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22 jan 2023 Solenidade de São Vicente

SOLENIDADE DE SÃO VICENTE
(no Patriarcado de Lisboa)

Sir 51, 8-17; Salmo 58 (59); 2 Cor 1, 3-7; Mt 10, 17-22 ou Jo 12, 24-26

PRIMEIRA LEITURA
Sir 51, 8-17
Leitura do Livro de Ben-Sirá

A minha alma estava já perto da morte, e a minha vida aproximava-se das portas do abismo. Cercavam-me de todos os lados e ninguém me socorria; procurava qualquer ajuda dos homens, mas em vão. Lembrei-me então, Senhor, da vossa misericórdia e das vossas obras das eras passadas, porque livrais aqueles que esperam em Vós e os salvais das mãos dos inimigos. Fiz então subir da terra a minha prece, pedi para ser libertado da morte e invoquei o Senhor, Pai do meu Senhor: «Não me abandoneis nos dias da minha tribulação, entregue sem amparo ao poder dos orgulhosos. Louvarei continuamente o vosso nome, cantar-Vos-ei um hino de acção de graças». E a minha prece foi atendida: Vós me salvastes da perdição e me livrastes de todo o mal. Por isso eu Vos louvarei e darei graças, bendizendo o nome do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 58 (59)
Sois o meu refúgio, Senhor, no dia da minha tribulação.

Meu Deus, livrai-me dos inimigos,
protegei-me contra os meus agressores.
Defendei-me dos que praticam a iniquidade,
salvai-me dos homens sanguinários.

Armam ciladas para me tirar a vida,
conspiram contra mim homens poderosos.
Senhor, em mim não há crime nem pecado,
sem culpa minha correm a atacar-me.

Senhor, minha força, é para Vós que eu me volto,
sois Vós, ó Deus, o meu refúgio.
A bondade do meu Deus venha em meu auxílio
e me faça ver a derrota dos meus inimigos.

Eu cantarei, Senhor, a força do vosso poder,
de manhã louvarei a vossa bondade,
porque sois a minha fortaleza,
o meu refúgio no dia da minha tribulação.

SEGUNDA LEITURA
2 Cor 1, 3-7
Leitura da Segunda Epístola do Apóstolo São Paulo aos Coríntios

Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação. Ele nos conforta em todas as tribulações, para podermos consolar aqueles que estão atribulados, por meio da consolação que nós mesmos recebemos de Deus. Na verdade, assim como abundam em nós os sofrimentos de Cristo, também por Cristo abunda a nossa consolação. Se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação. Se somos consolados, é para vossa consolação, a fim de suportardes com fortaleza os mesmos sofrimentos que nós suportamos. A nossa esperança a vosso respeito é firme, porque sabemos que, participando nos sofrimentos, também participareis na consolação.

EVANGELHO
Mt 10, 17-22
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Tende cuidado com os homens: hão-de entregar-vos aos tribunais e açoitar-vos nas sinagogas. Por minha causa, sereis levados à presença de governadores e reis, para dar testemunho diante deles e das nações. Quando vos entregarem, não vos preocupeis em saber como falar nem com o que dizer, porque nessa altura vos será sugerido o que deveis dizer; porque não sereis vós a falar, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós. O irmão entregará à morte o irmão e o pai entregará o filho. Os filhos hão-de erguer-se contra os pais e causar-lhes a morte. E sereis odiados por todos por causa do meu nome. Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo».

Em vez do Evangelho precedente, pode utilizar-se o seguinte:

Jo 12, 24-26
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará».

Comissão Nacional Justiça e Paz – 21 Janeiro

Está programada para o próximo dia 21 de Janeiro (sábado de manhã, no Centro Cultural Franciscano, em Lisboa) a Conferência Anual da Comissão Nacional Justiça e Paz, a qual aborda a temática dos salários justos como instrumento para superar a pobreza. A conferência realiza-se em parceria com a Cáritas Portuguesa, LOC-MTC, JOC, ACEGE, ACR e o Metanoia. 
A participação poderá ser presencial ou virtual. Bastará inscrever-se em https://forms.gle/gffxtvmSaVaQ8Yj46 escolhendo a forma pretendida.

15 jan 2023 «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo»

DOMINGO II DO TEMPO COMUM – Ano A

Is 49, 3. 5-6; Sl 39 (40), 2 e 4ab. 7-8a. 8b-9. 10-11ab; 1Cor 1, 1-3; Jo 1, 29-34

LEITURA I
Is 49, 3.5-6
«Farei de ti a luz das nações, para que sejas a minha salvação»
Leitura do Livro de Isaías

Disse-me o Senhor: «Tu és o meu servo, Israel, por quem manifestarei a minha glória». E agora o Senhor falou-me, Ele que me formou desde o seio materno, para fazer de mim o seu servo, a fim de Lhe reconduzir Jacob e reunir Israel junto d’Ele. Eu tenho merecimento aos olhos do Senhor e Deus é a minha força. Ele disse-me então: «Não basta que sejas meu servo, para restaurares as tribos de Jacob e reconduzires os sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue até aos confins da terra».

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 39 (40), 2 e 4ab.7-8a.8b-9.10-11ab (R. 8a e 9a)
Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade.

Esperei no Senhor com toda a confiança
e Ele atendeu-me.
Pôs em meus lábios um cântico novo,
um hino de louvor ao nosso Deus.

