S. GERALDO (1109). O domínio do canto litúrgico valeu a este monge de Moissac ser chamado a Toledo (Espanha), e depois a Braga (Portugal) para cuja diocese foi escolhido como Arcebispo, onde promoveu a vida monástica e a reforma litúrgica, pastoral e disciplinar. A autonomia eclesiástica de Braga foi o prenúncio da independência do Condado Portucalense. Está sepultado na Sé Catedral de Braga.
S. FRUTUOSO (665) e S.MARTINHO DE DUME (520-79). S.Frutuoso, natural de Astorga (norte de Espanha), fundou mosteiros por toda a Galiza, veio para o cenóbio de Dume em 653 ascendendo daí à prelatura bracarense três anos depois. S.Martinho de Dume “não só introduziu um modelo de vida cenobítica como, promovendo a conversão do povo suevo, conseguiu ambiente de paz suficiente para reorganizar a sua Igreja, doutriná-la e transmitir aos clérigos normas de vida exemplares; preocupou-se em dotar a sua Igreja com textos fundamentais, nomeadamente com os textos conciliares da Igreja Oriental, mas cuidou sobretudo duma pastoral directa, atenta às situações, interveniente e benevolente”, sintetizou Aires Nascimento.
Isaías 30,19-21. 23-26 ; Sal 146,1-6 ; Mateus 9, 35–10,1. 6-8 Continue a ler 1º SÁBADO – 5/DEZEMBRO/2015 →
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