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QUINTA-FEIRA – 30/JULHO/2015

A_SaoLeopoldoMandicS. PEDRO CRlSÓLOGO (450). Reputado pela eloquência, este bispo de Ravena (Itália) recebeu o cognome de “Crisólogo”, que significa “ p alavra de ouro”. Doutor da Igreja.

SÃO LEOPOLDO MANDIC (1866-1942). À semelhança do Cura d’Ars, este sacerdote capuchinho dedicou-se intensamente ao ministério da confissão na sua cela do mosteiro de Pádua. Nos bombardeamentos da II Guerra Mundial, a igreja e parte do convento foram destruidas, mas a cela onde Leopoldo vivia e confessava ficaram ilesos. Ele tinha profetizado isso antes de morrer, dizendo: “A igreja e o convento irão ser atingidos pelas bombas, mas não esta pequena ce la. Aqui Deus exerceu tamanha misericórdia com as pessoas, que ela permanecerá como monumento à Sua bondade”. Conhecido por “Apóstolo da unidade”, foi canonizado, em 1983, por S. João-Paulo II.

Êxodo 40, 16-21.34-38; Sal 83,3-6a.8a.11; Mateus 13, 47-53

“A GLÓRlA DO SENHOR ENCHEU O SANTUÁRlO…” (Êx.40,16-21.34-38). Para esclarecer o conceito bíblico de “glória”, o Continue a ler QUINTA-FEIRA – 30/JULHO/2015

QUARTA-FEIRA – 29/JULHO/2015

A_SantaMartaSTA. MARTA (século I ). Irmã de Maria e Lázaro, santos que também são hoje por nós festejados e cujos nomes evocam a família de Betânia onde Jesus se sentia tão carinhosamente acolhido.

Romanos 12, 9-13; Sal 33, 2-6. 9-11 ; Lucas 10, 38-42 ou Jo 11,19-27

DEIXAI BRILHAR O ESPíRlTO (Rom.12,9-13). Paulo apresenta o amor como a fonte da vida comunitária. Na prática este amor realiza-se na “escolha do bem em vez do mal”, no “afecto e respeito p elos outros”, na “generosidade” e no “serviço”, na “esperança” e na “ p erseverança”, na “ p artilha” e no “acolhimento”. Todas estas atitudes são do foro pessoal mas a decisão não é apenas fruto do esforço do homem: há que deixar brilhar O Espírito q ue nos habita; é Ele que nos anima e dirige. É Ele que na Sua caridade nos santifica, torna o nosso agir semelhante ao de Deus, e capacita dar resposta aO Amor e Misericórdia dO Pai.

“MARTA,TU ANDAS INQUIETA COM MUITAS COISAS…”(Lucas 10,38-42 e João 11,19-27). Aprisionamos Marta no “cliché” de uma mulher activa que passa ao lado do “essencial”, e, todavia, o seu carisma Continue a ler QUARTA-FEIRA – 29/JULHO/2015

TERÇA-FEIRA – 28/JULHO/2015

A_StaAfonsaMuttathupadathuSTA. AFONSA MUTTATHUPADATHU (1910-46). Franciscana clarissa de origem nobre e 1ª santa natural da Índia (Igreja católica Siro-Malabar), professou com o nome de Afonsa da Imaculada Conceição. Foi canonizada em 2008 pelo papa Bento XVI.

S. PEDRO PÓVEDA CASTROVERDE(1874-1936). Fundou as “Academias de Sta. Teresa” destinadas à educação académica da mulher. Promotor da santidade laical, a sua espiritualidade, profundamente cristocêntrica, estava ancorada no momento que lhe era dada viver e morreu pela sua fé. Canonizado em 2003 pelo papa S. João-Paulo II.

Êxodo 33, 7-11; 34, 5b- 9. 28; Salm 102, 6-11 ; Mateus 13, 36-43

“FRENTE A FRENTE…” (Êx.33,7-11;34,5b-9.28). Na tenda da Reunião, Moisés falava com Deus numa extraordinária proximidade: “frente a frente , como um homem fala com o amigo”. Todavia, Deus diz também a Moisés: “Tu não p oderás ver a Minha face, pois o homem não pode contemplar-Me e continuar a viver” (Êx.33,20). Continue a ler TERÇA-FEIRA – 28/JULHO/2015

SEGUNDA-FEIRA – 27/JULHO/2015

A_AdoracaoDoBezerroDeOutroBTO. FREI TITO BRANDSMA (1881-1942). Padre carmelita holandês, mártir no Campo de concentração de Dachau. Escreveu:“Ó Jesus, quando Te contemplo, eu redescubro a sós conTigo, que Te amo, e que Teu coração me ama como a um dile cto amigo”.

BTA. MARIA MADALENA MARTINENGO (1687-1736). Clarissa, prodígio de penitência e austeridade, não compreendia que se temesse a morte. Leão XIII canonizou-a (1900).

Êxodo 32,15-24. 30-34 ; Sal 105, 19-23 ; Mateus 13, 31-35

O PERIGO DO IMOBILISMO ESPIRITUAL (Êx.32,15-24.30-34). O bezerro de ouro: ídolo que, no deserto, os israelitas tinham criado para enganar os sentimentos de abandono e de insegurança, agravados com a ausência de Moisés no Sinai, que preenchia o vazio dos seus dias em que não caminhavam. Eles já Continue a ler SEGUNDA-FEIRA – 27/JULHO/2015

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM – 26/JULHO/2015

A_SantaAnaESaoJoaquimSTA. ANA E S. JOAQUlM. Durante muito tempo sem filhos, estes judeus piedosos obtiveram a graça, após vinte anos de orações, de gerar uma criança com um destino excepcional: a Virgem Maria, mãe de Jesus.

2 Reis 4, 42-44 ; Sal 144, 10-11. 15-18 ; Efésios 4, 1-6 ; João 6,1-15

“HOUVE UMA GRANDE FOME NO PAíS…”(2 Reis 4,42-44). Ao contrário do vizinho Egipto, que beneficiava todos os anos das cheias do Nilo, Israel podia ter, e teve, períodos de seca, que – num país grícola – inevitavelmente significavam fome. No Livro dos Reis referem -se várias destas situações, no tempo dos profetas Elias e Eliseu: o “país onde corre o leite e o mel” merecia esta lisonjeira designação apenas quando chovia. Também o Novo Testamento relata uma fome no reinado do imperador Cláudio (Act. 11,28). Os tempos de seca podiam ser longos: no tempo de Elias, a falta de chuva, motivo de disputas com a rainha Jezabel, durou 3,5 anos (Lucas 4,25), e a história de Eliseu refere uma seca que durou sete anos (2 Reis 8,1). Ora, a Lei dizia expressamente que os ministros do culto viviam das oferendas dos fiéis. Quando Eliseu recebeu “vinte pães de cevada”, perante a fome que afligia o país, teve remorsos de os guardar só para si e disse ao criado: “Distribui-os a todos para que comam”. Mas o servo não compreendeu a ordem que se lhe afigurava despropositada: Continue a ler XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM – 26/JULHO/2015