STA. ANA E S. JOAQUlM. Durante muito tempo sem filhos, estes judeus piedosos obtiveram a graça, após vinte anos de orações, de gerar uma criança com um destino excepcional: a Virgem Maria, mãe de Jesus.
2 Reis 4, 42-44 ; Sal 144, 10-11. 15-18 ; Efésios 4, 1-6 ; João 6,1-15
“HOUVE UMA GRANDE FOME NO PAíS…”(2 Reis 4,42-44). Ao contrário do vizinho Egipto, que beneficiava todos os anos das cheias do Nilo, Israel podia ter, e teve, períodos de seca, que – num país grícola – inevitavelmente significavam fome. No Livro dos Reis referem -se várias destas situações, no tempo dos profetas Elias e Eliseu: o “país onde corre o leite e o mel” merecia esta lisonjeira designação apenas quando chovia. Também o Novo Testamento relata uma fome no reinado do imperador Cláudio (Act. 11,28). Os tempos de seca podiam ser longos: no tempo de Elias, a falta de chuva, motivo de disputas com a rainha Jezabel, durou 3,5 anos (Lucas 4,25), e a história de Eliseu refere uma seca que durou sete anos (2 Reis 8,1). Ora, a Lei dizia expressamente que os ministros do culto viviam das oferendas dos fiéis. Quando Eliseu recebeu “vinte pães de cevada”, perante a fome que afligia o país, teve remorsos de os guardar só para si e disse ao criado: “Distribui-os a todos para que comam”. Mas o servo não compreendeu a ordem que se lhe afigurava despropositada: Continue a ler XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM – 26/JULHO/2015




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