1ªQUINTA -FEIRA – 6/AGOSTO/2015

A_TransfiguracaoTRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR. A Transfiguração de Cristo no monte Tabor celebra-se 40 dias antes da exaltação da Santa Cruz, para preparar os corações dos discípulos a ultrapassarem o escândalo da Cruz.

BTO. TADEU DULNY (1914-1942). Seminarista p olaco, preso e deportado para o campo de concentração de Dachau, morreu alí de esgotamento. Foi beatificado em 1999.

Daniel 7, 9-10.13-14 ; Sal 96, 1-2. 5-6. 9 ; 2 Pedro1,16-19 ; Marcos 9, 2-10

A VINDA (2 Pedro 1,16-19). A palavra grega “parúsia” designa a vinda oficial e gloriosa dum soberano em visita a uma cidade grega. De que “parúsia” dO Senhor Jesus-Cristo falará Pedro na epístola ? Esta carta em forma de testamento recorda que Pedro foi uma testemunha ocular da vida quotidiana de Jesus, da Sua “transfiguração na montanha”, e – por fim – da Sua aparição ressuscitado, aos Onze sobre a montanha da Galileia. Assim, a vinda de que Pedro fala representa, ao mesmo tempo, a presença terrestre de Jesus no meio dos Seus – cuja transfiguração revelou a glória divina – e igualmente a Sua ressurreição e presença junto dos discípulos que Ele envia em missão até ao fim dos tempos. A parúsia significa, afinal, que ele nunca deixa de ser “Deus connosco”.

“ESTE É O MEU FILHO MUITO AMADO! ESCUTAI-O!” (Marc.9,2-10). Caro Pedro. Há poucos dias, tu criticavas Jesus por Continue a ler 1ªQUINTA -FEIRA – 6/AGOSTO/2015

QUARTA-FEIRA – 5/AGOSTO/2015

a_MulherCananeiaDEDICAÇÃO DA BASíLICA DE SANTA MARIA MAIOR. A liturgía recorda hoje a consagração de uma das quatro grandes Basílicas de Roma, dedicada à Virgem Maria, em 432. O templo de pedra recorda-nos a construção espiritual da Igreja, feita de pedras vivas.

BTO. FREDERICO JANSSOONE (1838-1916). As obras na Terra Santa estiveram sempre presentes no coração do apostolado deste franciscano que viveu sucessivamente em França, na Palestina e no Canadá. Foi beatificado em 1968.

Números 13,1-2. 25 –14, 1. 26-29. 34-35 ; Sal 105, 6-7a.13-14. 21-23 ; Mateus 15, 21-28

DISCERNIR O MOMENTO FAVORÁVEL (Num.13,1-2-25-14,1.26-29.34-35). O Livro dos Números mostra-nos como a conquista da terra prometida é causadora de medos como qualquer novidade que suscita um esforço e, inevitavelm ente, provações. Os comentários rabínicos fazem notar que no Capítulo13, versículo 2, O Senhor diz a Moisés : “Tu envia homens”. Ora, no seu regresso, os exploradores falam não apenas a Moisés, mas também a Aarão e a todo o Israel, curto-circuntando assim uma etapa essencial : a d a preparação do povo para a conquista com a Continue a ler QUARTA-FEIRA – 5/AGOSTO/2015

TERÇA-FEIRA – 4/AGOSTO/2015

A_SaoJoaoMariaVianney S. JOÃO-MARIA VIANNEY (1786-1859). “Quando virdes um sacerdote pensai em NOSSO Senhor Jesus Cristo”, aconselhava o cura d´Ars, que tinha uma vida de oração e penitência tão intensa que converteu a Deus uma paróquia
pouco praticante. João-Maria Vianney ensinava os paroquianos com o seu testemunho de vida e, por se julgar
um padre indigno da sua tarefa, tentou até encerrar-se num mosteiro da Trapa “para lá chorar os seus pecados”. Foi com o seu exemplo que os paroquianos aprenderam a rezar. Demorava-se no Sacrário, nas frequentes visitas que fazia aO Santíssimo Sacramento: “Uma pessoa não precisa de dizer muitas p alavras para rezar bem explicava-lhes o STO.
Cura d’Ars. “Nós sabemos que Jesus está ali escondido: abramos-lhE o coração , alegremo-nos na Sua presença sagrada. É a melhor oração”. E incitava-os: “Meus irmãos e irmãs, vinde à Comunhão, vinde a Jesus. Vinde viver d’Ele
para viverdes com Ele…” A sua reputação de confessor atraía ao confessionário milhares de peregrinos idos de toda a França. Foi canonizado em 1925 e proclamado santo padroeiro de todos os sacerdotes do mundo em 1929.

