Reconciliação Pascal 2020

Nas actuais circunstâncias, o sacramento da confissão é marcado pessoalmente com os sacerdotes.

Até nova ordem, não se realizam as habituais celebrações comunitárias com a escuta da confissão auricular.

O Pároco, Pe. António Figueira, atende de confissão no próprio escritório (serviços paroquiais, Rua João Chagas, 4A – Algés), cumprindo as normas de prevenção sanitária, no seguinte HORÁRIO:
– Segunda, Terça, Quinta e Sexta, às 18h00.

Para fazer uma boa confissão ocorre:
1. Fazer bem o exame de consciência
2. Estar sinceramente arrependido dos pecados cometidos que tanto ofenderam a Deus
3. Ter o firme propósito de não mais pecar
4. Confessar os próprios pecados junto do confessor, dizendo-os com toda a sinceridade, clareza e brevidade
5. Reparar o mal que se fez cumprindo a penitência que o confessor indicar.

Uma confissão não tem valor se:
1. Se omite voluntariamente algum pecado grave e o número de vezes que se cometeu
2. Não se estiver arrependido do pecado cometido
3. Não existir o propósito de emenda de vida
4. Não se quiser cumprir a penitência imposta.

A contrição é uma graça que vem de Deus e consiste na dor do penitente por amor ao infinito amor que Deus é e já não por medo.
O ACTO DE CONTRIÇÃO exprime e diz essa realidade:

Meu Deus,
porque sois infinitamente bom,
eu Vos amo de todo o meu coração,
pesa-me de Vos ter ofendido, e,
com o auxílio da vossa divina graça,
proponho firmemente emendar-me
e nunca mais Vos tornar a ofender;
peço e espero o perdão das minhas culpas,
pela vossa infinita misericórdia.
Amen.

A reconciliação autêntica é uma iniciativa e uma graça de Deus como se vê na parábola do Filho pródigo (Lc 15,11-32). Por essa iniciativa, Jesus, fonte de Vida e de Reconciliação «está sempre connosco» (cf. Mt 28,20). Pelas suas Chagas fomos curados (I Pedro 2,24; cf. Is 53,5).
Elementos recolhidos por
Pe. António Figueira
22 outubro 2020