S. JUSTINO(103-65). Filósofo da Samaria, converteu-se com 30 anos de idade. Abriu em Roma uma escola de catequistas. Primeiro “Padre da Igreja” depois dos “Padres Apóstolos”, deixou extensa obra apologética em defesa da fé. O seu proselitismo levou-o à prisão. Apesar de cruelmente martirizado permaneceu fiel e morreu decapitado na perseguição de Marco Aurélio.
Tobias 1,3; 2,1a-8 ; Sal 111,1-6 ; Marcos 12,1-12
INVENCíVEL ESPERANÇA (Marc.12,1-12). Ontem, domingo da Santíssima Trindade, celebrámos a comunhão que existe entre O Pai, O Filho e O Espírito e a harmonia das Suas relações. Que contraste com as leituras propostas hoje para meditação, em que a violência e a injustiça parecem prevalecer… A tentação para desesperar seria bastante forte senão fosse a “maravilha” anunciada pela Escritura : “A pedra que os construtores regeitaram tornou-se pedra angular”. A morte e a ressurreição de Jesus Continue a ler SEGUNDA-FEIRA – 1/JUNHO/2015



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