STO. EUGÉNIO DE MAZENOD (1782-1861). Bispo de Marselha, fundou a Congr.ção das “Missionárias Oblatas de Maria Imaculada.” A ele se deve também a construção da Basílica de Nossa Senhora da Guarda que domina a cidade portuária.
Actos 15,1-6 ; Sal 121,1-5 ; João 15,1-8
“SE NÃO RECEBERDES A CIRCUNCISÃO…” (Act.15,1-6). Jesus concedeu o dom da paz aos aos Seus discípulos. Mas essa paz não significa ausência dos problemas inerentes à condição dos homens, mesmo na Igreja, como bem o sabemos e vivemos ultimamente. Todavia a paz contribui poderosamente para os resolver. Na caridade. Isto significa que no final dos conflitos, assim vivido, nunca haja vencidos e todos sejam vencedores. Quando surgem as dificuldades, o essencial é “reunir-nos para examinar a questão” como fizeram os Apóstolos. Porque, “onde dois ou três estiverem reunidos em Meu nome (disse Jesus) Eu estarei no meio deles”. Isto não impede os ambientes tensos, as discussões acaloradas, como foi o caso, facto aliás encorajador. Mas, como se vê mais adiante, a caridade terá sempre a última palavra se os homens, diferentes nos temperamentos, formação e cultura, mantiverem em comum a sua pertença à única e verdadeira Vinha.
PERMANECER NELE PARA VIVERMOS (Jo.15,1-8). Jesus utiliza 8 vezes o verbo “permanecer” nesta passagem do evangelho. Permanecer é expressão da fidelidade, e Jesus, que sempre foi fiel aO Seu Pai e à Sua missão de salvador, tem autoridade para falar disso. Mas para os discípulos, parece dizer Jesus, é questão de vida ou de morte: afastar-se d’Ele é caminhar para a própria perdição, “Ele tem as palavras de vida eterna”, e “a Sua carne é o verdadeiro alimento”. O discípulo não deve esquecer que é um simples sarmento, Jesus é que é a vinha e O pai O vinhateiro. Senhor!, o baptismo enxertou-me em Ti ; que nada nem ninguém me separe de Ti !
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