Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
Domingo, 17 — FI_231_UnidadePastoral — FI_231_Alges
Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
Domingo, 17 — FI_231_UnidadePastoral — FI_231_Alges
SANTO ANTÃO (251-356). A sua vida foi relatada por STO. Atanásio de Alexandria, na “Vita Antonii”, em 360. Segundo este, teria nascido em 251, na Tebaida, no Alto Egipto, e falecido em 356, com 125 anos de idade. Cristão fervoroso, com cerca de 20 anos tomou o Evangelho à letra, distribuiu todos os bens pelos pobres, indo de seguida viver no deserto. Os religiosos que se tornam monges e adoptam o modo de vida solitário de Antão, chamam-se eremitas ou anacoretas, opondo-se aos cenobitas que vivem em comunidades.
Isaías 62,1-5; Sal 95,1-3.7-8a.9-10ac; 1Coríntios 12,4-11; João 2,1-11
ENCONTRO EM CANÁ! ( Jo. 2,1-11) . Caná, pequena localidade da Galileia, perto de Nazaré. É ali que Jesus faz o Seu 1o “sinal”. Ir a Caná, é tomar consciência que O Senhor permanece no centro das realidades humanas. Em Caná dá-se o encontro de Deus com a humanidade. No Antigo Testamento, Deus apresenta-Se como O Esposo do Seu povo, esposo dum amor fiel e ciumento que nenhuma decepção consegue demover do Seu projeto de núpcias. Caná, é a revelação da identidade e da missão de Jesus. Continue a ler II DOMINGO DO TEMPO COMUM – 17/JANEIRO/2016
Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
STO. ANDRÉ CORSINI (1302-1373) . Sacerdote carmelita italiano. No dia da ordenação a Virgem disse-lhe: “Tu és o meu servo, eu escolhi-te e serei glorificada por ti”. Deus deu a André, bispo de Fiesole, uma unção e força maravilhosas que convertiam os pecadores com o dom dos seus milagres. Morreu na festa da Epifania.
1 João 5,14-21 ; Sal 149,1-6 ; João 3,22-30
“ELE DEVE CRESCER E EU DIMINUIR. ” (Jo.4,14-22). João Baptista define-se aqui como o amigo: “O amigo do esposo, que está a seu lado e o escuta…” (Jo.3,29). O título é magnífico, pois o amigo cria uma unidade e relação cordial com o amigo que vai até ao coração. O que afecta e toca um é sentido com empatia pelo outro. E cada um deseja magnificar aquele que ama. Assim da parte dO Filho de Deus que não reivindicou a Sua condição divina, e Se fez homem em tudo excepto no pecado. Assim da parte de João Baptista cuja alegria está em apagar-se diante d’Aquele que é O Esposo. Que intuição para descobrir e proclamar as núpcias dO que ele próprio designou como O Cordeiro de Deus! Aquele mesmo que nós recebemos, que nós acolhemos, nas eucaristias dominicais ou quotidianas.
Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.
S. PEDRO TOMÁS (1305-1366) . Carmelita, teólogo, Arcebispo e Patriarca, defensor do dogma da “Imaculada Conceição”. Morreu por feridas sofridas em Alexandria.
1 João 5,5-13; Sal 147,12-15.10-20; Lucas 5, 12-16
Há um traço comum aos evangelhos da semana : a notoriedade crescente de Jesus. São assim os textos da Epifania : Jesus dá-se a conhecer, fala-se d’Ele, as multidões comovem-se. São tempos de entusiasmo e de admiração, fundados na pureza consistente do ensino de Jesus e no poder insólito dos Seus milagres. Mas quando esta notoriedade começa a ligar-se ao nome do Jovem taumaturgo, este afasta-Se : “Ele retirava-Se para lugares desertos, e orava”. Jesus assume por inteiro as Suas responsabilidades e vêmo-lO curar o leproso que lhE pede para o purificar. Ele não foge da multidão de doentes e pecadores que O Pai lhE tinha confiado, mas permanece soberanamente livre em relação a todas as formas de solicitação. Só contava a vontade de Quem O enviara. Possamos nós também viver esta dupla disponibilidade relativamente a Deus e aos homens. E se, para não nos esgotarmos, nos faltar simplesmente orar? O leproso ao aperceber-se de Jesus, prosta-se diante d’Ele sem pedir nada e entrega-se à boa von-
tade d’Aquele que pode tudo. Hoje somos nós também a dizer : “Faça-se a Tua vontade”. Será que vemos que este pedido do Pai-Nosso retoma a atitude do leproso ? A liturgia dominical exprime-se da mesma forma ao solicitar assim o nosso acordo: “Para que possamos obter o que Tu prometes, faz-nos amar os Teus mandamentos”. S.Francisco de Sales tira uma conclusão para nossa meditação: “Se quiser ser santo só segundo a minha vontade, nunca o serei ; é-me necessário sê-lo segundo a vontade de Deus”.
Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.
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