QUARTA-FEIRA – 9/MARÇO/2016

a_SaoDomingosSavioSTA. FRANCISCA ROMANA (1384-1440). Rica aristrocata romana, perdeu dois filhos na Peste Negra de 1414. Com o suporte do marido, Francisca praticou a continência e seguiu uma vida de contemplação. Tinha o dom dos milagres e êxtase, via o anjo da guarda, o Purgatório e o Inferno, e previu o final do Cisma do Ocidente. Francisca dedicou-se aos pobres e fundou as “Oblatas de Maria”, comunidade de mulheres sob a regra beneditina, mas sem claustro nem votos formais. Patrona da cidade de Roma.

S. DOMINGOS SÁVIO (1842-1857). Sávio foi um jovem comum, que interiorizou tão bem a espiritualidade salesiana no seu dia a dia, que a sua alegria de menino nunca desapareceu, apenas foi purificada de todo o pecado. Amava muito a Eucaristia e Nossa Senhora. Um dos lemas por ele vivido foi: “Antes morrer do que pecar!”

Isaías 49,8-15; Sal 144,8-9.13cd-14.17-18; João 5,17-30 Continue a ler QUARTA-FEIRA – 9/MARÇO/2016

TERÇA-FEIRA – 8/MARÇO/2016

a_LevantaTePegaNaTuaEnxergaS. JOÃO DE DEUS (1495-1550). Após ter andado errante “como um barco sem remos”, converteu-se a Cristo em Granada e criou um hospital aberto a todos os necessitados. Canonizado pelo papa Alexandre VIII em 1690.

Ezequiel 47, 1-9.12 ; Sal 45, 2-3. 5-6. 8-9 ; João 5,1-3a. 5-16

“A ÁGUA JORRAVA DA SOLEIRA DO TEMPLO…” (Ez.47,1-9.12). Ezequiel anunciara que O Senhor iria deixar O Templo manchado pelo pecado. Mas O Povo tinha sido purificado pelo sopro de Deus. A glória dO Senhor volta então de novo aO Templo, onde – levado por um guia misterioso – o profeta entra. Ezequiel descobre uma torrente de água a jorrar da soleira dO Templo, lugar onde Deus havia prometido estabelecer a Sua Presença para sempre. No início ela é um mero fio de água, mas pouco a pouco transforma-se numa torrente impetuosa que, por onde passa, dá a salvação e gera a vida. As suas águas são águas baptismais. Continue a ler TERÇA-FEIRA – 8/MARÇO/2016

SEGUNDA-FEIRA – 7/MARÇO/2016

a_SantaPerpetuaESantaFelicidadeSTAS. PERPÉTUA E FELICIDADE (203). Perpétua, a nobre, era já mãe. Felicidade, a escrava, iria sê-lo. As 2 catecúmenas foram presas por causa da fé. Felicidade teve uma menina antes de ambas serem atiradas às feras.

Isaías 65,17-21; Sal 29,2.4-6.11-12a. 13b; João 4,43-54

“VAI O TEU FILHO VIVE…” (Jo.43-54). De volta à Galileia, Jesus é bem acolhido graças à reputação que tem. Mas este acolhimento é ainda ambíguo. À súplica do funcionário real – pai da criança doente – a pedir a sua cura, Jesus responde com uma sentença mais geral sobre a fé imperfeita daqueles que querem “sinais e prodígios”. Mas este Seu remoque não fez desistir o centurião, que lhE pede para “descer a sua casa”. Jesus replica : “Vai, o teu filho vive”. O funcionário real é convidado a crer antes de ter visto. João narra este episódio como mais um “sinal”, depois do sinal de Caná. Sinal realizado a favor de um pagão. O pedido da informação sobre a hora do milagre não surge por acaso : “Era a sétima hora”. Sete, número completo ; hora tão frequentemente mal compreendida e, todavia, bem intencional no relato de João. S.Gregório Magno escreve: “O homem não pensava que Jesus pudesse dar saúde ao seu filho sem estar presente. Via a cura só pela presença corporal e não pela magestade dO Senhor”. Jesus fê-lo descobrir que Ele nunca está ausente aonde é necessário.

Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris. Selecção e síntese: Jorge Perloiro.

IV DOMINGO DO TEMPO DA QUARESMA – 6/MARÇO/2016

a_JosueEntraNaTerraPrometidaSTA. COLETA BOYLET DE CORBIE (1381-1447). Filha única de um casal – o pai era carpinteiro -, nasceu graças às orações dos pais a S. Nicolau de Bari. Após vender todos os bens passou por várias Ordens: Beguinas, Beneditinas, Clarissas e por fim professou no Ordem Terceira Franciscana, mas sempre sem ver realizada a vocação que sentia de profunda união a Cristo. O confessor, P. H. Baume, soube discernir os planos de Deus e aconselhou Coleta a voltar às Clarissas. Em 1406 foi a Nice, onde residia então o papa Bento XIII a quem expôs com pormenor os propósitos de reforma: vida austera de pobreza sem mitigações, intensa oração pessoal e comunitária, muita oração e penitência pela unidade da Igreja. Viviam-se os trágicos tempos do chamado “Cisma do Ocidente”, com papas e anti-papas, que terminou em 1417. Os cristãos, desconcertados e com boa vontade estavam do lado que julgavam verdadeiro ou que lhes indicavam as autoridades. Assim, STA. Catarina de Sena e STA. Catarina da Suécia, estavam com o papa de Roma, enquanto S. Vicente Ferrer e STA. Coleta estavam com o de Avinhão (Bento XIII). Deus deu-lhe dons carismáticos extraordinários: discernimento de consciências, profecia e até de milagres. Foi canonizada pelo papa Pio VII, em 1807.

Josué 5,9a.10-12; Sal 33,2-7 ; 2 Coríntios 5,17-21 ; Lucas 15,1-3.11-32 Continue a ler IV DOMINGO DO TEMPO DA QUARESMA – 6/MARÇO/2016