ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES Continue a ler 51.ª Semana de oração pelas vocações
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III DOMINGO DE PÁSCOA – 4/MAIO/2014
SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
III DOMINGO DE PÁSCOA – 4/MAIO/2014 – DIA DA MÃE
Em directo: 8h15, Santa Missa na Igreja de São Estanislau
Em directo: 11h, Regina coeli
Actos 2, 14. 22-33 ; Sal 15, 1-2a. 5. 7-11 ; 1 Pedro 1, 17-21 ; Lucas 24,13-35
A ALEGRIA DE EMAÚS (Luc.24,13-35). Não se sabe ao certo onde fica Emaús. Mas ele não é verdadeiramente um destino. Cléofas e o seu companheiro caminham sem fim, na noite. Como não lembrar-nos do desalento, em certos dias, das nossas comunidades cristãs. Mas será disto que se trata? O relato de Lucas pretende sobretudo inflamar-nos o coração, abrir-nos os olhos, fazer-nos encontrar O Ressuscitado de forma tão sensivel como naquelas Suas aparições às primeiras testemunhas. Compreendamos bem o que se passa. Jesus continua igual a Si mesmo, não Se esconde sob disfarce para a seguir Se desvendar, Ele apenas caminha com os Seus discípulos. Dito de outra forma, a mudança que faz passar o relato da confusão à alegria pascal dá-se inteiramente no coração dos dois homens. Espantosamente, eles já sabiam tudo, conheciam as Escrituras e sabiam que Cristo devia padecer para entrar na glória. Algumas mulheres tinham-nos até perturbado com a história do túmulo vazio e duma aparição de anjos. Mas essa emoção teria sido apenas superficial. Será que tudo isto não nos remete a nós próprios ? Também nós conhecemos as Escrituras e sabemos tudo a respeito de Cristo. Mas será que cremos n’Ele e que isso nos toca? Dois pormenores sugerem uma resposta a esta pergunta. Primeiro, o companheiro de Cléofas não tem nome : Não será ele cada um de nós ? Depois, os seus olhos abrem-se apenas no momento em que só lhes resta o sinal da fracção do pão. Cristo não Se dá a conhecer, mostrando-Se. A alegria de Emaús é uma experiência de fé e de compromisso.
Folha Informativa, 4 Maio 2014
Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial. Domingo, 04 — FI_160_UnidadePastoral — FI_160_Alges
1º SÁBADO – 3/MAIO/2014
S.FILIPE E S.TIAGO MENOR (298-373).Dois dos Doze Apóstolos. Natural Betsaida, como Simão-Pedro e André, Filipe desempenha um papel activo na multiplicação dos pães. Tiago, filho de Alfeu (também chamado Menor), terá substituido Pedro como chefe da Igreja de Jerusalém depois da partida deste.
1 Coríntios 15,1-8 ; Sal 18, 2-5 ; João 14, 6-14
IR AO PAl PELO FILHO (João 14,6-14). Há algo muito frustrante na maneira “descabida” como o Apóstolo Filipe se dirige a Jesus, ainda mais de admirar por esta passagem do evangelho de João se situar na ceia de Sexta-Feira Santa depois do lava pés. Apercebemo-nos que os Apóstolos não tinham ainda compreendido verdadeiramente quem estava diante deles depois de três anos de vida apostólica. É a graça do tempo pascal que nos abre os olhos do coração para já não nos “debatermos” com a necessidade de Cristo nos mostrar O Pai, e desejarmos apenas ir aO Pai através dO Filho crucificado e glorioso. Deus tomou um rosto humano com a encarnação de Jesus. Foi Ele que nos desbravou um caminho para seguirmos, ensinou uma verdade para crermos e nos deu a Sua vida para que a vivamos.
Meditações Bíblicas”, trad. das Irmãs Dominicanas de Notre-Dame de Beaufort (Supl.Panorama, Ed. Bayard, Paris).
1ª SEXTA-FEIRA – 2/MAIO/2014
1ª SEXTA-FEIRA – 2/MAIO/2014
STO. ATANÁSIO (298-373). Bispo de Alexandria durante quase meio século, combateu com constância a heresia ariana , propagada por Arius , que negava a divindade de Jesus Cristo e foi por isso exilado cinco vezes. Padre e Doutor da Igreja.
Actos 5, 34-42 ; Sal 26, 1. 4.13-14 ; João 6, 1-15
“SE ISTO VEM DE DEUS…” (Actos 5,34-42). Pode falar-se de um “princípio de Gamaliel”: o que vem de Deus é duradouro, pois a Sua obra nunca desaparece. Mas cuidado ! Será que qualquer movi-mento social ou religioso deve ser reconhecido só porque resiste ao tempo? O raciocínio de Gamaliel salvou os Apóstolos; este fariseu fiel dá testemunho duma confiança absoluta na vitória final de Deus e de Seus servos sobre todas as forças hostis. Nós devemos porém completá-la e es-pecificá-la : o triunfo das testemunhas de Jesus Cristo passa necessariamente pela Cruz e pela morte, e, em primeiro lugar, é na fraqueza dos Seus enviados que a força de Deus se manifesta.
JESUS NÃO SERÁ ESSE TIPO DE REI (Jo.6,1-15). Não foi apenas a multiplicação dos pães e a superabundância dos 12 cestos com as sobras que impeliam as multidões a aclamarem Cristo como rei. Nunca ninguém falara como Ele, com tanta autoridade, nem operara tais milagres. As multidões desejavam, como no tempo de Samuel, “ser como as outras nações, com o rei a ir à frente de nós e a combater connosco.”(1Samuel 8,20). Mas Jesus não é esse tipo de rei. Ele retira-Se, só na montanha. A Sua realeza não é deste mundo, ela passa pela Cruz e Ressurreição.


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