SEGUNDA-FEIRA – 13/ABRIL/2015

S. MARTINHO I (655). Por se ter oposto firmemente à heresia monotelista que negava a existência em Jesus de uma vontade humana (heresia defendida pelo imperador bizantino Constantino ll), foi por este condenado ao exílio na Crimeia e ali morreu, a 13 de Abril, vítima de maus tratos. Foi o último papa mártir.

Actos 4, 23-31 ; Sal 2, 1-9 ; João 3,1-8 Continue a ler SEGUNDA-FEIRA – 13/ABRIL/2015

II DOMINGO DE PÁSCOA – 12/ABRIL/2015 DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

a_IncredulidadeDeSaoTomeS. JÚLIO I (352). Eleito papa em 337, combateu a heresia ariana que afirmava ser Jesus (O Verbo) O primogénito dO Pai, mas criado do nada e por isso não era Deus. Foram precisos 10 concílios falhados para se chegar ao I Concílio ecuménico de Constantinopla (381) em que todas as igrejas cristãs rejeitaram o arianismo. O papa S.Júlio l foi um dos
precursores ao reabilitar STO. Atanásio (que os arianos tinham expulso 5 vezes de Alexandria), ao defender o mistério da Santíssima Trindade do monoteísmo racionalista a meias.

S. JOSÉ MOSCATI (1880-1927). Homem da ciência, cirurgião afamado, este médico napolitano era extremamente caridoso com os mais necessitados. Segundo S.João Paulo II que o canonizou em 1987, Moscati era a “realização concreta do ideal do leigo cristão”.

Actos 4, 32-35 ; Sal 117, 2-4.16-18. 22-24 ; 1 João 5,1-6 ; João 20,19-31 Continue a ler II DOMINGO DE PÁSCOA – 12/ABRIL/2015 DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

PRIMEIRA COMUNHÃO – Reunião com os pais

Algés, 10 de Abril de 2016

Aos pais das crianças que
frequentam o 3.º volume de catequese
(ou superiores)
e se preparam para receber o
Santíssimo Sacramento da Eucaristia
na primeira Comunhão,

A alegria e a paz de Jesus Ressuscitado estejam com todos!

Na felicidade deste tempo pascal em que Jesus se manifesta vivo para sempre aos seus discípulos, vivemos esta grande alegria da primeira Comunhão dos vossos filhos e filhas.

A vosso pedido eles foram baptizados, tornando_se filhos e filhas de Deus, receberam o vosso testemunho de fé e convosco aprenderam as primeiras orações. Com a catequese foram ajudados a crescer na amizade com Jesus e Maria, Sua Mãe Santíssima. Com o sacramento da Reconciliação, receberam a Misericórdia divina.

Nesta preparação mais próxima para o dia da primeira Comunhão (que será nas datas, segundo o calendário paroquial e a subdivisão dos grupos de catequese, já assinaladas) é oportuno realizar um encontro com os pais para uma catequese sobre o Sacramento do Santíssimo de Cristo e a participação dominical na Eucaristia e também para algum aspecto prático conforme já tem sido comunicado (confissão e ensaio no dia anterior ao da primeira Comunhão, às 10h30, na Igreja paroquial; presença no próprio dia às 10h30; cédula da vida cristã).

Pela graça do Senhor, este é um tempo de renovação de vida para todos nós.

Esta reunião com os pais será, se Deus quiser, no Centro Pastoral de Miraflores, no dia 14 de Abril, Quinta-feira (acolhimento às 21h15, oração e encontro às 21h30).

Com uma oração de louvor na alegria pascal,

Pe. António Figueira

 

 

SÁBADO – 11/ABRIL/2015 7ºDIA DA OITAVA DA PÁSCOA

Actos 4, 13-21; Sal 117, 1.14-21; Marcos 16, 9-15

a_AparicaoDeCristoNoCenaculo“NÓS NÃO PODEMOS CALAR…”(Act. 4,13-21). A maior desgraça que pode suceder a um homem é ele querer aprisionar a verdade, pois será uma tentativa inevitavelmente votada ao fracasso já que a verdade acabará sempre por “sair do buraco”. Isto que é válido no domínio natural, é-o mais se a verdade for a Palavra de Deus. Podem pôr-se grilhetas nos homens mas não é possível amarrar O Espírito Santo. Os homens aprisionam-se, mas a mensagem passa através dos muros do cárcere, como o comprovam as cartas de Paulo escritas em cativeiro. Nelas vê-se como o anúncio do Evangelho é fonte de coragem, de paz profunda, de libertação. Tudo isto contrasta com a confusão dos adversários que tomam medidas ridículas pretendendo calar os apóstolos e, por seu intermédio, O Espírito Santo. Aquele que prende a verdade fica prisioneiro dela – quando ela sai para a luz o carcereiro continua no fundo do poço – mas quem a solta libertar-se-á por isso mesmo. Mas há uma forma mais cínica de manter cativa a liberdade, forma que o Evangelho denuncia: não a transmitir por ser muito fraca a convicção que dela temos. De facto, porque será que tantas vezes não se acredita nas testemunhas de Cristo ressuscitado que continuam entre nós? Apenas porque elas não juntam fé viva às palavras? Não!, sobretudo porque não vivem bem o que anunciam e calam o que sabem.

“DEUS E A IGREJA, SÃO UM SÓ…” (Marcos 16,9-15). “Falta de fé”, “dureza de coração”, são críticas mordazes nos lábios de Jesus. O Senhor não culpa os discípulos por não acreditarem n’Ele, mas sim pela sua falta de confiança no testemunho daqueles e daquelas que O tinham “contemplado ressuscitado”. Mais de 2000 anos depois da Páscoa, cada um de nós é colocado contra a parede: é-nos impossível ignorar a longa cadeia de testemunhas que, século após século, foram transmitindo o archote da fé. “Tenho a convicção que Deus e a Igreja são uma unidade”, exclamava Joana d’Arc no decurso do seu processo “e não devemos criar problemas”. O bom senso faz sempre bem!

“Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye. Selecção e síntese: Jorge Perloiro.