1ª QUINTA-FEIRA – 1/OUTUBRO/2015

A_SantaTeresinhaDoMeninoJesusSTA. TERESA DO MENINO JESUS (1873-97). Passado mais de um século, o “pequenino caminho, bem direito, bem curto (…) completamente novo” para “chegar ao Céu”, descrito pela humilde carmelita de Lisieux (onde entrou com 15 anos), continua a tocar os crentes de todos os países. Doutora da Igreja desde 1997.

Isaías 66,10-14c; Sal 130; Mateus 18,1-5

“AOS SEUS SERVOS.” (Isaías 26,10-14c). A figura do “servo” evolui ao longo de todo o Livro de Isaías. Na época real (primeira parte do livro), o servo designa David ou um dos seus descendentes. No final do Exílio (segunda parte) aparece a figura do servo sofredor, seja profeta, seja o resto de Israel. É uma figura individual ou colectiva de um enviado de Deus que vai morrer para salvar os seus. Após o regresso do Exílio (3ª parte, cujo texto é o final), o termo passa a ser plural : os servos são agora todos os que guardam a lei de Deus e honram O Seu Nome. Mas o grupo abre-se amplamente para lá das fronteiras do judaísmo, a todos os povos e a todos os que, até então, eram excluidos: às pessoas deficientes, aos eunucos e aos estrangeiros. Continue a ler 1ª QUINTA-FEIRA – 1/OUTUBRO/2015

QUARTA-FEIRA – 30/SETEMBRO/2015

Sao_JeronimoS. JERÓNIMO, Doutor da lgreja (340-420). Secretário do Papa Dâmaso, foi preterido na sua sucessão. Fez a revisão das traduções latinas da Bíblia a partir de textos hebraicos – “Vulgata” – e promoveu a vida monástica. Em Belém escreveu muitas obras, em especial comentários à Sagrada Escritura.

Nehemias 2, 1-8 ; Sal 136, 1-6 ; Lucas 9, 57-62

“SEGUE-ME! ” (Lucas 1,47-51). O discípulo deve estar sempre verdadeiramente “em marcha”. O homem que se precipita para Jesus “que caminhava”, está disposto a sair de si, a prosseguir o seu impulso seguindo as pégadas de Cristo, voltando-se resolutamente para o futuro. Com ele, nós somos convidados a um tipo de despojamento que é o caminho do desprendimento. Seguir O Filho dO Homem não representa realizar um sonho de vida ideal, cheia de satisfação, totalmente reconfortante. Não ! É necessário estar-se preparado para o despojamento radical, sem hipótese de retorno, como se diz no final desta passagem do evangelho. O aviso é austero, mas será que pode desencorajar um coração generoso verdadeiramente cativado por Cristo? Trata-se de não perder de vista Aquele que nos chama e de darmos sempre mais um passo para Ele. Para não ficar subjugados nem pela inquietação nem pelo remorso, estejamos atentos ao horizonte que fixa o nosso olhar interior. Não o percamos de vista. Não nos deixemos afastar do Continue a ler QUARTA-FEIRA – 30/SETEMBRO/2015

TERÇA-FEIRA – 29/SETEMBRO/2015

A_OsTresArcanjosMiguel (Quem como Deus?) é o arcanjo que se insurge contra satanás e seus seguidores (Gén.9; Apoc.12,7; Zacarias 13,1-2), é o defensor dos amigos de Deus (Daniel 10,13. 21) e o protector do Seu povo (Daniel 12,1). Gabriel (Força de Deus), um dos 7 espíritos que estão diante de Deus (Luc.1,19), revela a Daniel o segredo do plano de Deus (Dan.8,16; 9,21-22), anuncia a Zacarias a sua futura paternidade de João Baptista (Luc.1,11- -20) e a Nossa Senhora o nascimento de Jesus (Luc.1,26-38). Rafael (Deus cuida), é um dos sete anjos diante do trono de Deus (Tob.12,15; Ap.8,2) que acompanha e cuida de Tobias durante a sua viagem e cura o seu pai cego.