Não Vos agradaram sacrifícios nem oblações,
mas abristes-me os ouvidos;
não pedistes holocaustos nem expiações,
então clamei: «Aqui estou».

«De mim está escrito no livro da Lei
que faça a vossa vontade.
Assim o quero, ó meu Deus,
a vossa lei está no meu coração».

Proclamei a justiça na grande assembleia,
não fechei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis.
Não escondi a vossa justiça no fundo do coração,
proclamei a vossa fidelidade e salvação.

LEITURA II
1 Cor l, 1-3
«A graça e a paz de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco»
Início da primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos: Paulo, por vontade de Deus escolhido para Apóstolo de Cristo Jesus e o irmão Sóstenes, à Igreja de Deus que está em Corinto, aos que foram santificados em Cristo Jesus, chamados à santidade, com todos os que invocam, em qualquer lugar, o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: A graça e a paz de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco.

EVANGELHO
Jo 1, 29-34
«Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, João Baptista viu Jesus, que vinha ao seu encontro, e exclamou: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É d’Ele que eu dizia: ‘Depois de mim vem um homem, que passou à minha frente, porque era antes de mim’. Eu não O conhecia, mas foi para Ele Se manifestar a Israel que eu vim baptizar na água». João deu mais este testemunho: «Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e permanecer sobre Ele. Eu não O conhecia, mas quem me enviou na baptizar na água é que me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e permanecer é que baptiza no Espírito Santo’. Ora, eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus».

Contributo paroquial

CONTRIBUTO PAROQUIAL 2023 – FICHA DE INSCRIÇÃO

INFORMAÇÃO: IBAN DA PARÓQUIA DE CRISTO REI DE ALGÉS – MIRAFLORES (relativo ao contributo paroquial)

PT50.0035.2156.0000.5373.6301.5


O que é o contributo paroquial?

O contributo paroquial, também conhecido por côngrua, é a contribuição regular dos paroquianos para as despesas da sua paróquia. Não é esmola. É uma das formas mais concretas de participação dos fiéis nas necessidades da vida e missão da Igreja, para o bem de todos.

Sendo a Igreja uma instituição de natureza e fins sobrenaturais, não deixa de ser constituída por pessoas em vida terrena, de ser destinada a uma missão realizada num contexto social e dedicada a actividades que, no seu conjunto, comportam custos materiais.

O quinto mandamento da Igreja («Contribuir para as despesas do culto e para a sustentação do clero segundo os legítimos usos e costumes e as determinações da Igreja»), aponta aos fiéis a obrigação de, conforme as suas possibilidades, «prover às necessidades da Igreja de forma que ela possa dispor do necessário para o culto divino, para as obras apostólicas e de caridade e para a honesta sustentação dos seus ministros» (Catecismo da Igreja Católica, n. 2043).

Estão dispensados do contributo paroquial os não católicos, naturalmente, e os que não auferem qualquer tipo de rendimento.

A que se destina?

Uma paróquia pode ter dois tipos de necessidades: correntes e extraordinárias. O contributo paroquial destina-se especificamente a prover as necessidades correntes, ficando as extraordinárias, (por exemplo, obras de maior dimensão), ligadas a iniciativas de angariação para o efeito.

Eis um elenco de despesas correntes; entre outras:

– gastos com o culto divino;
– caridade;
– sustento dos sacerdotes;
– salários e encargos sociais dos funcionários;
– formação;
– seguros;
– serviços e cartório (expediente, correio, telefone, etc.);
– custos de manutenção (limpeza, água, electricidade, gás, etc.);
– equipamentos;
– contributo para a Diocese.

Todos os anos as contas da nossa paróquia são afixadas na Igreja Paroquial para poderem ser consultadas.

A comunidade

A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma. Ninguém chamava seu ao que lhe pertencia, mas entre eles tudo era comum. Entre eles não havia ninguém necessitado, pois todos os que possuíam terras ou casas, vendiam-nas, traziam o produto da venda e depositavam-no aos pés dos Apóstolos. Distribuía-se, então, a cada um conforme a necessidade que tivesse.

Actos 4,32.34-35

Indicações práticas

Com quanto devo contribuir?

–  Cada um há-de contribuir de acordo com a sua consciência e possibilidades. Só Deus conhece bem o valor real de cada oferta (Cf. Lc 21,1-4: a oferta da viúva pobre).

Como inscrever-me?

– Basta preencher, destacar e entregar a presente ficha (cf. o desdobrável no ficheiro anexo) nos serviços paroquiais ou na colecta da Missa.

Como contribuir?

Contributo Paroquial ALG 2022 fchinsc- Pode fazê-lo por entrega directa, por exemplo, num envelope, devidamente identificado, indicando tratar-se do seu contributo paroquial, por correio ou através de transferência bancária

Qual a periodicidade do contributo?

– De uma só vez ou em várias fracções, conforme preferir.

Posso obter comprovativo?

– Sim. Quando tiver entregue a totalidade do valor com que se dispôs a contribuir no corrente ano, receberá a declaração para o IRS.

Family Meetings

A equipa da pastoral familiar da Paróquia de Linda-a-Velha organiza os “encontros em família”, sobre a jornada Mundial da Juventude, com a apresentação da história da jornada e convidados que dão testemunho. São seis encontros, sempre às 21h15 na Igreja Paroquial. O primeiro é no dia 20 de janeiro. Os seguintes, a 10 de fevereiro, 31 de março, 21 de abril, 26 de maio e 16 de junho.