STA. INÊS (séc. III). Ofereceu-se ao martírio com 12 anos, venerada com ternura pelo povo de Roma.
1 Samuel 18,6-9;19,1-7; Sal 55,2-3.9-13; Marcos 3,7-12
“DAVID MATOU DEZ MIL… ” (1 Sam. 19,1-7). Vemos aqui o carácter destruidor da inveja, como na história de Caím e Abel (Gén.4) ou na de José e seus irmãos (Gén.37). O texto relata uma dupla violência : dos combates de um povo contra os seus invasores e a rivalidade entre os chefes de guerra. Uma concepção demasiado grosseira do desígnio de Deus, vendo nos êxitos militares de David a manifestação de uma eleição: Deus quer fazê-lo rei ! Todavia o relato aponta outra possibilidade: David deve a sua salvação à intervenção de Jónatas, o qual, pela sua amizade por ele, afronta seu pai Saul. Ele tem com o rei um discurso de sabedoria, apoiado na justiça e na verdade, e obtém do pai o respeito pela vida de David. Assim, o desígnio de Deus abre um caminho através da complexidade dos corações humanos, sempre inclinados à violência, mas também capazes de um amor corajoso e inteligente. Continue a ler QUINTA-FEIRA – 21JANEIRO/2016


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