vida dos seus filhos (cf. Jr 31, 20). É ao ventre materno que alude o termo utilizado na Bíblia hebraica para dizer misericórdia: trata-se, pois, do amor duma mãe pelos filhos; filhos que ela amará sempre, em todas as circunstâncias suceda o que suceder, porque são fruto do seu ventre. Este é um aspeto essencial também do amor que Deus nutre por todos os seus filhos, especialmente pelos membros do povo que gerou e deseja criar e educar: perante as suas fragilidades e infidelidades, o seu íntimo comove-se e estremece de compaixão (cf. Os 11, 8). Mas Ele é misericordioso para com todos, o seu amor é para todos os povos e a sua ternura estende-se sobre todas as criaturas (cf. Sal 144, 8-9). Continue a ler Igreja missionária, testemunha de misericórdia

Autor de «Deus ou nada»: o Cardeal Robert Sarah na Universidade Católica (19 out ’16 às 18:30)

cardealsarah_ucpIMPERDÍVEL!

O cardeal Robert Sarah é natural de Ourous, Arquidiocese de Conakry, Guiné, onde nasceu a 15 de Junho de 1945. Foi criado cardeal por Bento XVI no consistório de 20 de Novembro de 2010.

É o actual Prefeito da Congregação para o Culto Divino, nomeada pelo Papa Francisco em 2014. Do seu livro-entrevista «Deus ou nada», sobre o ser missionário ( porque estamos no mês das missões):

«O que acontece entre Jesus e os seus discípulos e, por analogia, exactamente o que se passa entre o ferro e o fogo: há realmente entre Cristo e os seus discípulos uma inefável comunhão de vida, de amor, de conhecimento recíproco, de união tão estreita que Jesus age neles e os consome como num braseiro. Através da imagem do ferro e do fogo, que encontramos no seu último manuscrito, Santa Teresa do Menino Jesus apreendeu esta dimensão simbólica da profundidade dos laços de amor que existem entre Jesus e aqueles que Ele ama. Só o fogo pode penetrar no ferro, embebê-lo com a sua substância ardente, transformá-lo nele, torná-lo de tal forma incandescente que o ferro pareça identificar-se com o fogo e um e outro sejam um só. O discípulo que se une a Jesus e mergulha no braseiro do seu coração trespassado é comparável à acha que se queima. seca e liberta todas as suas impurezas antes de se transformar em fogo.

A missão consiste não só em comunicar uma mensagem, mas em ajudar os homens a encontrarem Cristo e a fazerem a experiência íntima do seu amor.» (pp. 282-283)