Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
Domingo, 24 — FI_232_UnidadePastoral — FI_232_Alges
Palavra do Papa Francisco, Meditações, notícias, leituras da semana, oração, vida paroquial.
Domingo, 24 — FI_232_UnidadePastoral — FI_232_Alges
2 Samuel 1,1-4.11-12.19.23.27; Sal 79,2-3.5-7; Marcos 3,20-21
“… ELE ATÉ NEM PODIA COMER.” ( Marc. 3, 20-21). As relações familiares são por vezes complicadas e a família de Jesus viveu essas passagens díficeis (lembremos a Sua fuga com 12 anos…) Os familiares vigiam-nO e ao O reprovarem por ultrapassar o razoável – traduzido por “Ele perdeu a cabeça” – não querem pois que Jesus negligencie as regras elementares da vida: dormir, alimentar-Se. Será que hoje o stress da nossa vida vai ao ponto de negligenciarmos um ritmo equilibrado de sono e de alimentação? E também o tempo suficiente para a oração ? Ou podemos dizer verdadeiramente com S.Paulo: “Se nos excedemos, é por Deus” (2 Corín.5,13)?
6.º DIA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE: “ESCUTAI ESTE SONHO”. Pai celeste dá-nos a humildade de saber escutar a Tua voz, receber o Teu apelo e partilhar o Teu sonho de unidade visível da Igreja. Ajuda-nos a estar conscientes do escândalo da desunião. Que o fogo dO Espírito Santo nos abraze os corações e inspire a ser um em Cristo, a fim de que o mundo creia que Tu O envias-Te. Leituras: Génesis 37,5-8; Sal 125; Romanos 12,9-1; João 21,25.
Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.
S.VICENTE (304) Diácono em Saragoça, foi m artirizado em Valência. É o Padroeiro da cidade de Lisboa.
1 Samuel 24,3-21; Sal 56,2-4ac.6.11; Marcos 3,13-19
“JESUS SUBIU AO MONTE E CHAMOU OS QUE ELE QUERIA…” (Marc. 3,13-19). Após os acontecimentos que se tinham desenrolado à roda do lago, Jesus subiu ao monte, lugar de comunhão com Deus, ganhando altura acima do quotidiano. Lucas diz-nos que Ele passou a noite a orar. Só depois, Jesus chama “aqueles que Ele queria”. A chamada dos discípulos vem da intimidade dO Filho com O Pai. Daí o pedido: “Orai para O Senhor da messe enviar trabalhadores para a Sua seara”. Porque não é possível escolher os operários de Deus da mesma forma que um patrão selecciona a sua mão-de-obra. Estes “trabalhadores” devem sempre ser pedidos a Deus, e ordenados para o serviço de Deus e dos homens. Rezemos por isto.
5.º DIA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE : “A FRATERNIDADE DOS APÓSTOLOS”. Tu, Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, concede a todos os cristãos, e mais particularmente aos que Tu encarregaste de guiarem a Tua Igreja, O Teu Espírito de sabedoria e conhecimento, para nos tornarmos cada vez mais um só corpo e um só espírito, vivendo com uma única fé e um único baptismo. Leituras: Isaías 56,6-8; Sal 23; Actos 2,37-42; Jo.13,34-35.
Meditações Bíblicas”, tradução dos Irmãos Dominicanos da Abadia de Saint-Martin de Mondaye (Suplemento Panorama, Edição Bayard, Paris). Selecção e síntese: Jorge Perloiro.
STA. INÊS (séc. III). Ofereceu-se ao martírio com 12 anos, venerada com ternura pelo povo de Roma.
1 Samuel 18,6-9;19,1-7; Sal 55,2-3.9-13; Marcos 3,7-12
“DAVID MATOU DEZ MIL… ” (1 Sam. 19,1-7). Vemos aqui o carácter destruidor da inveja, como na história de Caím e Abel (Gén.4) ou na de José e seus irmãos (Gén.37). O texto relata uma dupla violência : dos combates de um povo contra os seus invasores e a rivalidade entre os chefes de guerra. Uma concepção demasiado grosseira do desígnio de Deus, vendo nos êxitos militares de David a manifestação de uma eleição: Deus quer fazê-lo rei ! Todavia o relato aponta outra possibilidade: David deve a sua salvação à intervenção de Jónatas, o qual, pela sua amizade por ele, afronta seu pai Saul. Ele tem com o rei um discurso de sabedoria, apoiado na justiça e na verdade, e obtém do pai o respeito pela vida de David. Assim, o desígnio de Deus abre um caminho através da complexidade dos corações humanos, sempre inclinados à violência, mas também capazes de um amor corajoso e inteligente. Continue a ler QUINTA-FEIRA – 21JANEIRO/2016
S. SEBASTIÃO (250) . Segundo Actos apócrifos, atribuídos a S TO Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado cristão que se teria alistado no exército romano. Os imperadores Diocleciano e Maximiano, queriam-no sempre próximo, ignorando tratar-se dum cristão, tendo-o designado capitão da sua guarda pessoal : a Guarda Pretoriana. Descoberto, foi considerado traidor e executado com flechas, que se tornaram parte da sua iconografia, embora a elas tenha sobrevivido, acabando por morrer espancado.
S. FABIÃO (250). Leigo, eleito papa em 236, governou a Igreja 14 anos antes do martírio. Foi segundo o seu amigo S.Cipriano, um “homem incomparável” de bondade e pureza.
1 Sam 17,32-33.37.40-51; Sal 143,1.2.9-10; Marcos 3,1-6
A NOSSA FORÇA,É A FÉ NA PROMESSA (1 Sam. 16,1-13). A luta entre David e Golias é a imagem do combate espiritual ou das situações humanas sem saída. Aprendemos aqui que a força de Deus se revela na fraqueza (2 Coríntios 12), que ela torna o homem vencedor (Salmo 20 ; Salmo 44). Seremos nós então convidados à passividade e à desconfiança sistemática a respeito de nós mesmos? Certamente que não, mas trata-se de nos abrir, pouco a pouco, à confiança que repousa na fé, na promessa de que Deus está sempre connosco e combate por nós (Êxodo 14). Portanto, demos razão à Palavra bíblica, na certeza de que ela se realizará a seu tempo nas nossas vidas. Continue a ler QUARTA-FEIRA – 20/JANEIRO/2016
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