1ª QUINTA-FEIRA – 5/NOVEMBRO/2015

a_BeataFranciscaDAmbroiseS. GUIDO MARIA CONFORTI (1865-1931). Padre italiano, fundador em 1985 da Congregação dos Missionários Xaverianos, família religiosa inteiramente dedicada à evangelização. “Desde a  infância sempre tive um forte desejo de dedicar a minha vida às Missões no mundo”, escreveu Conforti. Hoje os missionários Xaverianos, os missionários de Maria e também  leigos, proclamam o Evangelho em 21 países. Foi canonizado, em 2011, pelo papa Bento XVI.

BTA. FRANCISCA d’AMBOlSE(1427-85). Casou aos 15 anos com Pedro II, duque da Bretanha. Viúva (1457), fez-se carmelita. Foi canonizada pelo papa Pio IX, 1863.

Romanos 14,7-12; Sal 26,1.4.13-14; Lucas 15,1-10

“OS ANJOS ALEGRAM-SE POR UM SÓ PECADOR QUE SE CONVERTA…” Continue a ler 1ª QUINTA-FEIRA – 5/NOVEMBRO/2015

QUARTA-FEIRA – 4/NOVEMBRO/2015

a_SantoEmericS. CARLOS BORROMEU (1538-84). Com 21 anos fundou uma Academia para estudos religiosos, com total aprovação de Roma. Sobrinho de Pio IV, aos 24 anos já era padre e bispo de Milão. Foi o 1º bispo a abrir seminários para formação dos futuros padres; promoveu sínodos diocesanos. Expôs em escritos catequéticos o seu óptimo conhecimento da doutrina cristã. Paulo V canonizou-o, em 1610.

STO. EMERIC (Américo) (1031). Filho de STO. Estêvão, primeiro rei cristão da Hungria, sucedeu ao pai que morreu num acidente de caça. Canonizado com o pai em 1083.

Romanos 13, 8-10 ; Sal 111, 1-2. 4-5. 9 ; Lucas 14, 25-33

“QUEM NÃO RENUNCIAR A TUDO NÃO PODE SER MEU DISCíPULO…” (Luc.14,15-24). Senhor Jesus, o que dizes parece-me tão difícil!  Todavia, se reflectir Continue a ler QUARTA-FEIRA – 4/NOVEMBRO/2015

TERÇA-FEIRA – 3/NOVEMBRO/2015

a_SaoMartinhoDePorresS. MARTINHO DE PORRES (1579-1639). Mestiço, filho de um nobre em Lima (Perú) e duma escrava, era terceiro da Ordem Domincana. Dedicou-se ao serviço dos pobres, dos doentes e dos orfãos da cidade, apoiado numa oração e  jejum permanentes.

STOHUBERTO (727). Bispo das dioceses de Tongres, de Maestricht e de Liège, na Bélgica oriental, tinha a reputação de curar os doentes com raiva. É o padroeiro dos caçadores.

Romanos 12, 5-16a ; Sal 130,1.2.3; Lucas 14,15-24

“PEÇO QUE ME DISPENSES…”(Luc.14,15-24). Mais que o deslumbramento face às condições do banquete messiânico, é preciso vigiar para não recusarmos o convite quando ele surgir. Todos nós esperamos gozar um dia da felicidade do céu…, mas há tantas coisas a  fazer enquanto aguardamos! As ocupações dadas como desculpa Continue a ler TERÇA-FEIRA – 3/NOVEMBRO/2015

Entrega das Sagradas Escrituras (4.º Volume)

ENTREGA DAS SAGRADAS ESCRITURAS

Primeiro Domingo do Advento

(4.º Volume de Catequese)

INTRODUÇÃO

1 A ENTREGA DA PALAVRA NO TEMPO DO ADVENTO

  • 1.1 A Encarnação do Verbo de Deus
  • 1.2 Conhecer as Sagradas Escrituras
  • 1.3 O «sim» dos dez mandamentos
  • 1.4 A Palavra escrita por inspiração do Espírito Santo

2 A PALAVRA DE DEUS NA FAMÍLIA CRISTÃ

  • 2.1 O catequista e a família
  • 2.2 O Advento e a preparação do presépio na família

3. PREPARAÇÃO COM AS CRIANÇAS

4. A PREPARAÇÃO DOS CATEQUISTAS

  • 4.1. Momento de graça
  • 4.2. Formação
  • 4.3. Educação autêntica da fé

5. A LECTIO DIVINA

6. ASPECTOS PRÁTICOS

7. O TEXTO DA CELEBRAÇÃO

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INTRODUÇÃO

O Ritual de Iniciação Cristã dos Adultos (RICA) coloca a entrega dos Evangelhos no Rito da Admissão dos Catecúmenos (n. 93). A entrega da Sagrada Escritura comporta uma passagem do tempo do acolhimento ao primeiro anúncio: a Palavra é a luz duma vida conforme ao projecto de Deus e, por isso, conduz a uma resposta de fé. Além disso a Palavra constitui o ponto de partida para todo o aprofundamento catequético que terá lugar ao longo das várias fases do caminho que as crianças e jovens, com as suas famílias, estão a percorrer. Com o gesto de entrega, isto é, ao colocar a Bíblia das Sagradas Escrituras nas suas mãos, como luz para o caminho, a comunidade cristã na Igreja indica que é na escuta da Palavra que se encontra a via para encontrar Jesus. Este convite não é dirigido só às crianças, mas à família inteira, que é chamada a viver unida o tempo novo do caminho de fé que lhe é proposto.
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1. A ENTREGA DA PALAVRA NO TEMPO DO ADVENTO

1.1. A Encarnação do Verbo de Deus

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SEGUNDA-FEIRA – 2/NOVEMBRO/2015

a_JobTODOS OS FIÉIS DEFUNTOS. No cristianismo, não há o culto dos mortos própriamente dito. Este culto dos antepassados existe nas religiões tradicionais, especialmente em África, e leva os vivos a sacrificar animais ou a oferecer alimentos com o fim de atrair o favor dos defuntos. Nos cristãos, nada disto se passa, mas a Igreja recomenda fortemente orar por e com os mortos, particularmente na segunda parte da oração eucarística, quando manifesta a nossa comunhão com a Igreja do Céu. Na verdade, ainda que os defuntos sejam invisíveis aos nossos olhos, eles continuam a existir. Essa é a razão pela qual a Igreja ora por e com eles, afim dO Deus da vida os receber na Sua luz. Orar por e com os defuntos, significa que esperamos a ressurreição dos mortos no mundo que virá. Orar por e com os amigos que nos deixaram, é tender para as coisas do alto e não para as da terra. Deles, diz o sacerdote: “Recebe-os no Teu Reino, onde nós esperamos ser cumulados da Tua glória”.

Job19,1. 23-27a ; Sal 24 ou Sal 102, 8.10.13-18 ; Rom.14, 7-9.10b-12 ; Jo.3,16-17 ou Jo.6, 37-40 Continue a ler SEGUNDA-FEIRA – 2/NOVEMBRO/2015