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NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA ROCHA – 200 ANOS

Rocha22Terá lugar no próximo dia 29 de Maio, a comemoração do bicentenário da aparição da imagem da Virgem Maria, Nossa Senhora da Rocha. Às 11h00 desse Domingo, estará a presidir à Santa Missa o Senhor Cardeal Patriarca, seguindo-se a procissão solene a meio da tarde.

Os primeiros sinais do extraordinário encontro foram percebidos por sete jovens com idades entre os 11 e os 15 anos, os primeiros a entrar na gruta a 28 de Maio de 1822. No dia 31, para confirmar as primeiras notícias, foram estes acompanhados de mais gente e tochas para alumiar lá dentro da gruta, e foi quando encontraram, à luz acendida, a pequena, antiga e bela Imagem da Senhora da Conceição da Rocha.

Nos duzentos anos destes acontecimentos, agradeçamos a Maria e por Maria, a presença de Deus no meio de nós.

Nossa Senhora da Rocha – história e devoção (por Pe. Alexandre Alexandre Santos)

22 a 26 jun 2022 – Festa da Família – Casais Jubilares

* Casais Jubilares 2022 *

Os casais que fazem 10, 25, 50, 60 ou mais anos de casados em 2022 podem

  • receber o Diploma com a bênção do Cardeal Patriarca de Lisboa
  • reservar lugar sentado na Missa de Encerramento da Festa da Família.

*Inscrições e informações aqui*: https://forms.gle/LphqgtLyiZKvK33w5

b_202205_QR Code Formulário Inscrição Casais Jubilares

MISSA DE ENCERRAMENTO DA FESTA DA FAMÍLIA

 

15 mai 2022 – Dia Internacional da Família – Mensagem do Senhor Patriarca

Por ocasião do Dia Internacional da Família, (domingo, 15 de maio), o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, convoca todas as famílias para o X Encontro Mundial das Famílias que se realizará na Diocese de Lisboa no próximo mês de junho.

Caras famílias do Patriarcado de Lisboa
A todos saúdo com muita proximidade e estima, confiando na protecção da Sagrada Família de Nazaré para todos e cada um de vós.
Também para vos convocar para o X Encontro Mundial das Famílias, que se realizará em cada uma das dioceses de todo o mundo, em simultâneo com Roma, nos dias 22 a 26 de junho. Terá a sua abertura nas paróquias na quarta 22, um evento na Vigararia de Mafra na quinta 23, oração nas paróquias e nas famílias a 24, a possibilidade de participar no Congresso Teológico Pastoral “A vocação ao Amor e à Santidade dos jovens e das famílias” na paróquia de Santa Joana Princesa (Lisboa) das 10 às 19 horas, no sábado 25.
Convido-vos muito especialmente para a Festa da Família, grande encontro presencial diocesano, que decorrerá em Vialonga, Vigararia de Vila Franca de Xira, no Domingo 26 de junho, com o tema “Famílias a caminho da Jornada Mundial da Juventude”. Sobre todas estas acções, podereis encontrar informação no Sector da Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa.
Como sabeis, será na primeira semana de agosto de 2023 que Lisboa acolherá uma multidão de jovens do mundo inteiro, para viverem com o Papa Francisco essa ocasião única e marcante das suas vidas, como certamente será. Dedicada aos jovens, a JMJ mobiliza-nos a todos, mesmo aos que somos “jovens há mais tempo” e conservamos na memória os ideais dessa idade bonita, que agora partilhamos com quem vive dos 15 aos 30 anos. Partilha que acontece muito nas famílias, igrejas domésticas e local por excelência de intercâmbio de gerações. Também no que à transmissão da fé diz respeito, como já São Paulo disse ao seu jovem discípulo Timóteo: «Trago à memória a tua fé sem fingimento, que se encontrava já na tua avó Loide e na tua mãe Eunice e que, estou seguro, se encontra também em ti» (2 Tm 1, 5).
Representantes das paróquias e dos movimentos familiares católicos, por todos espero em Vialonga no Domingo 26 de Junho, que será muito preenchido de momentos de partilha, festa e celebração. Precisamos de nos ver e rever, para assim reforçarmos a certeza e a beleza da proposta familiar cristã, tão urgente hoje em dia e entre nós!
Terei todo o gosto em oferecer diplomas de Bênção aos casais que completam este ano 10, 25, 50, 60 ou mais anos de matrimónio. São magníficos marcos duma existência que acontece todos os dias. O modo de inscrição para tal também é indicado pelo Sector da Pastoral Familiar com a colaboração dos párocos.

