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Ser pai – 1 – Audiência geral com o Papa Francisco 28/1/2015

Texto in vatican.va

O problema nos nossos dias não parece ser tanto a presença invadente dos pais, mas ao contrário a sua ausência, o seu afastamento.

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

Retomamos o caminho das catequeses sobre a família. Hoje deixamo-nos guiar pela palavra «pai». Uma palavra que a nós cristãos é muito querida, porque é o nome com o qual Jesus nos ensinou a dirigir-nos a Deus: pai. O sentido deste nome recebeu uma nova profundidade precisamente a partir do momento em que Jesus o usava para se dirigir a Deus e manifestar a sua relação especial com Ele. O mistério bendito da intimidade de Deus, Pai, Filho e Espírito, revelado por Jesus, é o coração da nossa fé cristã. Continue a ler Ser pai – 1 – Audiência geral com o Papa Francisco 28/1/2015

II DOMINGO DA QUARESMA – 1/MARÇO/2015

Transfiguracao_BlS. ROSENDO(907-977). Natural de S.TO Tirso  (antes da fundação do  condado  Portucalense) numa família galega nobre,  foi nomeado,  com 18 anos,  bispo  de  Medonhedo  e depois de Dume, na região de  Braga. Modelo de fé, humildade e confiança  em  Deus,  reconstruiu mosteiros e igrejas, libertou escravos e levou outros a fazê-lo. Fundou o grande mosteiro
beneditino  de Celanova  (Orense)  e terminou como bispo  na  já  então famosa  diocese de Santiago de Compostela (968-977), assolada por invasões normandas, que ele combateu.

STO. AUBIN (ALBINO)(469-550) Abade de Tintillant foi eleito, já sexagenário, bispo de Angers. Teve a coragem de se opôr  com firmeza aos costumes dissolutos dos senhores Merovíngios. Taumaturgo, era conhecido pela sua generosidade para com os pobres, doentes, viúvas, orfãos e prisioneiros. É padroeiro da cidade de Angers.

Génesis 22,1-2.9a.10-13.15-18; Sal 115,10.15-19; Rom.8,31b-34; Marcos 9, 2-10 Continue a ler II DOMINGO DA QUARESMA – 1/MARÇO/2015

SÁBADO – 28/FEVEREIRO/2015

BTO. CARLO GNOCCHI (1902-56). Padre Milanês, após a II Guerra Mundial em que foi capelão militar, dedicou-se às crianças mutiladas da guerra, orfãos e doentes. Sua obra continua graças à Fund.ãoCarlo Gnocchi. Foi beatificado em 2009.

Deuteronómio 26, 16-19 ; Sal 118, 1-2. 4-5. 7-8 ; Mateus 5, 43-48

“SEDE PERFElTOS…”(Mat.5,20-26). Não podemos esquivar-nos, não somos pagãos. Então, o mandamento evangélico
“Portanto, sede perfeitos, como é perfeito O vosso Pai celeste” dirige-se directamente a nós: exigência inacessivel, porque a nós, pobres humanos é dito ser como O Pai. Legítimo desencorajamento, se contarmos com as próprias forças, se esquecermos a oração de STO. Agostinho : “Dá-me a força para fazer o que Tu mandas e então ordena-me o que Tu queres”. É necessário remeter-nos totalmente aO Senhor, num profundo acto de fé. Aquilo que nos manda e as forças para o cumprirmos, é Ele que no-lo dá na Sua graça. Na condição de sentirmos esse desejo ardente : um desejo de salvação e portanto de conversão.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). selecção e síntese: Jorge Perloiro.

SEXTA-FEIRA – 27/FEVEREIRO/2015

S. GABRIEL DE NOSSA SRA. DAS DORES (1838-62). Orfão aos 4 anos, estudou num colégio jesuíta até aos 18 e depois entrou na “Congregação da Paixão de Jesus Cristo”. Distinguiu-se pela sua humildade, obediência e devoção a Nª Sª das Dores, especial característica da sua espiritualidade, a par de um amor incondicional por Jesus Crucificado. Morreu com apenas 24 anos de idade. Foi canonizado em 1920 pelo papa Bento XV.

Ezequiel 18, 21-28 ; Sal 129, 1-8 ; Mateus 5, 20-26

OUSEMOS ORAR DO FUNDO DOS ABlSMOS (Sal.129). “Das profundezas clamo a Ti, Senhor… Senhor, ouve a minha prece !” Este salmo 129, conhecido pelo título em latim, “De profundis”, oferece-nos um condensado de oração cujas raízes mergulham na obscura e dolorosa espessura da nossa humanidade. Atrevamo-nos a rezar a partir do vazio das nossas vidas, rezar desde o fundo dos abismos abertos sob os pés dos inocentes submersos na desgraça e no sofrimento. Jesus, a quem nestes dias seguimos no Seu mistério pascal de morte e ressurreição, “desceu aos infernos”. Ele escolheu fazer essa “travessia com os lá de baixo” para viver “com os d’aqui” na Sua presença.

“OUVlSTES O QUE FOl DlTO…EU,PORÉM,DlGO-VOS…” (Mat.5,20-26). Quantas coisas se aprendem a fazer e a não fazer…! Ora, aqui, é-nos hoje pedido que façamos tábua rasa de tudo isso e nos deixemos empolgar por estas palavras de Cristo: “ Eu, porém, digo-vos”. Devemos ouvi-lO, porque o que Jesus nos diz coincide perfeitamente com aquilo que Ele faz e com o que Ele é. S. Francisco de Sales repetia : “Tal como se aprende a andar andando, aprende-se a amar amando”. E que melhor forma do que pôr–nos a seguir Jesus, Ele que veio procurar aqueles que amam tão mal mesmo os queridos? Então, quando se tratar desses irmãos insuportáveis, odiosos, detestáveis…! Será aí que teremos de nos agarrar, cerrando os dentes, à injunção de Jesus: “ Eu, digo-vos !”.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). selecção e síntese: Jorge Perloiro.