Números 12,1-13; Sal 50, 3-7.12-13; Mateus 14, 22-36

DIZER BEM E NUNCA MAL DOS OUTROS (Num.12,1-13). O Moisés surge com frequência como alvo da agressividade dos Continue a ler TERÇA-FEIRA – 4/AGOSTO/2015

SEGUNDA-FEIRA – 3/ AGOSTO/2015

STA. LíDIA (~60). Prosélita, ou seja, pagã convertida ao judeismo, veio da Grécia As iática e instalou-se em Filipos, na Macedónia. Foi convertida a Cristo por Paulo, ao qual ofereceu hospitalidade (Actos 16, 12-15).

Números 11, 4b-15; Sal 80,12-17; Mateus 14,13-21

“OS FILHOS DE ISRAEL PUSERAM-SE A CHORAR…” (Núm.11,4b-15 ). O cap.11 do Livro dos Números ajuda-nos a progredir no conhecimento de nós mesmos. De facto, o Livro dos Números aponta a tendência que temos para fugir do presente e idealizar o passado, mesmo que este tenha sido de sofrimento e desilusão. Há que reconhecer a nossa dificuldade em assumir o desconhecido, com os riscos inerentes, e a nossa permanente ambivalência perante a liberdade, ao mesmo tempo desejada e temida. Aprendamos a assinalar os domínios nos quais “derrapamos” e a reconciliar-nos com o dia de hoje, tempo único em que Deus Se faz reencontrar e no qual podemos “trabalhar”. Isto, sem nunca esquecer de implorar mos O Espírito de audácia.

“DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER…” (Mateus 14,13-21). “Creio na Ig rej a (…) apostólica” , dizemos com força quando recitamos o Símbolo de Niceia-Constantinopla. Porque se nós somos Cristão, é graças a esses apóstolos que nos transmitiram a fé em Jesus morto e resuscitado para nossa salvação. Sem os apóstolos não existiria a Igreja primitiva! Sem os sucessores dos apóstolos não haveria Igreja hoje! Nosso Senhor dá-Se através dos pastores da Sua Igreja. É verdade que tudo vem d´Ele, como o alimento abundante distribuido à multidão naquele dia. Mas o maná é dado pelos apóstolos, encarregados da sua distribuição. Oremos pelos nossos bispos e pelos nossos sacerdotes, até mesmo por aqueles de quem gostamos menos. Porque o Senhor escolhe-os para que nós todos comamos e sejamos saciados.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.

XVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM – 2/AGOSTO/2015

a_EuSouOPaoDaVidaSTO. PEDRO JULIÃO EYMAR (1811-68). Após vários anos (1839-56) como membro da “Sociedade de Maria”, este padre secular natural de Esère (França), fundou a “ Congreg ação dos Sacerdotes do Santíssimo Sacramento” destinada a propagar a devoção eucarística. Nos últimos anos de vida sofreu a incompreensão dos seus religiosos : “Eis- me aqui Senhor no Jardim das Oliveiras, humilhai-me, despojai- me, dai- me a cruz, contanto que me deis também o Vosso amor e a Vossa graça”. Foi canonizado em 1962.

Êxodo 16, 2-4. 12-15 ; Sal 77, 3-4. 23-25. 54 ; Efésios 4, 17. 20-24 ; João 6, 24- 35

“DO CÉU, EU VOU FAZER CHOVER PÃO…” (Êx.16,2-4.12-15). O grande actor do Livro do Êxodo, não é Moisés, é O próprio Deus. A insistência do Livro neste ponto é manifesta. Sempre que Moisés ergue o seu cajado para realizar um prodígio – atravessar o mar, fazer sair água de um rochedo, mudar em sangue a água do Nilo… -, mostra que a sua força lhe vem dO Senhor do Universo. Isto significa que os filhos de Israel, quando recriminavam contra Moisés, era contra O próprio Deus que o faziam. E como recriminavam os israelitas ! Por todo o acampamento se ouviam os lamentos d aqueles que se recordavam com saudade da vida no Continue a ler XVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM – 2/AGOSTO/2015