Com oração e muita estima,
+ Manuel Clemente

8 mai 2022 «Eu dou a vida eterna às minhas ovelhas»

DOMINGO IV DO TEMPO PASCAL – ANO

At 13, 14. 43-52; Sal 99 (100), 2. 3. 5; Ap 7, 9. 14b-17; Jo 10, 27-30

Primeira leitura
Actos 13, 14.43-52
«Vamos voltar-nos para os pagãos»
Leitura dos Actos dos Apóstolos

Naqueles dias, Paulo e Barnabé seguiram de Perga até Antioquia da Pisídia. A um sábado, entraram na sinagoga e sentaram-se. Terminada a reunião da sinagoga, muitos judeus e prosélitos piedosos seguiram Paulo e Barnabé, que nas suas conversas com eles os exortavam a perseverar na graça de Deus. No sábado seguinte, reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra do Senhor. Ao verem a multidão, os judeus encheram-se de inveja e responderam com blasfémias. Corajosamente, Paulo e Barnabé declararam: «Era a vós que devia ser anunciada primeiro a palavra de Deus. Uma vez, porém, que a rejeitais e não vos julgais dignos da vida eterna, voltamo-nos para os gentios, pois assim nos mandou o Senhor: ‘Fiz de ti a luz das nações, para levares a salvação até aos confins da terra’». Ao ouvirem estas palavras, os gentios encheram-se de alegria e glorificavam a palavra do Senhor. Todos os que estavam destinados à vida eterna abraçaram a fé e a palavra do Senhor divulgava-se por toda a região. Mas os judeus, instigando algumas senhoras piedosas mais distintas e os homens principais da cidade, desencadearam uma perseguição contra Paulo e Barnabé e expulsaram-nos do seu território. Estes, sacudindo contra eles o pó dos seus pés, seguiram para Icónio. Entretanto, os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo.

Salmo Responsorial
Salmo 99 (100), 2.4.5.6.11.12.13b (R. 3c)
Refrão: Nós somos o povo de Deus, somos as ovelhas do seu rebanho.

Ou: Nós somos o povo do Senhor;
Ele é o nosso alimento.

Ou: Aleluia. Repete-se

Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo.

Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho.

O Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração.

Segunda leitura
Ap 7, 9.14b-17
«O Cordeiro será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água viva»
Leitura do Livro do Apocalipse

Eu, João, vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé, diante do trono e na presença do Cordeiro, vestidos com túnicas brancas e de palmas na mão. Um dos Anciãos tomou a palavra para me dizer: «Estes são os que vieram da grande tribulação, os que lavaram as túnicas e as branquearam no sangue do Cordeiro. Por isso estão diante do trono de Deus, servindo-O dia e noite no seu templo. Aquele que está sentado no trono abrigá-los-á na sua tenda. Nunca mais terão fome nem sede, nem o sol ou o vento ardente cairão sobre eles. O Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água viva. E Deus enxugará todas as lágrimas dos seus olhos».

Evangelho
Jo 10, 27-30
«Eu dou a vida eterna às minhas ovelhas»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus: «As minhas ovelhas escutam a minha voz. Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me. Eu dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de perecer e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que Mas deu, é maior do que todos e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai. Eu e o Pai somos um só».

1 mai 2022 «Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes»

DOMINGO III DO TEMPO PASCAL – ANO C

At 5, 27b-32. 40b-41; Sal 29 (30), 2 e 4. 5-6. 11-12a e 13b; Ap 5, 11-14; Jo 21, 1-19 ou Jo 21, 1-14

Primeira leitura
Actos 5, 27b-32.40b-41
«Somos testemunhas destes factos, nós e o Espírito Santo»
Leitura dos Actos dos Apóstolos

Naqueles dias, o sumo sacerdote falou aos Apóstolos, dizendo: «Já vos proibimos formalmente de ensinar em nome de Jesus; e vós encheis Jerusalém com a vossa doutrina e quereis fazer recair sobre nós o sangue desse homem». Pedro e os Apóstolos responderam: «Deve obedecer-se antes a Deus que aos homens. O Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós destes a morte, suspendendo-O no madeiro. Deus exaltou-O pelo seu poder, como Chefe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e o perdão dos pecados. E nós somos testemunhas destes factos, nós e o Espírito Santo que Deus tem concedido àqueles que Lhe obedecem». Então os judeus mandaram açoitar os Apóstolos, intimando-os a não falarem no nome de Jesus, e depois soltaram-nos. Os Apóstolos saíram da presença do Sinédrio cheios de alegria, por terem merecido serem ultrajados por causa do nome de Jesus.

