STO. ANTÓNIO MARIA CLARET (1807-1870). Missionário na Catalunha, Arcebispo de Santiago de Cuba, conselheiro do reino de Espanha, escritor espiritual, este fundador das “Filhas do Coração Imaculado de Maria”, chamadas Missionárias Claretenianas, ocupou cargos de grande exposição e sofreu assim muitas calúnias e perseguições pelos inimigos da Igreja. A revolução de 1848 desterrou-o (França), onde morreu. Segundo o papa Bento XVI, este evangelizador catalão “trabalhou com uma generosidade constante pela salvação das almas”.
Efésios 4, 1-6 ; Sal 23, 1-6 ; Lucas 12, 54-59
“… O TEMPO PRESENTE ” (Lucas 12,54-59). O português utiliza a mesma palavra “tempo”, para falar da duração ou do estado do céu ; e isto facilita o jogo de palavras, iniciado no Concílio Vaticano ll, sobre a “observação dos sinais dos tempos”. Jesus joga com esta imagem, apesar do texto grego não o facilitar. O que o texto sublinha é a capacidade de observar e de julgar : a partir do estado do céu os homens podem prever a metereologia ; então porque não observam o que se passa entre eles? Eles são incapazes de discernir “o tempo presente”; o termo grego designa“o momento”, “a ocasião favorável” que tem de se agarrar. Ora, a palavra de Jesus cria esse momento favorável: a reconciliação é possível!
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