TERÇA-FEIRA – 15/ABRIL/2014
Isaías 49, 1-6 ; Sal 70.1-6ab.15.17 ; João 13, 21-33. 36-38
“À LUZ DA PALAVRA”. A experiência da traição é sem dúvida uma das mais comuns, na amizade, no casamento, no trabalho e no seio da própria Igreja. Não acusemos demasiado Judas, acontece que nós também traímos! Por vezes, atrai-çoamos pensan-sando fazer o bem. A palavra de Deus vem, hoje, dar luz às escolhas relacionais que fazemos : o nosso modo de agir é chamado a amar cada um como Cristo nos ama. A bitola das nossas relações, terá de ser a maneira de agir de Jesus. Compreende-se então a figura do Servo em Isaías. Nós somos essas ilhas longínquas, longe de Deus, longe dos homens. Ele, O Servo, vem reconciliar as nossas relações com O Pai e entre nós. Da 1ª leitura podemos recolher ainda uma frase que provavelmente já dissemos mais duma vez ao constatar o fracasso dos nossos esforços : “Fatiguei-me para nada…” Mas O Pai vai realizar o Seu plano através do servo inútil e , no fracasso aparente de Cristo é que Deus Se vai glorificar.
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