STO. ANTÓNIO. Natural de Lisboa (1195) é conhecido como STO. António de Lisboa ou de Pádua, Itália onde pregou. Irmão na Ordem Franciscana, ficou célebre como pregador exímio e grande conhecedor da Sagrada Escritura. Morreu perto de Pádua (1231), e era tal a sua fama de santidade que foi canonizado menos de um ano depois. A sua figura continua viva na memória do povo como alguém que nos ajuda a procurar as coisas perdidas, a cuidar dos que buscam um santo casamento e, principalmente, como intercessor dos pobres e necessitados.
Ben-Sirá 39, 8-14 ; Sal 18B, 8-11 ; Mateus 5,13-19
SAL DESNATURADO, LUZ ARTIFICIAL (Mat.5,13-19). Caminhar segundo o espírito das bem-aventuranças permitir-nos-á progredir como seres bem “salgados”, cujas vidas têm gosto e iluminam os outros, tal como STOAntónio. E não iluminaremos artificialmente o nosso caminho, mas sim com a luz de Cristo, que Ele partilha connosco para que, além da nossa, sejamos luminosos também com a Sua luz. A chave do nosso acerto está na luz dO Filho. Nada mostra essa realidade de forma mais límpida do que as frases proferidas por Jesus imediatamente depois das bem-aventuranças do Sermão da Montanha: “Vós sois o sal da terra”, “Vós sois a luz do mundo”.
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