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SEGUNDA-FEIRA – 25/JANEIRO/2016 – CONVERSÃO DE SÃO PAULO

a_SaoPauloActos 22,3-16 ou 9,1-22; Sal 116,1-2; Marcos 16,15-20

“PROCLAMAI O EVANGELHO…” (Act.22,3-16; Marc.16,15-20). Saulo dirigia-se para onde O ressuscitado o queria encontrar e converter. Mas tantos desvios para aí chegar ! Perseguidor dos “adeptos da doutrina” de Cristo, cego pela luz, ele depara-se perante Aquele que o atormentava. Foi-lhe confiada uma missão : ser “testemunha do que tinha visto e ouvido”. Saulo proclamará o Evangelho ontem aos homens e mulheres da bacia do mediterrâneo, hoje a nós através das encíclicas que nos chegaram. A sua mensagem é acompanhada por sinais. Ele próprio beneficiou de um sinal extraordinário : de perseguidor, tornou-se apóstolo. “Senhor, repete-me todos os dias : vai, proclama !” A missão não pode esperar. O anúncio é realmente vital.

8º DIA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE: CORAÇÕES QUE ARDEM PELA UNIDADE. Senhor Jesus, Tu tornaste ardentes os nossos corações e enviaste-nos, pelo caminho, aos irmãos e irmãs, com a mensagem evangélica nos lábios. Ajuda-nos a compreender que esperança e a obediência aos Teus mandamentos trazem sempre uma maior unidade ao Teu povo. Leituras: Is.52,7-9; Sal 29; Col.1,27-29; Lucas 24,13-36.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.

III DOMINGO DO TEMPO COMUM – 24/JANEIRO/2016

a_EsdrasLeATorahS. FRANCISCO DE SALES (1567-1622). No final do séc.XVI, marcado pela extrema violência das guerras religiosas, o insulto e a espada substituiam os argumentos. Por isso, quando Francisco de Sales, em 1593, chegou à Província de Chablais, no norte da Saboia, só com as “armas” da sua fé, mansidão e urbanidade, esta forma de agir teve tanta repercussão e saldou-se por tão brilhante sucesso. Imediatamente, a fama do jovem sacerdote se propagou, no Ducado de Saboia e por toda a França. O jovem pregador espantava os ouvintes indicando-lhes – três séculos e meio antes do Vaticano II! – que “a aspiração à vida perfeita”, a chamada à santidade, era para todos: sacerdotes, monges e religiosos, mas também para leigos, fossem eles príncipes, comerciantes, soldados, casados ou solteiros. Nomeado bispo de Genebra e d’Annecy, em 1602, Francisco de Sales teve muitas ocasiões para insistir nesta convicção inovadora. Na linha do Concílio de Trento procurou melhorar a formação do clero, reformar algumas comunidades religiosas, sem cessar de percorrer incansavelmente a sua diocese para ir falar de Deus – com simplicidade – aos aldeões e camponeses. Em 1604, em Dijon, encontrou providencialmente a futura santa Joana-Francisca de Chantal : juntos, fundaram, 6 anos mais tarde em Annecy, a “Ordem da Visitação” cuja particularidade – rara na época – era estar aberta às mulheres de saúde frágil. De facto, o autor da célebre “Introdução à vida devota” considerava que, sendo todos chamados à perfeição da vida cristã, cada um devia responder a esse apelo em função das suas capacidades físicas e das respectivas obrigações sociais. A influência do santo, já muito forte durante a vida, não diminuiu após a sua morte. Doutor da Igreja , em 1877, patrono dos jornalistas e dos escritores, guia de numerosas congregações religosas colocadas sob a sua protecção (como por exemplo, os Salesianos de Dom Bosco), ele continua a tocar os corações devido à sua espiritualidade terna, generosa e equilibrada.

Neemias 8,2-4a.5-6.8-10; Sal 18,8-10.15 ; 1 Coríntios 12,12-30; Lucas 1,1-4; 4,14-21 Continue a ler III DOMINGO DO TEMPO COMUM – 24/JANEIRO/2016

SÁBADO – 23/JANEIRO/2016

2 Samuel 1,1-4.11-12.19.23.27; Sal 79,2-3.5-7; Marcos 3,20-21

“… ELE ATÉ NEM PODIA COMER.” ( Marc. 3, 20-21). As relações familiares são por vezes complicadas e a família de Jesus viveu essas passagens díficeis (lembremos a Sua fuga com 12 anos…) Os familiares vigiam-nO e ao O reprovarem por ultrapassar o razoável – traduzido por “Ele perdeu a cabeça” – não querem pois que Jesus negligencie as regras elementares da vida: dormir, alimentar-Se. Será que hoje o stress da nossa vida vai ao ponto de negligenciarmos um ritmo equilibrado de sono e de alimentação? E também o tempo suficiente para a oração ? Ou podemos dizer verdadeiramente com S.Paulo: “Se nos excedemos, é por Deus” (2 Corín.5,13)?

6.º DIA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE: “ESCUTAI ESTE SONHO”. Pai celeste dá-nos a humildade de saber escutar a Tua voz, receber o Teu apelo e partilhar o Teu sonho de unidade visível da Igreja. Ajuda-nos a estar conscientes do escândalo da desunião. Que o fogo dO Espírito Santo nos abraze os corações e inspire a ser um em Cristo, a fim de que o mundo creia que Tu O envias-Te. Leituras: Génesis 37,5-8; Sal 125; Romanos 12,9-1; João 21,25.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.

SEXTA-FEIRA – 22/JANEIRO/2016

a_SaoVicenteMartirS.VICENTE (304) Diácono em Saragoça, foi m artirizado em Valência. É o Padroeiro da cidade de Lisboa.

1 Samuel 24,3-21; Sal 56,2-4ac.6.11; Marcos 3,13-19

“JESUS SUBIU AO MONTE E CHAMOU OS QUE ELE QUERIA…” (Marc. 3,13-19). Após os acontecimentos que se tinham desenrolado à roda do lago, Jesus subiu ao monte, lugar de comunhão com Deus, ganhando altura acima do quotidiano. Lucas diz-nos que Ele passou a noite a orar. Só depois, Jesus chama “aqueles que Ele queria”. A chamada dos discípulos vem da intimidade dO Filho com O Pai. Daí o pedido: “Orai para O Senhor da messe enviar trabalhadores para a Sua seara”. Porque não é possível escolher os operários de Deus da mesma forma que um patrão selecciona a sua mão-de-obra. Estes “trabalhadores” devem sempre ser pedidos a Deus, e ordenados para o serviço de Deus e dos homens. Rezemos por isto.

5.º DIA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE : “A FRATERNIDADE DOS APÓSTOLOS”. Tu, Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, concede a todos os cristãos, e mais particularmente aos que Tu encarregaste de guiarem a Tua Igreja, O Teu Espírito de sabedoria e conhecimento, para nos tornarmos cada vez mais um só corpo e um só espírito, vivendo com uma única fé e um único baptismo. Leituras: Isaías 56,6-8; Sal 23; Actos 2,37-42; Jo.13,34-35.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.