Daniel 7, 9-10.13-14 ou Apocalipse 12, 7-12a ; Sal 137,1-5 ; João 1, 47-51

“O GRANDE DRAGÃO…” (Apoc.12,7-12a). O livro do Génesis fazia da força do mal uma serpente, um animal rastejante e nu, a dúvida à porta do coração humano. Na continuação das especulações judaicas sobre a queda dos anjos, o autor do Apocalipse fá-lo um grande dragão, besta terrível que evoca também os grandes impérios. É uma forma de representar o seu poder multiforme : a serpente nua e manhosa que se insinua; o Diabo (em grego diabolos), ou seja o Divisor, que calunia ; o Satanás (palavra que em hebraico Continue a ler TERÇA-FEIRA – 29/SETEMBRO/2015

SEGUNDA-FEIRA – 28/SETEMBRO/2015

A_SaoLourencoRuizECompS. LOURENÇO RUIZ e COMPANHEIROS (de 1633 a 1637). Estes dezaseis mártires – entre os quais o leigo filipino Lourenço Ruiz, o dominicano francês Guillaume Courtet, 9 japonezes, quatro espanhois e um italiano – deram a sua vida pelo Evangelho no Japão. Foram canonizados pelo Papa S.João-Paulo ll, em 1987.

Zacarias 8,1-8; Sal 101,16-21.29.22-23; Lucas 9,46-50

“ELE NÃO ANDA CONNOSCO…” (Luc.9,46-50). Jesus acabara de anunciar pela segunda vez a Sua Paixão e Ressurreição. Os discípulos não entenderam nada e tiveram reacções que o demonstravam. Perguntavam-se qual seria o maior entre eles e João até declara que tinham pretendido impedir alguém de expulsar um demónio por ser desconhecido e não pertencer ao grupo. O sentimento de pertença a um grupo privilegiado tornava os discípulos sectários. Sim, nós julgamos demasiadas vezes que só existimos se calarmos os outros ; a ideia de ser o maior, de ser o mais forte, de ser o único, ocupa de tal maneira o nosso ego e pensamento que não nos deixa qualquer espaço Continue a ler SEGUNDA-FEIRA – 28/SETEMBRO/2015

XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM – 27/SETEMBRO/2015

A_SaoVicenteDePauloS. VICENTE DE PAULO (1581-1660) . “Servindo os pobres, serve-se Jesus Cristo”, era a profunda convicção de S.Vicente de Paulo, fundador das “Damas de Caridade” (actuais Equipas de S.Vicente), dos “Sacerdotes da Missão” para evangelização dos camponeses e das “Filhas da Caridade” para cuidar dos miseráveis.

Números 11, 25-29 ; Sal 18, 8. 10. 12-14 ; Tiago 5, 1-6 ; Marcos 9, 38-43. 45. 47-48

DISCERNIR OS ERROS ( Sal. 18,8.10.12-14) . “Vamos reler nas nossas bíblias o Sal.18(19), do qual a liturgia de hoje nos propõe um excerto. Ele faz-se eco da experiência pessoal do Salmista e também pode ensinar-nos a viver as nossas vidas e a procurar nelas os traços de Deus para descobrirmos a sua densidade e beleza. Aprendamos a maravilhar-nos com a Criação e com a forma como ela “manifesta a glória de Deus”. Isso implica um olhar contemplativo e algum distanciamento perante as preocupações imediatas. Deixemos que a Palavra e a Sua Lei revistam de sentido e de verdade as relações com nós próprios, com os outros e com Deus. Isto supõe uma convivência assídua num clima de procura e de oração, mas também a confrontação permanente da Palavra com o concreto das nossas vidas, para “discernir os erros” e evitar as armadilhas do orgulho que nos separa de Deus e dos irmãos” (Irmã Emmanuelle Billoteau, beneditina). Continue a ler XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM – 27/SETEMBRO/2015