Salmo Responsorial
Sal. 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)
Eu vos louvarei, Senhor, porque me salvastes.

Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes
e não deixastes que de mim se regozijassem
os inimigos.
Tirastes a minha alma da mansão dos mortos,
vivificastes-me para não descer à cova.

Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis,
e dai graças ao seu nome santo.
A sua ira dura apenas um momento
e a sua benevolência a vida inteira.
Ao cair da noite vêm as lágrimas
e ao amanhecer volta a alegria.

Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim,
Senhor, sede Vós o meu auxílio.
Vós convertestes em júbilo o meu pranto:
Senhor meu Deus, eu Vos louvarei eternamente.

Segunda leitura
Ap 5, 11-14
«Digno é o Cordeiro que foi imolado de receber o poder e a riqueza»
Leitura do Livro do Apocalipse

Eu, João, na visão que tive, ouvi a voz de muitos Anjos, que estavam em volta do trono, dos Seres Vivos e dos Anciãos. Eram miríades de miríades e milhares de milhares, que diziam em alta voz: «Digno é o Cordeiro que foi imolado de receber o poder e a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor». E ouvi todas as criaturas que há no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e o universo inteiro, exclamarem: «Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro o louvor e a honra, a glória e o poder pelos séculos dos séculos». Os quatro Seres Vivos diziam: «Amen!»; e os Anciãos prostraram-se em adoração.

Evangelho
Forma longa Jo 21, 1-19
«Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto do mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e mais dois discípulos de Jesus. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar». Eles responderam-lhe: «Nós vamos contigo». Saíram de casa e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. Ao romper da manhã, Jesus apresentou-Se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. Disse-lhes Jesus: «Rapazes, tendes alguma coisa de comer?». Eles responderam: «Não». Disse-lhes Jesus: «Lançai a rede para a direita do barco e encontrareis». Eles lançaram a rede e já mal a podiam arrastar por causa da abundância de peixes. O discípulo predilecto de Jesus disse a Pedro: «É o Senhor». Simão Pedro, quando ouviu dizer que era o Senhor, vestiu a túnica que tinha tirado e lançou-se ao mar. Os outros discípulos, que estavam apenas a uns duzentos côvados da margem, vieram no barco, puxando a rede com os peixes. Quando saltaram em terra, viram brasas acesas com peixe em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: «Trazei alguns dos peixes que apanhastes agora». Simão Pedro subiu ao barco e puxou a rede para terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de serem tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: «Vinde comer». Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-Lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes. Esta foi a terceira vez que Jesus Se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos. Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta os meus cordeiros». Voltou a perguntar-lhe segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas». Perguntou-lhe pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Pedro entristeceu-se por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava e respondeu-Lhe: «Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: Quando eras mais novo, tu mesmo te cingias e andavas por onde querias; mas quando fores mais velho, estenderás a mão e outro te cingirá e te levará para onde não queres». Jesus disse isto para indicar o género de morte com que Pedro havia de dar glória a Deus. Dito isto, acrescentou: «Segue-Me».

Forma breve Jo 21, 1-14
«Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho,
fazendo o mesmo com os peixes»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto ao mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e mais dois discípulos de Jesus. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar». Eles responderam-lhe: «Nós vamos contigo». Saíram de casa e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. Ao romper da manhã, Jesus apresentou-Se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. Disse-lhes Jesus: «Rapazes, tendes alguma coisa de comer?». Eles responderam: «Não». Disse-lhes Jesus: «Lançai a rede para a direita do barco e encontrareis». Eles lançaram a rede e já mal a podiam arrastar por causa da abundância de peixes. O discípulo predilecto de Jesus disse a Pedro: «É o Senhor». Simão Pedro, quando ouviu dizer que era o Senhor, vestiu a túnica que tinha tirado e lançou-se ao mar. Os outros discípulos, que estavam apenas a uns duzentos côvados da margem, vieram no barco, puxando a rede com os peixes. Quando saltaram em terra, viram brasas acesas com peixe em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: «Trazei alguns dos peixes que apanhastes agora». Simão Pedro subiu ao barco e puxou a rede para terra cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de serem tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: «Vinde comer». Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes. Esta foi a terceira vez que Jesus Se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.